15 de abril de 2014

Anitta em Goiânia – Santafé Hall



Data: 25/04/2014
Local: Santafé Hall
Fone: (62) 3945-1980
Site: www.santafehall.com.br

Shows:

- Anitta
- Colemar & Guilherme

Line Up:
Dj Marcos Costa

Nomes na lista pelo site www.santafehall.com.br

Pelo menos cinco linhas ficam prejudicadas com ataques a ônibus no Campus II da UFG


Pelo menos cinco linhas de ônibus que fazem a rota pelo Campus Samambaia da Universidade Federal de Goiás (UFG), no Setor Itatiaia, em Goiânia, foram prejudicadas após sofrerem ataques no início da tarde desta terça-feira (15/4). Ao menos três foram apedrejados e um queimado. O Corpo de Bombeiros foi acionado para controlar o fogo. Cerca de 100 manifestantes ainda estão no local. Não há registro de feridos até o momento.

O Jornal Opção Online apurou que os ônibus da linha 270, 268, 263 e 302 foram alvos dos ataques. Alguns estavam estacionados na garagem localizada próxima à instituição. Um deles foi queimado em frente ao Instituto de Ciências Biológicas da universidade. Usuários reclamaram que não conseguem embarcar pela falta de veículos.

O motorista do ônibus que foi incendiado contou à reportagem que foi retirado à força do automóvel que dirigia. Os veículos pararam de circular dentro do Campus, pois alguns portões de acesso foram fechados.

Os protestos fazem parte de uma série de manifestações referentes ao transporte coletivo agendados para ocorrer nesta terça-feira em diferentes pontos da capital. Com a iminência de uma reunião da Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC), agendada para esta quarta-feira (16), a Frente de Luta pelo Transporte Coletivo está promovendo o Dia de Lutas Contra o Aumento da Tarifa, reivindicando também a volta do programa Ganha Tempo e o fim da precariedade do transporte.

Marcello Dantas
com informações de Marcelo Gouveia
Fotos: Marcelo Gouveia

Fonte: Jornal Opção


Prefeito Gaúcho pede desculpas por declaração polêmica sobre goianos e baianos


O prefeito de Carlos Barbosa na Serra Gaúcha, Fernando Xavier da Silva, juntamente com a Gestão de Relações Institucionais e Transparência do município, publicaram na noite dessa segunda-feira (14), uma nota de esclarecimento no site da prefeitura.

A polêmica envolvendo o prefeito teve início quando ele disse em entrevista que é preciso cautela ao falar das qualidades da cidade, para não atrair pobreza. "Se vier uma infestação de goianos e baianos, vai começar a ter fome", afirmou o político.

O texto da nota ressalta que Fernando Xavier já sofreu preconceitos principalmente durante as campanhas eleitorais e devido a isso ele vem a público se desculpar pela declaração.

Nota de esclarecimento:

“Peço desculpas pelo ocorrido. Nunca houve maldade em meu discurso e não foi intenção ofender qualquer cidadão, de qualquer lugar do País. O que quis dizer é que se as pessoas quiserem vir pra cá, podem vir que serão bem recebidas. Minhas colocações foram na intenção de expor que as pessoas venham com condições de se manter, com qualificação, para facilitar a conquista de um emprego, para que vivam com dignidade, porque o custo de vida é muito alto aqui. Não posso concordar em ver qualquer cidadão passando necessidades, me dói muito isso. Eu sei o que é passar por dificuldades. Paguei aluguel por 21 anos antes de conseguir financiar minha casa. Me entristece ver algumas famílias que vem pra cá em condições de vulnerabilidade social, passando enormes dificuldades. Isso que eu gostaria de evitar, o sofrimento destas pessoas. O Município tenta ajudar o máximo possível, mas temos nossas limitações, e nunca conseguimos auxiliar o suficiente. Como de costume, minhas falas são sempre espontâneas, nunca faço uso de discursos escritos. Estou muito abalado pela proporção que teve uma fala “atrapalhada”, mas sem má fé. Humildemente reafirmo em público minhas escusas pelo ocorrido e manifesto meu forte apreço pelo povo de qualquer lugar do Brasil, especialmente aos baianos e goianos, citados equivocadamente e de forma infeliz por mim”.

Fonte: DM


Polícia se mobiliza para acompanhar série de protestos nesta terça, em Goiânia


Com a iminência da reunião que pode definir o aumento da tarifa do ônibus, agendada para esta quarta (16/4), a Frente de Luta pelo Transporte Coletivo está promovendo o Dia de Lutas Contra o Aumento da Tarifa

Cerca de 250 policiais estarão a postos para eventuais ocorrências durante a série de manifestações referentes ao transporte coletivo previstos para ocorrer nesta terça-feira (15/4) em diferentes pontos de Goiânia. Com a iminência da reunião que pode definir o aumento da tarifa do ônibus, agendada para esta quarta-feira (16/4), a Frente de Luta pelo Transporte Coletivo está promovendo o Dia de Lutas Contra o Aumento da Tarifa, reivindicando também a volta do programa Ganha Tempo e o fim da precariedade do transporte coletivo.

O primeiro protesto estava agendado para as 8h na Praça do Trabalhador, no Centro, mas, devido à chuva, poucas pessoas se mobilizaram. No entanto, manifestantes continuam chegando e a expectativa é que o ato tenha início às 11h. De acordo com a PM, cerca de 25 policiais e cinco viaturas estão no local acompanhando a movimentação.

Os próximos atos estão marcados para ocorrer às 12h no Terminal Itatiaia e no Novo Mundo, com concentrações, respectivamente, em frente à escola Waldemar Mundinho e na praça Washington Luiz. No Terminal Bandeiras, o protesto deve começar às 12h15. A última movimentação ocorre às 17h, no Terminal Parque Oeste.

“Chamamos toda a população a se organizar e definir as melhorias que acha necessárias no transporte coletivo da sua região. Quais linhas dão problemas, quais atrasam, onde é necessário construir pontos, que ônibus dão mais problema? A partir da formulação das reivindicações, é possível de fato garantir uma melhoria efetiva no transporte. Não é pelo aumento que se melhorará nada – todos os aumentos desde 2008 comprovam isso. Só se melhora pela luta coletiva!”, diz o comunicado divulgado pela Frente de Luta.

Decisão

Nesta quarta-feira, um encontro da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC) deverá deliberar sobre o pagamento de 50% das gratuidades do transporte coletivo da Grande Goiânia. Na última semana, o governo estadual anunciou o custeio de metade dos benfícios. A outra metade será dividida entre as prefeituras que compõem a região metropolitana, mas apenas a partir do próximo ano. Até lá, caso não haja um consenso da CDTC, são grandes as possibilidades de reajuste.

Fonte: Jornal Opção


Justiça determina recuperação do Córrego Cascavel



A juíza da 1ª Vara de Fazenda Pública Municipal de Goiânia, Lívia Vaz da Silva, determinou na última sexta-feira (11/4) que a Prefeitura da capital, juntamente com a Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), faça a contenção das margens do Córrego Cascavel, processo conhecido como retaludamento. O poder público também deverá construir bacias de retenção de poços de infiltração de drenagem convencional e novos mecanismos de dissipação da energia da água. A determinação é resultado de ação civil pública proposta pelo promotor Marcelo Fernandes de Melo, titular da 81ª Promotoria de Justiça de Goiânia.

Segundo a ação, em janeiro de 2004 o Ministério Público foi informado do problema da nascente do córrego por meio de uma reportagem exibida em uma emissora de televisão, intitulada “Lixo e destruição de mata ciliar ameaçam principal nascente do Córrego Cascavel”. Após abertura de processo administrativo e de várias reuniões com dirigentes e técnicos de órgãos municipais, vistorias no local e tentativas de recuperação que não deram certo, o promotor propôs, em outubro de 2012, a ação civil pública que levou à decisão da juíza.
Na demanda, o promotor pedia a elaboração de projeto de intervenção técnica e de recuperação da área degradada com estudo prévio, além de soluções de drenagem urbana que pudessem contemplar obras de engenharia nas imediações do Parque Cascavel.

De acordo com a decisão da juíza, além do retaludamento e das barreiras de contenção, a Prefeitura e a Amma também deverão promover o reflorestamento da mata ciliar do córrego e a recomposição florística de toda área utilizando espécies do Cerrado. Lívia Vaz também determinou que seja feita a manutenção da limpeza de galerias pluviais, a retirada dos lixos que acorreram indevidamente para a água e a recuperação dos processos erosivos existentes na nascente do córrego.

Por fim, foi determinado que o município e a Amma fiscalizem as determinações impostas, a fim de evitar a poluição do córrego e o depósito irregular de lixo no manancial

Fonte: Ascom/MP-GO (Portal 730)

Autódromo Internacional de Goiânia: Inauguração marcada para junho


Governo finaliza obras de complexo, um dos mais modernos da América do Sul e promete reinserir Goiás na rota do Automobilismo Internacional

Os goianos apaixonados por automobilismo podem começar a comemorar. Com a meta de transformar o Autódromo Internacional de Goiânia em referência no Brasil e na América do Sul, o governo de Goiás está finalizando as obras de ampliação e modernização do espaço, que será inaugurado pelo governador Marconi Perillo (PSDB) em junho deste ano. O governo diz que após a reforma, o Autódromo Ayrton Senna se tornará um chamariz para os mais variados campeonatos nacionais e internacionais.

Além de incluir Goiás no roteiro dos esportes de automobilismo e motociclismo, Marconi quer transformar a área do autódromo em um espaço de convivência. “Como vocês podem perceber, estamos construindo um novo autódromo no mesmo espaço do já existente. Atendendo às exigências das federações internacionais, teremos condições de incluir Goiânia no calendário de importantes competições nacionais e internacionais. Além disso, vamos aproveitar a ampla área para criar um espaço de convivência para as famílias ao adaptarmos um parque com ciclovia e oferecer a iluminação noturna do ambiente”, explicou o tucano.

Ao todo, o governo goiano vai investir cerca de R$ 28 milhões nas obras, que incluem a recuperação da pista, adequação do circuito, reforma da torre de controle e da arquibancada coberta, além da construção de novos boxes com o dobro do tamanho dos antigos, que abrigará dois carros por equipe. A estrutura vai contar também com a construção de um parque com pistas de skate e de patinação.

Segundo o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón, a obra vai mudar toda a antiga estrutura. “Retiramos todo o asfalto existente, estamos colocando um pavimento moderno, feito através de análises que nós fizemos em função da mudança que houve nos carros de competição de 40 anos para cá”, explicou.

Inaugurado em 1974, o autódromo não atendia mais às demandas e às regras desportivas, e não era alvo de um projeto elaborado de conservação. Só era feita uma manutenção básica. Jayme reconhece que o autódromo já tinha que ter passado por uma reforma há muito tempo e garante mudanças na postura do Estado. “Vai mudar, com absoluta certeza. Depois de construído, o autódromo será um atrativo para as mais diversas provas. Como gestores, nós vamos atrair o maior volume possível de eventos para cá”, assegurou.

“O fato de que Goiás sempre foi referência no automobilismo nacional e existia um clamor muito grande dos aficionados pelo esporte foi fundamental para que reformássemos o autódromo”, justificou. “Brasília está fazendo a mesma coisa, o Rio de Janeiro está construindo um autódromo novo e Interlagos entrou em processo de reforma. Nós estamos indo na mesma direção dos outros Estados”, comemora Jayme.

Novidades

Jayme enumera as novidades que o governo vai fazer no autódromo. “Tivemos de afastar os boxes em função de que o pit-lane, aquela parte na frente dos boxes, que era estreita e não comportava carros do tipo de corrida para fazer pitstop. Aumentamos o tamanho dos boxes, que eram estreitos”, afirma o presidente da Agetop.

Ainda segundo Jayme, “a torre de cronometragem está sendo toda refeita, toda reconstruída, sala de imprensa, um auditório para 150 pessoas para as fábricas de veículos, que sempre usaram o autódromo para testes e avaliações. Reformamos toda a arquibancada que existia, fazendo um parque moderno, com quadras, com pista de skate, pista de patinação, Teatro de Arena”.

O novo estacionamento contará com dez mil vagas. E todo o circuito externo será iluminado para que ciclistas possam utilizá-lo no período noturno. “Na realidade, nós estamos construindo um novo autódromo. Ele será modelo para o Brasil e para o mundo”, comemora Rincón.

O presidente da Agetop informa que já há eventos programados para o autódromo logo após sua inauguração. No dia 8 de junho terá a prova do Campeonato Brasileiro de Marcas e está sendo definido se no dia 15 ou 22 do mesmo mês será realizada uma prova do Campeonato Brasileiro do Motociclismo. No dia 20 de julho acontecerá uma etapa da Fórmula Truck e acrescenta que “estamos em negociação avançada para a Prova do Milhão, da Stock Car. É tradicionalmente feita em Interlagos e estamos conseguindo trazer para Goiânia em função da modernidade e da comodidade do novo Autódromo, mas principalmente pelo fato de o goiano ser um aficionado pelo automobilismo”, conclui.

"Vamos aproveitar a ampla área para criar um espaço de convivência para as famílias ao adaptarmos um parque com ciclovia e oferecer a iluminação noturna do ambiente”

Fonte: DM


Mortes no trânsito aumentam 35%


BR-153 figura no topo da lista de ocorrências, seguida da Perimetral Norte. Brigas também na estatística da Dict

O trânsito nas ruas de Goiânia está cada dia mais violento. Segundo dados da Delegacia Especializada em Investigações de Crimes de Trânsito (Dict), apenas este ano já foram 71 mortes decorrentes de acidentes automobilísticos. O número já é 35% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Segundo a delegada da Dict Nilda Andrade, apenas neste último final de semana foram oito mortes.

A delegada aponta o excesso de velocidade, ingestão de bebida alcoólica e descumprimento da sinalização, ou seja, a imprudência, como a principal causa das mortes. Boa parte dos acidentes com mortes, segundo levantamento da Dict, acontece no período noturno, entre as 20 horas e 5 horas. “Com prevalência das vítimas do sexo masculino, com idade entre 19 e 35 anos”, argumenta.

O trecho da BR-153 que corta a capital do Estado figura no topo da lista dos acidentes com mortes, seguida ainda da Avenida Perimetral. “Acredito que faltam políticas públicas efetivas no sentindo de aumentar a educação no trânsito.” Além disso, ela destaca a necessidade de investimentos na engenharia do tráfego, melhorias no transporte público e reforço na fiscalização eletrônica, como garantias de um trânsito mais seguro.

GO-070

Ontem, uma mulher de 60 anos foi uma das vítimas mortas do trânsito da cidade. Ana Caetano de Bessa morreu atropelada, logo pela manhã, quando tentava atravessar a GO-070, no sentido Goianira-Goiânia. Segundo informações repassadas pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE), no momento da passagem ela foi atropelada por um ônibus da Rede Metropolitana de Transportes Coletivo de Goiânia (RMTC).

Uma briga de trânsito resultou na morte de mais uma pessoa em Goiânia no domingo (13). De acordo com a Polícia Militar, as vítimas estavam em um carro que foi fechado por outro na Avenida Perimetral Norte. Após isso, os dois motoristas começaram uma briga. Um dos condutores sacou uma arma e atirou várias vezes contra o outro veículo.

Leonardo Cândido Martins, 39 anos, foi alvejado no braço e no peito. A mulher do motorista, Cristina de Carvalho, 41 anos, foi baleada na cabeça, e morreu antes de receber o socorro. No carro ainda estava a filha do casal, uma criança de apenas 2 anos que felizmente não sofreu nenhum tipo de ferimento. Mesmo baleado, o motorista conseguiu dirigir em busca de socorro até o Cais Cândida de Morais.

Fonte: Jornal O Hoje


13 de abril de 2014

Trânsito: filas intermináveis e muita paciência


Motoristas sofrem com os congestionamentos na Capital. Excesso de veículos e vias no limite da demanda fazem com que carros circulem em velocidade mínima

A falta de planejamento, sem a construção de um plano diretor de trânsito, e uma política invertida que prioriza o transporte individual em detrimento do coletivo têm feito os motoristas goianienses exercitarem a paciência em longos engarrafamentos. Trânsito parado e excesso de carros nas ruas não é exclusividade somente no horário de pico. Já é comum em vias principais a formação de filas de carros a qualquer horário do dia. Basta um pequeno acidente ou qualquer intercorrência e o trânsito virá um nó difícil de desatar. Com um transporte coletivo falido, sem qualidade e conforto, o cidadão não quer depender desse tipo de condução. A facilidade para comprar um carro ou uma motocicleta, com a diminuição dos impostos e melhores condições de financiamento, tem atraído cada vez mais o cidadão a fazer a aquisição de seu próprio meio de locomoção.

Segundo o Detran, a frota na Capital, nos últimos 14 anos, praticamento dobrou de tamanho. Em 2000, cerca de 570 mil carros circulavam pelas ruas de Goiânia. Hoje, com a cidade tendo praticamente a mesma infraestrutura e malha viária, estão em circulação 1,1 milhão de veículos. Para piorar o quadro, a frota cresce de forma assustadora. Mensalme­n­te são emplacados mais de cinco mil novos veículos na Capital. Este crescimento faz com que pontos principais da cidade, em horário de pico, simplesmente fiquem repletos de veículos, que rondam a uma velocidade mínima. Como resultado, os congestionamentos são inevitáveis. A situação piora ainda mais se estiver chovendo, como tem sido comum neste verão.

A Secretaria Municipal de Trânsito (SMT) tem um levantamento dos dez pontos mais críticos da Capital. Nele estão vias como a Avenida Anhan­guera nos cruzamentos com a Avenida Leste Oeste e no Viaduto da BR-153, na entrada no Jardim Novo Mundo. Ainda figuram no ranking dois trechos da Avenida 85; na Avenida Castelo Branco; Avenidas 82, 88, T-9 e também na região de desvio das obras de dois viadutos na região noroeste de Goiânia (confira o box). O documento da SMT não cita os tamanhos das filas ou quanto tempo o motorista leva para passar pela região, lista apenas que são os pontos de maior engarrafados.

Estão de fora da relação outros pontos onde são constantes os problemas com o trânsito lento. É o caso da Avenida T-63 no cruzamento com a Avenida 85, no Setor Bueno. A locomoção pela via é complicada em três períodos: pela manhã, horário do almoço e no fim da tarde. O viaduto construído sobre a 85, feito para dar fluidez às duas avenidas, amenizou a situação, mas atualmente a quantidade de veículos que acessa a via e também o excesso de sinaleiros não permitem ao motorista desenvolver velocidade satisfatória. A Avenida Jamel Cecílio (Av.136) é outro exemplo que também registra congestionamentos no período da manhã e final da tarde, mas também não está no levantamento da SMT.

Para quem precisa andar pela cidade paciência nunca é demais. O representante comercial Fernando José Pimentel, que mora em Curitiba, no Paraná, ficou assustado com a situação na Capital. “No pouco que andei fiquei assustado. O trânsito não flui, são muitos carros para ruas estreitas; não há vias expressas e os sinaleiros têm um tempo muito reduzido para a gente passar”, reclama. Ele ainda critica o excesso de buracos nas vias. “O asfalto não é de qualidade. A cidade inteira tá cheia de buracos. Toda hora é preciso frear ou tentar desviar dos buracos”. Ciente da bagunça que fica o trânsito em horário de pico, o consultor Thiago Alves tem adotado estratégias para não se estressar em congestionamento. “Sempre deixo para sair em horários alternativos, em que sei que o trânsito não é tão intenso”, explica.

Solução depende de um plano diretor de trânsito



Para o doutor em engenharia de transportes e professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (P UC-GO), Benjamim Jorge Rodrigues, o problema da Capital é a fluidez no trânsito, que nos pontos mais críticos está comprometida devido a capacidade estourada de receber mais veículos, número elevado de acidentes e a ocorrência constante de engarrafamentos. Para ele, Goiânia precisa de um sistema para definir a qualidade do trânsito e a partir disso engenheiros de trânsito realizar o gerenciamento da capacidade das vias e verificar os níveis de serviço nesses locais.

O especialista diz que com o sistema é possível planejar a operação do tráfego, para por exemplo, saber onde é necessário sinal, qual via pode ser coordenada por semáforos de onda verde e também estudar a viabilidade de implantar semáforos de tempo real, comandado pelo próprio tráfego. O professor de engenharia civil da Universidade Federal de Goiás (UFG), e também doutor em trânsito, Willer Carvalho, diz que a situação na Capital caminha para uma situação caótica. “Se pensarmos Goiânia há dez anos e ela hoje, a situação está extremamente crítica. E a tendência é piorar porque as facilidades de aquisição de um veículo só se tornam mais atrativas”, explica o especialista.

Segundo Willer, os problemas ocorrem porque a cidade não foi projetada para a quantidade atual de veículos que circulam pelas ruas. “Não adianta criar vias, aumentar faixas ou criar túneis porque um hora isso lota”, ressalta o professor ao explicar que o transporte coletivo é solução para melhorar a situação (mais detalhes leia abaixo). Carvalho lista ainda outros pontos problemáticos, como a Praça Cívica e Avenida 85, além de outros três eixos: avenidas T-9, T-8 e T-7. O professor ressalta que o problema nessas vias acontecem porque faz a ligação dos bairros a região central, local que concentra comércio e bancos, e que geralmente a população acessa para ir de uma ponta a outra na Capital.

Benjamim Jorge diz que o trânsito tem solução, mas enquanto não se apresentar um plano específico para o setor isso não acontecerá. “É preciso um plano diretor integrado de trânsito e transporte, a curto, médio e longo prazo. Um plano para ser seguido. Quando vamos implantar um sistema de transporte de massa? Quais vias vão mudar de sentido? Quais vão ser duplicadas? Onde vamos fazer viadutos? E onde vai haver corredor exclusivo para ônibus? Isso tudo deveria estar em um plano”, conta o professor.

O secretário municipal de Trânsito, José Geraldo Freire, diz que técnicos da pasta têm procurado alternativas e que a engenharia de tráfego busca constantemente soluções para o excesso de veículos na Capital. “Quando começamos a tirar estacionamento das vias e abrir uma terceira faixa, a gente está pensando nisso”, explica. Para o titular, hoje há muitas vias de mão dupla com estacionamento dos dois lados, o que o trânsito de Goiânia não suporta mais. “Se queremos mão dupla, temos que proibir o estacionamento de um lado ou até dos dois lados. São medidas que estamos avaliando.”

Além disso, Freire explica que os semáforos de três tempos são um outro problema e que soluções são estudadas. “O limite máximo que o motorista suporta esperar no sinal, sem irritação, é 120 segundos. O de três tempos passa disso, além do fato do tempo que o motorista tem para passar ser muito curto” explica.
Para o secretário, as entradas de Goiânia também geram gargalos porque a população da região metropolitana se utiliza muito da Capital. “Existe um fluxo pela manhã vindo para cidade, e à tarde, saindo. Tenho convicção de que, se não nos prepararmos para receber esse pessoal pela manhã e no fim do dia dar condições para que saiam, esses gargalos vão continuar”, anota o titular da SMT.

José Geraldo Freire também apontou a indisciplina e falta de educação dos condutores como outro problema para a atual situação. “No fechamento do semáforo, motociclistas não aceitam ficar parados antes da faixa de retenção, motoristas avançam sobre o sinal e também fazem estacionamento irregular”, cita. Sobre a criação de um plano diretor específico para o trânsito, o secretário disse que o Plano Diretor da cidade já pensa na área.

Investimento em trasporte coletivo é alternativa

Unanimidade entre os especialistas de engenharia de trânsito é o investimento no transporte coletivo como alternativa para retirar os veículos que incham as ruas de Goiânia. “Precisamos priorizar o transporte coletivo, que consome menos malha viária que o automóvel, considerando que o ônibus pode levar ao menos 80 pessoas” diz o engenheiro de trânsito da PUC-GO, Benjamim Jorge Rodrigues. Além disso, ele relata que é necessário de outros meios de transporte de massa, como por exemplo, o metrô. “Se isso não acontecer, daqui a pouco Goiânia inteira ficará congestionada”, alerta o professor.

Segundo o engenheiro Willer Carvalho, apesar do governo falar em priorizar o transporte coletivo, ele incentiva o transporte individual quando abaixa os impostos e facilita o financiamento de carros particulares. “É preciso dar qualidade e confiança de que o ônibus vai passar e chegar em tal local em determinado horário”, afirma o especialista. Para Willer, se o transporte público tiver qualidade, as pessoas deixarão o carro em casa. Ele explica que o cidadão que estiver parado no trânsito ao perceber que ao seu lado os ônibus passam de forma contínua, porque estão em um corredor preferencial, vão analisar que não adianta perder horas no trânsito, enquanto o ônibus flui de forma constante.

O doutor em engenharia ressalta que falta interesse dos governos em querer melhorar o trânsito e transporte, principalmente, na parte de infraestrutura e de buscar sistemas de transporte coletivo mais eficientes. Para ele, o BRT e o VLT são instrumentos que vão contribuir, mas desde que sejam feitos estudos apropriados para saber os locais onde essas soluções são mais efetivas. “O VLT traz algumas vantagens, como a revitalização das regiões onde passa, mas a capacidade de transporte é similar ao modelo que já está implantado, com Eixo Anhanguera”, pontua.

Sobre o BRT, que a Prefeitura de Goiânia quer implantar na Capital, Willer diz que ele terá vantagens se realmente for construído dentro de um conceito de BRT. “Os ônibus não devem parar em semáforos e deve haver pontos de ultrapassagem no trajeto. Se o Eixo Norte/Sul for feito na concepção real de BRT, isso vai trazer muitos ganhos”, explica o especialista, que afirma ainda que outras linhas também têm que estar bem planejadas e operadas para terem fluidez.

Fonte: Tribuna do Planalto


Goiânia vai ganhar hotel de luxo internacional no Setor Marista


A capital goiana será a sétima cidade brasileira a contar com um hotel da bandeira Radisson, da empresa norte-americana Carlson Hotels & Resorts. O QS Marista será erguido na Rua 145, no Setor Marista, entre os chamados Bloquinhos do Marista e a região gastronômica do bairro.  

O empreendimento será o primeiro de Goiânia da categoria luxo internacional, e terá torre de 16 pavimentos, com 10 ambientes privativos por andar que variam de 31 a 48m² mais a suíte presidencial com 115m².    

A área de lazer ficará na cobertura com sala de massagem, bar piscina, sauna e sala fitness.  A piscina com borda infinita será uma atração à parte com vista privilegiada de Goiânia.  

No mundo, a empresa atua em 58 países e, no Brasil,  em Barueri (SP), São Paulo (SP), Aracaju (SE), Belém (PA), Curitiba (PR) e em Maceió (AL).  

Itens como sala de convenções e sala de reunião, integram a lista de ambientes para o corporativismo. As unidades de hospedagem poderão ser adquiridas por investidores, que passarão a ser sócios do negócio. O hotel será administrado pela Atlantica Hotels.  

A entrega da obra está prevista para dezembro de 2016. O Valor Geral de Vendas (VGV) do empreendimento está estimado em R$ 70 milhões.

A Queiroz Silveira tem como prática realizar projetos embasados em pesquisas mercadológicas para viabilizar seus produtos. Com o QS Marista  não seria diferente. Dados divulgados pela Infraero, por exemplo, mostraram um crescimento de 150% no trafego de passageiros do Aeroporto Santa Genoveva, em 7 anos. Outros dados analisados pela HotelInvest, demonstram que a demanda por leitos deve crescer cerca de 6% em 5 anos. “Hoje, Goiânia sofre uma carência de 2500 leitos por ano”, contabiliza o gestor de vendas da Queiroz Silveira, Edmilson Borges.    

Outro dado importante é que o fluxo de visitantes está concentrado nos dias de semana, o que caracteriza o intenso turismo de negócios. O QS Marista chega para ser uma opção de alto padrão para esse empresário.  “O mercado vem aguardando com grande expectativa este lançamento porque trata-se de um produto único, inovador e em localização nobre, além de atender uma demanda ainda forte na Capital, por opções de hospedagem mais requintada”, diz Rogério Queiroz Silveira, diretor da incorporadora.

Além do hotel, o empreendimento QS Marista inclui também o QS Residence, um residencial com serviços. Embora integrem o mesmo projeto, as duas torres do QS Marista, o residencial e hotel, serão prédios independentes e os usuários não terão acessos internos. Serão 100 apartamentos de uma ou duas suítes, de 48 e 66 metros quadrados.  “O flat é destinado para pessoas de rotina dinâmica, que desejam  morar em uma boa localização e usufruir de serviços no padrão internacional”, explica o diretor da construtora.

A novidade em Goiânia é que os serviços hoteleiros -  manutenção, limpeza, refeição e lavanderia - oferecidos pela Atlantica Hotel Internacional, poderão estar disponíveis para o residencial. Assim como no hotel, terá  área de lazer na cobertura com piscina, SPA e espaço para festa. “O morador poderá fazer a reserva para oferecer festas e confraternizações com vista incomparável, ” ressalta Rogério.  

O QS Marista Residence terá 25 pavimentos e será construído com fachada de vidros espelhados prata serigrafado em preto fazendo as formas geométricas seguindo o mesmo esquema de cores da torre hoteleira. O vidro possui suficiência enérgica e reforça o compromisso da Queiroz Silveira com o meio ambiente.  

Segundo o diretor da Queiroz Silveira Construtora e Incorporadora, Rogério Queiroz Silveira, a localização foi escolhida por oferecer o melhor da capital goiana ao morador e hóspede. “É uma região central,  de ótima gastronomia, próxima de áreas de lazer e próxima dos melhores locais de Goiânia”, argumenta. No total, o  empreendimento ocupará uma área de 19.500 m².

Fonte: A Redação


O Abondono do Trem da história


Mal preservada, a antiga Estação Ferroviária de Goiânia não oferece qualquer tipo de atividade cultural à população.

A antiga Estação Ferroviária de Goiânia, localizada na Praça do Trabalhador, é uma obra de muitos valores. Ela ajuda a contar um capítulo importante da Capital, pois nasceu junto com a sua construção. É também uma das edificações mais representativas em estilo Art Déco no Brasil. E além do seu peso histórico e arquitetônico, agrega também o valor associado ao campo do imaginário, aquilo que é sentido por cada um que visita ou passa pelo velho prédio, algo que não  pode ser medido. Como, então, justificar que uma obra importante para os goianos possa estar tão mal administrada pelo poder público municipal?

Em um breve passeio pela estação é possível verificar problemas existentes por lá. Na área externa, por exemplo, as calçadas estão danificadas em vários pontos e a pintura do prédio está em péssimas condições. A velha locomotiva, ou Maria Fumaça, que andou a todo vapor pela estrada de ferro um dia, e agora é exposta no local, está com bastante lixo e até fezes podem ser encontradas em seu interior. A grama em volta da estação também precisa de cuidados. Na área interna, painéis pintados por  Frei Giuseppe Confaloni (expoente do Modernismo goiano) que retratam a  a construção da Estrada de Ferro Goiás (EFG), merecem atenção especial. Assim como infiltrações e focos de mofo no andar superior do prédio.

A antiga Estação Ferroviária é tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) desde o ano de 2003. Ela foi inaugurada durante o mandato  do governador Pedro Ludovico Teixeira, em novembro de 1952, e desativada na década de 1970. No período em que funcionou, a Estrada de Ferro   possuía cerca de 480 quilômetros, passava pela cidade de Anápolis, Goiânia, outras localidades do interior goiano até chegar a Araguari (MG). Atualmente o prédio da velha estação abriga uma base da Guarda Municipal e a única atividade cultural que existe por lá são os ensaios da Banda Marcial de Goiânia.
O aposentado Milton Lú­cio, de 69 anos, tem boas lembranças da época em que a estação estava em pleno funcionamento. Ainda garoto, ele recorda da primeira vez em que andou no trem, na companhia do seu pai, rumo ao interior de Goiás. “Eu cheguei aqui era tudo tão bonito, cheinho de gente. Naquela época se podia conversar com todo mundo. Era bom demais pegar o trem e sumir nesse mundo. Isso aqui era chique demais”, diz ele ao se referir à estação. Nas boas lembranças do local, Milton lembra que o trem tinha diversos vagões, alguns deles eram destinados à carga, e outros apenas para o transporte de passageiros.

Se as memórias do idoso remetem a boas lembranças, o atual momento da antiga estação não é nada agradável de se ver. “Esse 'trem' era tão bonito, mas hoje está assim. Não é mais aquele ambiente familiar do passado. Mas que abandono!”, reclama Milton. Segundo ele, o local carece de uma reforma, para que fique “mais bonito” e tenha condições de virar um ponto turístico na capital.  Um espaço, em sua opinião, que seja prazeroso de trazer a família e filhos para usufruírem de um local que guarda uma parte muito importante da história de Goiânia, e da qual se orgulha de ter sido testemunha.

Um projeto para todos

Arquiteta e urbanista Maria Eliana Jubé Ribeiro, que é conselheira do Conselho de Arquitetura de Goiás (CAU/­GO) e professora da Pon­ti­fícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO), conta que a obra da antiga estação ferroviária de Goiânia é uma das mais representativas do estilo no Brasil e até no mundo. Se­­gundo ela, porque agrega todos os elementos que dão significação ao estilo Art Déco, como a simetria, as cores, as linhas retas e, no caso da Estação, também a parte central que traz o relógio afixado no ponto mais alto. O conjunto da obra em si é também singular por fazer parte do traçado clássico inicial da cidade de Goiânia, projetada por Atílio Correia Lima, afirma.

Sobre a revitalização do local, Maria Eliana alerta que um novo espaço deve ser pensado de maneira que traga significação para toda a população, sobretudo para as pessoas residentes nas proximidades. “Para que seja criado um sentimento de pertencimento para com o espaço. Porque quem cuida é quem gosta”, destaca a educadora. E também que a concepção de um novo espaço deve levar em conta a função social que terá, o quanto será capaz de suscitar o gosto pelo passado. Seja por meio de atividades culturais, ou por elementos que ajudem a contar a história da estação e consequentemente da cidade. “É preciso pensar em algo que contemple a contemporaneidade, mas reconhecendo a história”, destaca.

A também arquiteta e coordenadora técnica da Superintendência do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) em Goiás, Beatriz Otto, lembra que a antiga estação é um dos bens mais representativos tombados pelo Iphan em Goiás. E reforça a ideia de que uma restauração precisa vir acompanhada de um projeto de ocupação para o lugar. Beatriz lembra que o espaço já passou por uma reforma há alguns anos, mas que desde então não houve um preenchimento do lugar com atividades culturais, o que prejudicou a manutenção do próprio bem.

Nova proposta de revitalização

A última reforma realizada na Estação Ferroviária foi em 2004, na gestão do Prefeito Pedro Wilson (PT). Na época, conforme material divulgado no endereço eletrônico http://portal.iphan.gov.br/ e datado de Julho de 2004, consta que seriam realizadas a impermeabilização do telhado, troca do piso, recuperação das partes hidráulicas e elétricas e pintura do prédio. Além disso, havia previsão de transformar a estação em um espaço cultural que abrigasse um restaurante, palco, auditório, cyber-café, empório goiano, Espaço Confaloni, além de salas de exposições. O texto dizia também que “o acervo permanente contará a história da ferrovia e terá um Núcleo de Memória”. A parte referente a ocupação com atividades culturais, ao que parece, ficou na teoria.

Questionado sobre a situação do patrimônio histórico-cultural, o atual secretário municipal de cultura de Goiânia, Ivanor Florêncio, que tomou posse em janeiro deste ano, disse que há previsão de restauração e revitalização do local para 2014. Segundo ele, as obras devem começar no mês de agosto e se estenderão por um ano. Os recursos, aproximadamente R$ 8 milhões virão do governo federal, por meio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC II). Conforme Ivanor, já foram feitos projetos e estudos técnicos exigidos pelo Governo Federal e encaminhados à Brasília, e que agora a secretaria aguarda um parecer favorável para a liberação da verba.

Se os recursos vierem, a proposta da Secult Goiânia é investir na recuperação da área externa e interna e criar na Estação um espaço multiuso. Que deve ser formado por uma galeria de arte, bistrô, biblioteca, além de espaço para formação na área de dança. Dentro da nova concepção, segundo Ivanor Florêncio, também estão previstas a instalação da sede da administração do local bem como a restauração dos murais de Frei Confaloni. A Guarda Municipal e a Banda Marcial de Goiânia vão permanecer no espaço. A partir das mudanças, Florêncio afirma que a ideia é usar o local como uma forma de potencializar o turismo na capital. “A estação é um dos lugares mais bonitos de Goiânia”, reconhece.

Local vira um grande estacionamento

Durante a Feira Hippie, que acontece todos os domingos na Praça do Trabalhador, a área da Estação serve de estacionamento para os carros das pessoas que visitam a feira. Tanto nas calçadas que dão acesso à parte frontal, bem como na parte de trás da estação, onde antigamente existiam os trilhos de ferro, aos domingos é dominado por automóveis. E também pessoas que comercializam produtos como água e refrigerantes.

Sobre a utilização da praça como estacionamento no final de semana, a Secretaria Municipal de Trânsito, Transportes e Mobilidade (SMT) informou, via nota, que há fiscalização periódica nos bairros próximos a Feira Hippie, e que a região está no cronograma semanal de fiscalização da pasta. O texto diz que nas quintas-feiras, agentes ficam das 12h às 20h, nas sextas-feiras das 12h às 22h e aos sábados e domingos das 6h às 18h. Apesar da fiscalização, o grande número de carros estacionados na praça, que a reportagem flagrou quando esteve na Estação no domingo, mostra que muitos que visitam a feira continuam a desobedecer às leis de trânsito. Com isso, a área  de passeio da praça ao redor da Estação, que deveria ser usada só por pedestres, acaba subutilizada  de de maneira irregular.

Fonte: Tribuna do Planalto