15 de abril de 2015

Goiânia contará com 100 km de malha cicloviária até 2016.





Melhorar a mobilidade urbana é uma das principais diretrizes da gestão do prefeito Paulo Garcia e a implantação de malha cicloviária na cidade faz parte desse projeto. Na tarde desta terça-feira, 14, o prefeito reuniu-se com ativistas cicloviários para ouvir suas propostas sobre o tema e reforçou seu interesse em ampliar ainda mais o número desses espaços na cidade. Estavam presentes no encontro participantes de grupos de ciclismo da cidade: João Batista, de Os Goiabas; Diogo Brandão, do Pedal Goiano; Karine Neves, do GO Ciclo; e Luciene Araújo, do Saia no Pedal.

“Nosso compromisso com as ciclovias é real, de uma cidade sustentável, que é cidade para as pessoas”, afirmou Paulo Garcia, pontuando que a criação de ciclofaixas (segregação da faixa para bicicletas por meio de taxões) e, principalmente, de ciclorrotas (compartilhamento do mesmo espaço onde circulam veículos dotando-o de sinalização) é o mais indicado para atender rapidamente à solicitação dos cicloativistas.

Os corredores preferenciais de ônibus e táxis que estão implantados na cidade contarão com malha cicloviária. O corredor da T-7, por exemplo, já foi iniciado e uma parte da ciclovia na Avenida Alves está pronta. Para as Avenidas 85 e T-63, onde apenas um trecho das ciclovias está finalizado, o prefeito assinou liberação de edital para licitar a construção da parte restante. Há previsão, ainda, para outros trechos de malha cicloviária nas Avenidas 24 de outubro, Independência e T-9.

O prefeito lembrou também que Goiânia conta hoje com 48 quilômetros de malha cicloviária e que outros 15 já estão encaminhados. O Programa Ambiental Macambira Anicuns, quando finalizado, terá 40 quilômetros de via própria para as bicicletas. “O Parque do Cerrado, que terá projeto apresentado às 19h de hoje, também terá malha cicloviária”, contou Paulo Garcia.

Durante o encontro, o gestor municipal assumiu o compromisso de chegar aos 100 quilômetros de malha cicloviária até o final de seu mandato, em 2016, e designou o coordenador de projetos especiais, Nelcivone Melo, como responsável pela ação. “Mobilidade urbana é um compromisso dessa gestão”, garantiu Nelcivone, que participou da reunião junto com outros representantes da administração municipal: secretário de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT), José Geraldo Freire; de Obras (Semob), Washington Ramalho; de Políticas para a Juventude (Sejuv), Luiz Inácio Neto; e a presidente da Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), Patrícia Veras.

Para Luciene Araújo, do grupo Saia no Pedal, o prefeito está no caminho certo. “Paulo Garcia deu o pontapé inicial, os primeiros passos das ciclovias da cidade. Foi necessário ter calma para colocá-la em prática, agora é dar continuidade”, disse. Segundo João Batista, de Os Goiabas, avanços têm acontecido dentro da realidade: “Já foi feita alguma coisa, o projeto é real e temos que seguir em frente”.

Sobre um dos pontos abordados durante o encontro, a falta de conscientização e de respeito dos motoristas para com os ciclistas, o prefeito sugeriu que sejam realizados fóruns e eventos educativos para mostrar à população a necessidade de respeitar a sinalização da malha cicloviária e do cuidado indispensável com os ciclistas. A primeira reunião do Grupo de Trabalho, que será composto por todos os presentes na reunião, acontecerá ainda esta semana.

Monique Pacheco, da Diretoria de Jornalismo – Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Crédito: Humberto Silva

Fonte: Prefeitura de Goiânia


Goiânia Curta mais: Preserve Art Déco



Outra empresa consciente que merece nosso destaque é a Farmácia Artesanal que devolveu as características Art Déco ao prédio que abriga a sede do grupo, no Centro de Goiânia.

Reconhecendo a importância de resgatar a memória e preservar o patrimônio histórico dos goianos, a Farmácia Artesanal investiu na recuperação do edifício Art Déco que abriga uma das lojas da rede. Cada detalhe da construção, localizada na Rua 4 esquina com a Rua 7, foi preservado ou reparado de acordo com suas características originais. Quem passa pelo endereço é levado de volta ao cenário capturado nas primeiras fotos da capital projetada em 1933 por Atílio Correa Lima.

“Quem caminha pelo Centro não tem ideia da preciosidade Art Déco ainda encoberta por painéis. Esperamos que essa iniciativa encoraje outras empresas a fazer o mesmo”, afirma Evandro Tokarski, diretor do Grupo Artesanal. Goiânia guarda hoje um dos mais significativos acervos de Art Déco do Brasil. O estilo artístico inspirou a arquitetura dos primeiros prédios da capital.

O sobrado que abriga a loja da Farmácia Artesanal teve sua fachada totalmente recuperada, por meio do resgate e da recomposição dos elementos Art Déco originais, identificados por meio de uma minuciosa pesquisa histórica. Uma das referências foram fotos que retratam farmácias nos anos 1940 e prédios nos primeiros anos da capital.

Intervenções
A fachada do edifício estava encoberta por uma estrutura metálica, que camuflava todas as suas características Art Déco ainda preservadas. Por isso, a primeira intervenção foi a retirada do painel. Depois, foi um feito um trabalho de recuperação e valorização dos traços do estilo arquitetônico. Elementos que não faziam parte da estrutura original do edifício, como grades das janelas, também foram retirados.

A proposta de recuperação arquitetônica incluiu também a requalificação da calçada e a estratégia de sinalização da fachada. “Escolhemos letreiros de dimensões reduzidas de forma a preservar a visualização do imóvel e a contribuir com a limpeza visual da cidade”, explica a arquiteta Janaína de Castro, responsável pelo projeto. Ela já acompanhou outras obras do tipo desenvolvidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

“Fomos motivados pela real necessidade que existe na área de preservação da história da capital goiana e pelo desejo de disponibilizar esse patrimônio para a comunidade em geral”, destaca Evandro Tokarski.

A loja fica na Rua 4 esquina com a Rua 7, Centro.

Fonte: Curta Mais


Parque do Cerrado terá até teleférico e cinema ao ar livre





Espaço urbano ambiental de 706 mil metros quadrados será construído no Parque Lozandes com investimentos na ordem de R$ 100 milhões. Previsto para ser finalizado em cinco anos, o complexo ambiental, cultural, esportivo, de lazer e serviços é um modelo inédito na Capital que será composto por 65 diferentes atrações

Os 706 mil metros quadrados do Parque do Cerrado, segundo maior espaço urbano ambiental da Capital, terão até teleférico e cinema ao ar livre, de acordo com projeto de implantação apresentado nesta terça-feira, 14, ao prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, durante solenidade no Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON), Setor Fazenda Gameleira. Dividido em oito setores, 65 diferentes atrações integrarão o complexo que deve ser executado em até cinco anos em terreno localizado no Parque Lozandes, região Sul da cidade. A totalidade das obras tem custo estimado em R$ 100 milhões e deve ser executada pela Prefeitura de Goiânia por meio de Parcerias Público- Privadas (PPP's). O vice-prefeito, Agenor Mariano, foi quem intermediou as primeiras negociações em busca de PPP's para viabilizar o parque.

'As Parcerias Público Privadas possibilitaram termos hoje um projeto executivo definitivo. Também seguiremos em parceria com a iniciativa privada na construção do parque. Hoje, um oitavo desse projeto já tem execução garantida', afirmou o prefeito, que espera firmar novas parcerias para viabilizar todos os recursos necessários à obra. O governador de Goiás, Marconi Perillo, esteve presente no evento e disse que garantirá recursos para construção de pelo menos mais um oitavo da obra.

Em termos territoriais, o Parque do Cerrado terá dimensão menor do que o Programa Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama), com 24 quilômetros de extensão; mas será maior do que os outros 33 parques já existentes na cidade. Em termos comparativos, ocupará área cerca de oito vezes superior às dos parques Sulivan Silvestre (Vaca Brava), no Setor Bueno; e Flamboyant Lourival Louza, no Jardim Goiás. Além do tamanho, o Parque do Cerrado destaca-se por inaugurar na cidade um conceito inédito, fruto de concepção participativa, que mescla opções de lazer e serviços a atrações naturais, esportivas, culturais e de lazer. 'Penso que o Parque do Cerrado será histórico para Goiânia. Temos 34 parques (incluindo o Macambira Anicuns), mas esse é o primeiro pensado de forma colaborativa. Esse não é um projeto da Prefeitura de Goiânia, mas de toda a comunidade goianiense', ressalta Paulo Garcia.

O Setor 1 será composto por tóten com funções informativas e de registro histórico; pórtico de acesso principal; bar; Bike Stop; Biblio Share; quadras de tênis e paddle (jogo semelhante ao tênis); trecho de ciclovia e área de passeio. O Setor 2 terá Espaço pais; Play Aventura, destinado à público com idades entre oito e 12 anos; fonte; mini caminhada; Play de Bebês, para crianças entre zero e três anos; Play Descoberta, com foco nas de quatro a oito anos; e bosque nativo. As áreas voltadas ao público infantil serão compostas por brinquedos lúdicos e para resgate cultural, como as pistas de amarelinha. Todas as atrações do Parque do Cerrado serão interligadas por nono Km´s, respectivamente, de pistas de caminhada e de bicicleta - ciclovias e ciclofaixas.

O percurso será integrado à natureza local com propósito de oferecer aos usuários sombras e conforto térmico, além de disponibilizar pontos para apoio, como o Bike Stop, local que oferecerá ferramentas para bicicletas, bebedouro com água potável e compressor de ar para pneus; e de descanso, a exemplo de Espaço Relax. Haverá, inclusive, sistema público para locação de bicicletas, o Bike Share; e pista de caminhada com demarcação de cores indicativas de níveis de dificuldade em diferentes pontos do trajeto. 'É um parque que foi pensado de forma colaborativa e vamos trabalhar para que seja construído e mantido também dessa forma', diz Guilherme Takeda, arquiteto responsável pelo projeto. Banheiros públicos serão construídos ao longo de todo o parque. Haverá também bebedouros com água potável e pontos de internet sem fio ao longo de todo o perímetro.

No projeto elaborado pela construtora EuroAmérica, parceira da prefeitura na viabilização do projeto; o Setor 3 foi contemplado com ciclovia; área de passeio; bar; Bike Stop, Biblio Share; acesso; espaços fitness ao ar livre e para terceira idade, inclusive com placas autoexplicativas para realização segura dos exercícios; Pet Place, área cercada para passeio com animais de estimação; zona de slake line e totén informativo. Já no Setor 4 estarão acesso iluminado; praça do mirante; teleférico; espaço para exposições temporárias; quadra poliesportiva; campo de futebol de areia; espaço de alongamento; sede administrativa; banheiros; pistas de skate bowl e street; parede de escalada; pista de Mountain Bike; pista de patinação; espaço para arte local; bar; Bike Stop e Biblio Share.

Há ainda inovações como a Biblio Share, um espaço público destinado à leitura e à troca de livros entre os frequentadores do local; e atrativos extras, a exemplo dos dois trechos de teleféricos; do mirante; da Feira de Orgânicos, cujo objetivo é promover a agricultura local e estimular o consumo de alimentos saudáveis; além da área para Food Trucks, destinada a comercialização de comida saudável e de pratos da culinária regional. Haverá também espaços de exposição e eventos. No Parque do Cerrado, todo o mobiliário terá design contemporâneo e entre a decoração haverá esculturas de artistas locais.

Anfiteatro será construído com materiais recicláveis e utilizará energia solar

Um dos principais atrativos do Setor 5 do Parque do Cerrado, o Anfiteatro das Artes foi projetado a partir de conceitos de sustentabilidade, principal bandeira da atual administração de Goiânia. O espaço será construído com materiais recicláveis, inclusive os obtidos por meio do programa Coleta Seletiva, gerido pela Prefeitura de Goiânia; e terá recursos tecnológicos para captação de energia solar. O espaço aberto, composto por palco e arquibancadas, será destinado a apresentações artísticas e manifestações culturais. Além dele, o setor terá áreas de passeio de artes; ciclovia; bar; Bike Stop; Biblio Share e acesso.

O Setor 6 terá uma passarela suspensa para interligação com Centro Cultural Oscar Niemeyer; mirante; esplanada cívica; arquibancada; bar; Bike Stop; Biblio Share; tóten informativo e área de acesso. No penúltimo setor do Parque do Cerrado, o 7, haverá outro espaço destinado à arte local, lago, deck, pedalinhos e ponto de estar contemplativo pensado dentro de conceitos de espaços zen. A última parte do parque, o Setor 8, terá acesso, restaurantes, cinema ao ar livre, arquibancada, horta orgânica, banco de espécies nativas do cerrado, vila ambiental, áreas de apoio administrativo, jardim botânico natural, passarela de arvorismo e trilha na copa das árvores.

O parque terá central de monitoramento das câmeras de segurança, que serão instaladas em toda a extensão dele. A segurança será mantida também por meio de rondas permanentes e pela presença de base da Guarda Civil Metropolitana. Totens interativos serão utilizados para fornecimento de informações geográficas aos frequentadores, assim como para educação ambiental. O projeto, desenvolvido pela empresa Takeda Paisagismo & Urbanismo, de Porto Alegre (RS), foi concebido por meio de Charrette, metodologia norte-americana utilizada por urbanistas para projetos e planejamento de comunidades. O método consiste em reunir diferentes públicos envolvidos no desenvolvimento de um produto para debater, ao longo de um período predeterminado, as soluções que serão adotadas.

Utilizado pela primeira vez em Goiânia, a Charrette ocorreu ao longo do mês de março sob coordenação da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma) e da Euroamérica Incorporações, com supervisão do arquiteto gaúcho Guilherme Takeda. Cerca de 100 cidadãos participaram de dois workshops, entre esses representantes de associações de bairros, dirigentes de organizações e de entidades ligadas ao urbanismo e meio ambiente, além de estudantes e profissionais que atuam na área. No Brasil, o sistema foi adotado no Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. Em Goiás, foi utilizada na requalificação da Praça Bom Jesus, em Anápolis. A criação do Parque do Cerrado foi autorizada pelo prefeito Paulo Garcia por meio da Lei n° 9.360/2013.

Giselle Vanessa Carvalho, da Diretoria de Jornalismo - Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Fotos do Projeto:













Fonte: Prefeitura de Goiânia


13 de abril de 2015

Paulo Garcia articula construção de dois viadutos para facilitar acesso ao aeroporto


Objetivo é que obra seja entregue junto ao novo Aeroporto Santa Genoveva, que deve entrar em operação em novembro

Da assessoria, Secom

O prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, articula junto ao governo federal a construção de viaduto no trecho que liga a BR-153 à Alameda Aeroporto, no Jardim Guanabara, com o propósito de melhorar a fluidez do trânsito e facilitar o acesso ao novo Aeroporto Santa Genoveva, cujo funcionamento está previsto para o mês de novembro. A intervenção viária esteve na pauta de deliberações entre o chefe do Executivo, o ministro da Aviação, Eliseu Padilha, e o presidente da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Gustavo do Vale, que estiveram na Capital na segunda-feira, 6, para avaliar o cumprimento das ações necessárias ao fim da obra. Paulo Garcia já havia discutido o assunto com a presidente da República, Dilma Rousseff.

“Conversei com a presidente Dilma na última visita dela a Goiânia (no dia 19 de março), e ela nos autorizou a negociar com a concessionária que detém a concessão das BR’s 060 e 153, a Triunfo Concebra, que haverá de executar o acesso de saída do novo terminal através da BR-153″, explica o prefeito da Capital. A obra, segundo, ele, será absorvida dentro do contrato de concessão. O projeto apresentado por Paulo Garcia ao ministro prevê que a Triunfo Concebra construa dois viadutos, cada um deles com 60 metros de cumprimento por 8,5 metros de largura; e quatro quilômetros de vias marginais entre os trevos do Jardim Guanabara e do Conjunto Caiçara. A estimativa é de que as obras custem R$ 18 milhões e sejam concluídas em seis meses, tempo hábil para que sejam entregues junto ao novo aeroporto.

“É um viaduto que vai permitir o acesso pela BR sem que ocorra interrupção no fluxo dessa importante via arterial para o transporte na região Centro-Oeste. Uma obra muito rápida porque é uma estrutura pré-moldada e a empresa já está com o projeto executivo em fase terminal”, diz Paulo Garcia. De acordo com o prefeito, Eliseu Padilha se dispôs a intermediar a autorização para a obra junto ao ministro dos Transportes, Antônio Carlos Rodrigues, e ao diretor-geral da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Jorge Luiz Macedo Bastos.

“Se o ministro autorizar nos próximos dias e se a obra for iniciada neste momento, nós teremos todo o complexo pronto: o complexo aeroportuário, a infraestrutura e o acesso através da BR, o que vai facilitar muito para todos nós, dos que vêm da região Sul do Estado, da região da cidade de Goiânia e daqueles que virão de Anápolis e Brasília, da região Norte do Estado. Todos entrarão, sem cruzar a BR, com acesso direto ao novo terminal”, defende Paulo Garcia.

Novo Aeroporto

As obras para conclusão do Aeroporto Santa Genoveva foram retomadas na segunda-feira após determinação da presidenta Dilma Rousseff durante evento no Palácio das Campinas Venerando de Freitas Borges (Paço Municipal), no último dia 19. Durante assinatura da ordem de serviço para construção do Bus Rapid Transit (BRT) Norte-Sul, Dilma anunciou destinação de R$ 246,2 milhões para a finalização dos 11,59% restantes, que compreendem pátio para estacionamento, pistas de táxi das aeronaves, estacionamento para veículos e o sistema viário interno do aeroporto.

Segundo Paulo Garcia, a destinação dos recursos atesta a disposição da presidente em fomentar o desenvolvimento de Goiânia, assim como de melhorar a mobilidade na Capital, tanto por via terrestre, a exemplo do BRT Norte-Sul e dos corredores preferencias para ônibus; quanto aérea. “Na minha gestão, a parceria e a sensibilidade da presidenta Dilma proporcionaram investimentos na construção de três viadutos; na implantação de três corredores de ônibus, que vão se somar a quatro outros; na construção de duas ciclovias; além da maior obra de mobilidade da história de Goiânia, o BRT Norte-Sul”, lista. Paulo Garcia e o vice-prefeito, Agenor Mariano, acompanharam a visita do ministro e do presidente da Infraero ao novo terminal.

“Tenho a certeza de que Goiânia caminha a passos largos para a promoção do desenvolvimento sustentável. Agora, com um terminal aeroportuário à altura das nossas necessidades e importante também para todas as cadeiras produtivas do Estado de Goiás e, porque não dizer, da região Centro-Oeste”, avalia. Desde outubro de 2012, Paulo Garcia articula junto ao Planalto colaboração para o fim das obras. A presidente havia garantido pessoalmente ao prefeito de Goiânia que o governo federal ajudaria a resolver as pendências legais que mantiveram as obras paralisadas entre abril de 2007 e setembro de 2013 em decorrência de apontamento de sobrepreço por parte do Tribunal de Contas da União (TCU). O chefe do Executivo também reuniu-se em Brasília com ministros ligados à área.

O terminal de passageiros, hoje 88,41% concluído, custará, ao todo, R$ 460 milhões. Os recursos do governo federal permitiram que a área total passasse dos atuais oito mil metros quadrados para 34 mil metros quadrados e que a capacidade operacional chegasse a 9,8 milhões de passageiros por ano, o dobro da atual. O trabalho relacionado às obras de infraestrutura deverá ser concluído até o dia 30 de novembro deste ano. Já os demais serviços têm prazo até o dia 4 de abril de 2016, data prevista para o encerramento do contrato, que tem valor de R$ 211,5 milhões.

Fonte: DM

Pirenópolis, um paraíso no coração do Brasil


Turismo na cidade contribui como mais uma fonte de renda para as famílias que optaram por viver no local. Pousadas, restaurantes, eventos anuais e outras várias opções possíveis de negócios na região reforçam os ganhos

Wandell Seixas Da editoria de Economia

Com mais de 80 cachoeiras catalogadas e com um calendário cheio de eventos culturais durante todos os meses do ano, Pirenópolis recebe cerca de 500 mil turistas anualmente. Em pesquisa realizada pela Goiás Turismo, em 2014, foi revelado que 98% dos turistas que visitam Pirenópolis, a 120 quilômetros de Goiânia, pretendem voltar ao município, sendo que 64% dos entrevistados afirmam que as expectativas em relação ao destino turístico foram plenamente atendidas.

Para 21% deles, as expectativas foram superadas. A maioria dos visitantes (56%) reside em Brasília, seguidos por visitantes de Goiânia (23%) e Anápolis (7%). O principal motivo da viagem a Pirenópolis para 91% dos entrevistados é o lazer. O estudo mostra que, entre os que procuram o destino para lazer, 63% estão interessados no ecoturismo, 29% na cultura local e 6% no descanso. Em relação à faixa etária, a maioria tem entre 32 e 50 anos (53%), 19% entre 25 e 31 anos, 12% entre 18 e 24 anos, 11% entre 51 e 59 anos e 5% acima de 60 anos.

Em relação à escolaridade, 59% dos turistas afirmaram ter pós-graduação. A pesquisa mostra ainda que a renda mensal individual é superior a oito salários mínimos para 41% dos entrevistados, 19% ganham entre quatro e seis salários mínimos, 16% entre dois e quatro, 14% entre seis e oito e 9% até dois salários mínimos. Entre os que foram abordados pela equipe técnica da Diretoria de Pesquisas Turísticas da Goiás Turismo, 39% são casais sem filhos e 29%, grupo familiar.

Quando perguntados sobre a principal fonte de informação que os levou até o município, 71% afirmaram já conhecer o destino turístico e 20% disseram ter recebido indicação de amigos ou parentes. A internet foi fonte de informação para a preparação da viagem para 8,3 % dos entrevistados. A grande maioria dos visitantes (85%) passou mais de um dia em Pirenópolis, sendo que 41% tiveram duas pernoites; 27%, uma pernoite; e 20%, três pernoites. O meio de hospedagem mais procurado foi as pousadas para 82% dos turistas. A pesquisa identificou que o gasto médio por pessoa na viagem é de R$ 231,78 (35,2% com alimentação e 49% com hospedagem).

Os turistas também avaliaram a infraestrutura de Pirenópolis. Nesta etapa da pesquisa, os entrevistados deram notas de 1 (muito ruim) a 4 (muito bom) para itens como limpeza urbana (nota 3,22), segurança pública (nota 3,2), atrativos turístico visitados (nota 3,38), restaurantes (nota 3,4), hospedagem (nota 3,44), diversão noturna (nota 3,26) e preços praticados (nota 2,44).

Toda cidade tem seu encanto, porém, poucas reúnem tantos encantos como Pirenópolis, a Cidade dos Pireneus. Cidade histórica, uma das primeiras do estado de Goiás, Pirenópolis é abraçada pela serra que deu origem ao seu nome, com montanhas cobertas pela raríssima vegetação de cerrado rupestre, natureza exuberante, formações rochosas, nascentes e dezenas de cachoeiras.

Segundo a tradição local, a serra recebeu o nome de Pireneus por haver na região imigrantes espanhóis, que por saudosismo ou por encontrar alguma semelhança com a cadeia de montanhas situada entre Espanha e França, deram então o mesmo nome a esta serra goiana. É a terra das Cavalhadas, da Festa do Divino Espírito Santo, de Veiga Vale, de altares barrocos e das pedras de quartzito.

Pirenópolis tem primazias: foi a primeira cidade a possuir obras sacras, a primeira biblioteca e o primeiro cinema do estado. Destacou-se na música goiana, graças ao surgimento de grandes maestros, e também da imprensa de Goiás – nela foi impresso o primeiro jornal do Centro-Oeste, denominado Matutina Meyapontense.

É reconhecida como berço da cultura goiana e já foi considerada a Atenas de Goiás!

Nasceu com o nome de Minas de Nossa Senhora do Rosário de Meia Ponte, fundada em 1727 pelo português minerador Manoel Rodrigues Tomar. Tornou-se vila em 1832, cidade em 1853, Pirenópolis em 1890.

Importante centro urbano dos séculos 18 e 19, com mineração de ouro, comércio e agricultura, ficou isolada durante grande parte do século 20 e foi redescoberta na década de 70, com a vinda da Capital federal para o Brasil Central, tendo sido tombada pelo Patrimônio Histórico Nacional em 1989.

Toda cidade tem um jeito que é só seu e debruçada sobre o Rio das Almas, Pirenópolis conservou tradições e manifestações culturais. Preservou seu patrimônio arquitetônico de belos casarões e igrejas do século 18 e, especialmente, sua hospitalidade e uma maneira de viver!

Respira-se bem-estar de cidade pequena quando se anda por ruas de pedras iluminadas por lampiões coloniais, quando se come da cozinha regional que guarda ingredientes e antigas receitas e quando se conhece a prosa cordial dos moradores.

E se é surpreendido por uma eficiente estrutura turística: bons hotéis e variados restaurantes, pousadas charmosas e aconchegantes e uma rua dedicada ao lazer – bares com mesas ao ar livre que funcionam desde o fim da manhã até a madrugada. Cachoeiras com receptivos organizados, passeios ecológicos e de aventura.

Pirenópolis possui ainda um comércio diferenciado onde é possível encontrar objetos artesanais – tecelagem, cerâmica, máscaras das Cavalhadas, flores de papel e chitão, mandalas do Divino. Tem arte e design, além de ser centro produtor de joias artesanais em prata. Passear por ela, ver o rio, apreciar a paisagem é estimulante e compensador.

Toda cidade tem sua vocação e a de Pirenópolis se manifesta desde os tempos coloniais. Ontem, entroncamento de caminhos para os que transitavam pela Estrada Real circulando ouro, mercadorias, tropas, notícias, sonhos, aventuras e conhecimento. Hoje, recebendo um fluxo constante de visitantes de lugares vizinhos e cada vez mais distantes.

Cidade onde se realiza o intercâmbio entre tradições, valores e jeito de ser que tão bem conservou com a diversidade cultural brasileira e mundial.

Patrimônio

Histórico

Pirenópolis foi tombada como conjunto arquitetônico, urbanístico, paisagístico e histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 1989. Possui um Centro Histórico com casarões e igrejas do século 18, como a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário (1728-1732), a Igreja de Nossa Senhora do Carmo (1750-1754) e a Igreja de Nosso Senhor do Bonfim (1750-1754).

Outros prédios significativos arquitetonicamente são o Teatro de Pirenópolis, de estilo híbrido entre o colonial e neo-clássico, de 1899, o Cine Pireneus, em estilo art déco, de 1919 e a Casa de Câmara e Cadeia construído em 1919 como réplica idêntica do original de 1733.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO

ROSÁRIO

A Matriz de Pirenópolis é um dos maiores e tradicionais centros de fé católica para o povo goiano e foi dedicada à padroeira da cidade. Construída entre 1728 e 1732 no auge da mineração do ouro.

Foi tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 1941 e restaurada entre 1996 e 1999. Um grande incêndio a destruiu em 5 de setembro de 2002. Sociedade, governo e entidades se mobilizaram para reeguer um dos maiores símbolos culturais do Centro-Oeste.

O Iphan apoiou a restauração e a reinserçao do monumento na paisagem. As obras começaram em 2003 e a Matriz foi reinaugurada em 30 de março de 2006. A Igreja de Nossa Senhora do Rosário continua como nasceu, simples, bela e verdadeira.

IGREJA DE NOSSA SENHORA DO CARMO

Marco de fundação da cidade de Pirenópolis. Foi construída entre 1750 e 1754 por Luciano da Costa Teixeira e seu genro Antônio Rodrigues Frota, como capela da família. Está às margens do Rio das Almas após a Ponte de Madeira.

De grande simplicidade guarda uma decoração barroca rococó nos altares do interior com rica talha e significativa estatuária. Restaurada em 2008 abriga também o Museu de Arte Sacra.


IGREJA DE NOSSO SENHOR DO BONFIM

É uma típica igreja colonial portuguesa localizada no bairro do Alto do Bonfim. Erguida entre 1750 e 1754 sua imagem de Nosso Senhor Jesus do Bonfim foi trazida de Salvador pelo sargento-mor Antônio José de Campos através de um comboio com 264 escravos. As pinturas do altar mor e do teto foram feitas por Inácio Pereira Leal, possui quatro sinos sendo que um deles é um dos mais antigos de Goiás, de 1756.

TEATRO PIRENEUS

Construído em 1899, ao lado da Praça da Matriz, por Sebastião Pompeu de Pina em estilo eclético com elementos do colonial e do neoclássico.

Foi restaurado nas comemorações do seu centenário com o desenho e estruturas originais preservados sendo acrescentados espaços de apoio como camarins e depósitos. O fundo do teatro se liga ao cinema através de seus quintais formando um entroncamento cultural com pequeno palco ao ar livre para apresentações.

CINEMA PIRENEUS

Sua fachada originalmente em estilo neoclássico foi alterada em 1936 para o estilo art déco pois foi tudo o que restou do edifício quando seu telhado ruiu com o abandono do local durante a década de 80.

Construído pelo padre Santiago Uchôa, em 1929, hoje funciona como espaço teatral, cinema , galeria e apresentações musicais. Está localizado na Rua Direita, uma das mais bem conservadas de Pirenópolis com seu casario.


CASA DE CÂMARA E CADEIA

Este monumento foi construído em 1919, como réplica idêntica à Casa de Câmara e Cadeia de 1733, a mais antiga do estado de Goiás, que ficava na Rua do Rosário, perto da Igreja Matriz.

Está localizado em frente ao Rio das Almas próximo à Ponte de Madeira e tem dois pavimentos. Restaurado pelo Iphan já foi adaptado com acesso para deficientes e abriga o Museu do Divino.

O destino

Pirenópolis, com cerca de 25 mil habitantes, conserva seu aspecto antigo e bucólico. A cidade, tombada como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, é cercada de morros e cachoeiras. Um retrato vivo da história goiana, onde um povo hospitaleiro, alegre e festivo, convive com um ambiente de extrema beleza natural. As ruas históricas, casarões, museus e igrejas retratam a vida do século XVIII. A cidade está aos pés da Serra dos Pireneus, de onde nascem inúmeros córregos que formam belíssimas cachoeiras. Pirenópolis é detentora do maior número de Unidades de Conservação do Estado de Goiás, nove ao todo.


PREFEITO

Natural de Pirenópolis, Nivaldo Antônio de Melo estudou nos colégios estaduais Comendador Joaquim Alves e Comendador Christóvam de Oliveira e aos 14 anos foi emancipado por seu pai, pastor Lourival Melo, para ficar à frente do negócio da família, a mercearia Melo. Neste período, foi se qualificando administrativamente em cursos técnicos oferecidos pelas grandes empresas fornecedoras.

Nivaldo despertou para a participação política através do contato com a população. Percebeu as mudanças e transformações dos anos 80 quando foi asfaltada a BR-070, ligação com Brasília, e houve o aumento do fluxo de visitantes na cidade.

Em 1994, dá um salto empresarial prevendo o grande crescimento do turismo como atividade econômica do futuro e estabelece o primeiro supermercado do município.

Durante todos esses anos, foi estreitando laços com a comunidade e conhecendo suas carências e aspirações.

Eleito vice-prefeito para o mandato de 2001/2004, compreende a necessidade de implementar modelos inovadores na administração pública para planejar o crescimento imposto pelo desenvolvimento.

Em 2008, Nivaldo Melo vence as eleições para prefeito municipal com 66% dos votos da população de Pirenópolis.

Em 2012, Nivaldo Melo se torna o primeiro prefeito reeleito de Pirenópolis.

Fonte: DM (Diário da Manhã)



Governo quer construir VLT no Eixo Anhanguera. Mas não tem dinheiro estadual nem federal


O governo de Goiás não desistiu, em definitivo, de construir o veículo leve sobre trilhos no Eixo Anhanguera, em Goiânia.

O projeto, dadas as modificações que foram feitas, está em fase de conclusão, e a licitação já está concluída.

O que falta? Não há dinheiro para construir o VLT nos governos federal e estadual. O VLT de Cuiabá  e Brasilia foram iniciados e, por falta de recursos, as obras estão paralisadas.

Fonte: Jornal Opção


Marconi anuncia concurso público para Polícia Militar de Goiás


Medida preencherá espaço deixado pelo Simve

O governador Marconi Perillo anunciou, na manhã desta segunda-feira (13/4), o concurso público da Polícia Militar, que contará com 1,5 mil vagas para soldado. O anúncio foi divulgado em primeira mão pelos perfis oficiais do governo nas redes sociais.

A decisão faz parte de uma série de medidas que Marconi pretende implantar para suprir o fim do Serviço de Interesse Militar Voluntário Especial (Simve). A modalidade, que atuava em Goiás, foi suspensa na última semana pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por ser considerada inconstitucional.

Na última sexta-feira (10), o governador chegou a lamentar a decisão do STF em entrevista coletiva, mas adiantou que outras alternativas seriam implantadas nos próximos dias. Na oportunidade, ele disse que estava estudando uma nova modelagem para o concurso público da categoria.

O governador pediu urgência na realização do concurso e determinou ainda a realização de processo seletivo simplificado para a contratação de 1.000 servidores administrativos para a Secretaria da Segurança Pública e Administração Pen

Fonte: A Redação


Valley Pub chega a Goiânia: o primeiro pub sertanejo da capital será inaugurado no dia 15 de abril


Os amantes da música sertaneja já podem comemorar. No dia 15 de abril será inaugurada em Goiânia uma unidade da Valley Pub, uma casa que se destaca pela originalidade e sofisticação inspiradas nos pubs irlandeses.

Com capacidade para 400 pessoas, a Valley Pub tem mil metros quadrados de área, sendo 500 metros quadrados de área construída. A casa tem decoração que segue a linha country western assinada pelo arquiteto Luis Pedro Scalise, que procura nos filmes de bangue-bangue detalhes divertidos e surpreendentes.

A casa tem ambiente envolvente e ousado desde o hall até os banheiros e torneiras, como cortinas de veludo vermelhas, cacto e muita madeira. A Valley chega a Goiânia pelo encanto que possui, pelo público receptivo e para ser referência no quesito bar, cozinha e atendimento.

O empreendimento chega pelas mãos dos empresários Sérgio Francisco Longo Filho, Daniella Longo Garcia, Flaviano Longo e Michelle Utzig. “Começamos com a Valley no final de 2008, início de 2009, em Campo Grande, porque sentíamos falta desse tipo de lugar na cidade. Não éramos do ramo e começamos porque gostamos de sertanejo. Hoje, a Valley tem três casas em Campo Grande, uma em São José do Rio Preto e uma em Cuiabá. A unidade Goiânia é a sexta que abrimos no Brasil”, afirma Sérgio Longo Filho, mais conhecido como Serginho.

A casa tem camarotes, lounges e deck para os amantes da dança. A Valley será inaugurada no dia 15 de abril de 2015 e está localizada na Rua 137 nº 241, Setor Marista.



A Valley

O grupo Valley foi idealizado pelos irmãos Daniella Longo Garcia, Sérgio Francisco Longo Filho e Flaviano Longo pelo gosto e apreço pela música sertaneja, na cidade em que moravam: Campo Grande, Estado do Mato Grosso do Sul.

Os irmãos viram a necessidade de uma casa sertaneja e decidiram arriscar. Abriram a primeira casa no final de 2008, início de 2009, a Valley Acoustic Bar, com atrações regionais, shows de pequeno e grande portes. E deu certo. Tão certo que os irmãos abriram outra casa dois anos depois: a Valley Pub, um bar temático com música ao vivo e super decorada.

Com mais um sucesso os irmãos abriram unidades da Valley Pub na cidade de Cuiabá, no Estado do Mato Grosso, em São José do Rio Preto, no Estado de São Paulo. A Valley Pub possui alto investimento e totalmente decorada. Preza pela exclusividade, espaços reservados, ambientes sofisticados e aconchegantes, perfeito para clientes que primam por diferenciais e originalidade.

No final de fevereiro foi inaugurada a Valley Tai, em Campo Grande, uma casa inspirada na Tailândia e na Índia ainda pouco vista no Brasil, com cascatas de água, vegetação natural, estátuas de Buda caracterizando um oásis, no meio da cidade, com espaços para mesas, lounges, bangalôs, bares e um deck rodeado de água com visão panorâmica da cidade, além da música eletrônica e comidas orientais.

Todos os projetos da Valley foram assinados pelo arquiteto Luis Pedro Scalise pensando na interação do público com decoração personalizada para receber a alta sociedade e as bebidas mais desejadas do mundo.



Inauguração Valley Pub

Dia: 15 de abril de 2015

Horário: 19h30

Funcionamento da casa: terça a domingo, a partir das 19h30

Informações: (62) 3997-6612


Fonte: DM


10 de abril de 2015

Marconi Perillo diz que governo não vai doar “nenhum centavo” a desfile


Goiânia – O governador Marconi Perillo (PSDB) afirmou no início da tarde desta quinta-feira, 9, que o Governo de Goiás não irá patrocinar a escola de samba Imperatriz Leopoldinense, que em 2016 levará ao Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, a história dos cantores goianos Zezé Di Camargo e Luciano e realizará um desfile homenageando também o Estado de Goiás, berço da dupla sertaneja.

“Do Governo de Goiás não vai sair nenhum centavo. Fizemos questão de acertar isso entre nós”, declarou Marconi durante entrevista coletiva concedida à imprensa antes do almoço para anúncio do samba-enredo, no Palácio das Esmeraldas, oferecido a Zezé Di Camargo e Luciano e a integrantes da escola de samba. O governador afiançou que o apoio do governo estadual ao desfile será estritamente institucional.

“Eu, particularmente, vou procurar os empresários, vou procurar as pessoas que gostam da cultura, das artes, do carnaval, e vou pedir a eles ajuda para os dois possam se apresentar, ter sucesso e vencer. Não queremos apenas a homenagem, queremos entrar competitivos, entrar para vencer. Dessa forma tenho certeza que muita gente vai ajudar a escola de samba. O que posso dizer é o seguinte: dos cofres do estado, nenhum tostão. Agora, do Estado de Goiás vai sair todo o apoio que eles precisam para que tenham um carnaval competitivo”, explicou Marconi.

Tema do samba-enredo
Com o enredo “É o Amor que mexe com a minha cabeça e me deixa assim - Do sonho de um caipira nascem os dois filhos do Brasil”, o evento no Palácio das Esmeraldas reuniu 20 ritmistas, um mestre de bateria, o primeiro casal de porta-bandeira e mestre sala, Rafaela Theodoro e Marcílio Diamante, e o intérprete oficial da escola, Nego.

Segundo explicou o cantor Zezé Di Camargo, o convite para representarem o próximo tema da escola partiu do presidente da Imperatriz Leopoldinense, Luiz Pacheco Drumond; do diretor de Carnaval, Wagner Araújo; e do carnavalesco Cahê Rodrigues. O artistas goiano afirmou ainda que não houve acordo financeiro para que o convite fosse efetivado.

“Se precisar sair do nosso bolso, como pessoa física, não tenha dúvida (de que sairá). Mas a escola não procurou a gente com essa intenção nem nós propomos isso para a escola de samba. Quer dizer, seria como se estivéssemos comprando uma homenagem, e não é”, disse.

O cantor Luciano se disse entusiasmado com a homenagem, mas assegurou que não recebeu nenhuma informação sobre os detalhes do desfile. “Ele (Cahê Rodrigues, carnavalesco da Imperatriz Leopoldinense) ainda não nos disse nada. Mas a nossa imaginação é fértil, a gente fica sonhando. Eu tenho certeza de que vai ser uma coisa linda. Vem mais uma vez coroar a nossa carreira num ano em que completamos 25 anos de carreira”, comemora. A respeito da participação durante o desfile, Luciano brincou: “O mais difícil vai ser aprender a sambar”.

Segundo o carnavalesco Cahê Rodrigues, ter um enredo 100% brasileiro, com a música sertaneja, será importante para o carnaval carioca. “A música sertaneja é muito importante no cenário musical no país. O que a escola vai levar para a avenida é uma surpresa. A Imperatriz quer preparar um espetáculo disputar título, então tudo tem que ser muito pensado. O efeito surpresa é muito importante para a Imperatriz”, explicou o carnavalesco.

“A escola está muito feliz com a possibilidade de exaltar a história do Zezé Di Camargo e Luciano. É claro que o enredo vai abordar várias situações que as pessoas não conhecem e que o filme (Dois filhos de Francisco) não mostrou. A gente quer pegar um pouco da beleza do Estado de Goiás, de Pirenópolis, tudo isso estará na avenida”, antecipou Cahê.

Homenagem
Essa é a segunda vez em que o Estado de Goiás é homenageado no carnaval carioca. Em 2001, o Estado foi tema da escola de samba Caprichosos de Pilares com o enredo “Goiás, um sonho de amor no coração do Brasil”. O samba foi representado pelo carnavalesco Jaime Cezário e pelo intérprete Jackson Martins. Naquele ano, a escola conquistou a 12ª posição no ranking das campeãs. Naquela homenagem, foram representadas as mais diversas riquezas do Estado de Goiás, como a gastronomia, música, festas tradicionais, patrimônios culturais, pontos turísticos, enfim, toda a cultura e história goianas.

“Não poderia haver uma notícia melhor para o nosso Estado. Estamos muito felizes, porque além da homenagem ao Zezé e Leonardo, há uma homenagem ao Estado de Goiás, que será extremamente bem divulgado durante o carnaval do ano que vem. É por essa razão e por muitas outras, especialmente pelo carinho e respeito que temos por eles, que o Governo de Goiás vai apoiar da melhor maneira possível a participação deles e a homenagem que vão receber no carnaval”, afirmou Marconi.

Após a apresentação em Goiânia, o grupo segue para Pirenópolis, na tarde desta quinta-feira, onde a dupla vai transmitir à cidade o convite para participação no samba-enredo. O Teatro Sebastião Pompeu de Pina vai servir de cenário para que Zezé e Luciano abram as alas de sua memórias de infância para contar a trajetória que já emocionou o público no filme “2 Filhos de Francisco”, que neste ano completa dez anos de estreia.

Fonte: Jornal A Redação


Voo internacional em Goiânia


Ministro garante que Santa Genoveva poderá ter embarque para países das três Américas

Apesar do nome, o Aeroporto Internacional Santa Genoveva, em Goiânia, não mantém voos diretos para o exterior. Mas, com a conclusão das obras de ampliação - prevista para novembro -, ele deverá ser de fato internacional. A promessa foi feita pelo ministro da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Eliseu Padilha, durante vistoria da retomada das obras de infraestrutura do novo terminal, na tarde de ontem. A capital terá capacidade para receber e enviar voos regulares para países da Américas Latina, Central e do Norte, sem a obrigatoriedade de conexões dentro do território brasileiro.

Durante a visita à capital, o ministro negou as informações divulgadas na semana passada pelo líder do empreendimento da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) em Goiânia, José Eduardo Bernat. Segundo Bernat, o novo terminal funcionaria, a partir de 15 de novembro, de maneira parcial. Mas o ministro promete um aeroporto funcionando, na data determinada pela presidente Dilma Rousseff, com 100% da capacidade prevista.

Na semana passada, Bernat afirmou que o Santa Genoveva não tinha condições de se tornar efetivamente aeroporto internacional por conta do tamanho da pista, que não suporta grandes aeronaves, e pela proximidade com Brasília, onde existe um terminal com voos diretos para outros países.

Argentina

Padilha citou como exemplo o avião que vai para a Argentina, um A-320, que segundo ele têm total condições de pousar no novo complexo do Santa Genoveva. “Aqui pousam todos os aviões que não sejam de grande porte. Passageiros que pousam em Guarulhos poderão vir para este terminal”, garantiu.

Questionado sobre a proximidade com Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, no Distrito Federal, o ministro afirmou: “O que vai ditar é a necessidade da cidade. Havendo demanda, isso se ajusta. Não havendo demanda, se vai a Brasília”.

O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, também participou da vistoria das obras retomadas ontem e reafirmou o compromisso de entregar a obra completa, incluindo as partes de drenagem e rede de esgoto. “Dentro do nosso cronograma, as obras de drenagem e rede de esgoto começam hoje (ontem), assim como a construção do pátio para estacionamento e pistas de táxi das aeronaves, estacionamento dos veículos e o sistema viário interno do aeroporto”, garantiu.

Vale também disse que a pista é adequada e homologada a voos internacionais de média distância e tem área prevista para a instalação da Polícia Federal e alfândega, mas ressaltou: “Condições ele vai ter. Agora, se ele vai ser não depende da Infraero e sim da demanda das companhias aéreas. Só será ativado a partir do momento que as companhias disserem que sim”, comentou.

"Goiânia já tem o nível de uma capital internacional. O aeroporto apenas não estava condizendo com a cidade. Goiânia vai se incluir nas cidades comvoo internacional."
Eliseu Padilha, ministro da Secretaria de Aviação Civil

"As obras do pátio e da pista vão começar precisamente em 6 de abril. Todas essas obras estarão concluídas em novembro."
Dilma Rousseff, presidente da República durante discurso em Goiânia no Paço Municipal no dia 19 de março.

"Em função da declaração da presidente, estamos revendo o nosso cronograma. O terminal não estará funcionando a plena carga.”
 José Eduardo Bernat, líder do empreendimento da Infraero em Goiânia, no dia 1º de abril.

Fonte: Jornal O Popular