30 de agosto de 2014

Aparecida terá um Centro de Convenções


O prefeito Maguito Vilela assinou na tarde da última quinta-feira (21), no Centro Cultural José Barroso, decreto N° 195 de 21 de agosto de 2014 que regulamenta a desapropriação do imóvel ao lado do Hotel 10 para a construção do Centro de Convenções de Aparecida. O evento foi realizado junto com o lançamento do Diário Oficial Eletrônico do município. A área onde será o centro, possui mais de 52 mil metros quadrados e está localizada no setor Santo André.

O decreto foi publicado na manhã desta sexta-feira (22) no Diário Oficial da cidade. “É no sentido de trabalhar pela modernização e acompanhar o crescimento acelerado de Aparecida que estamos reservando este espaço para a construção de um Centro de Convenções”, explica o prefeito Maguito.

Os recursos para construção do Centro de Convenções serão captados junto aos governos estadual e federal. “Considerando o desenvolvimento econômico e social, o crescimento do turismo, além dos avanços industriais no município, entendemos que é fundamental que Aparecida tenha Centro de Convenções a sua altura”, destaca o secretário de Governo Euler de Morais.

A construção do novo Centro de Convenções também faz parte da política de ocupação dos espaços urbanos vazios que tem sido adotada pela atual administração. O critério de escolha da área se deu pela localização estratégica. O terreno fica às margens da BR-153, perto do Centro da cidade e próximo ao polo empresarial, ou seja, de acesso fácil e rápido. O espaço vai atender à cidade e toda região metropolitana.

A lei federal n° 3.365, de 21 de junho de 1941, permite que, mediante declaração de utilidade pública, todos os bens possam ser desapropriados pela União, Estados, Municípios, Distrito Federal e Territórios, por meio de compra ou permuta. “A partir de agora vamos elaborar e estruturar um projeto moderno de construção e buscaremos recursos junto a união e o governo estadual”, completa Euler.

Fonte: O Parlamento


Concessionária inicia operação nas BRs-060, 153 e 262


A Concessionária das Rodovias Centrais do Brasil (Concebra) inicia em 5 de setembro os serviços operacionais de socorro médico e mecânico que dispõem de ambulâncias, guinchos, caminhões-pipa e veículos para apreensão de animais nas BRs-060, 153 e 262.

O atendimento gratuito deve ser acionado pelo telefone 0800 060 6000, 24 horas por dia durante toda a semana.

A frota de veículos para atendimento na concessão conta com 24 guinchos leves, dez guinchos pesados, 24 ambulâncias, seis caminhões de combate a incêndios, seis caminhões de apreensão de animais e 27 viaturas de inspeção de tráfego. Os veículos estão distribuídos nos 1.176,5 quilômetros do trecho concedido.

Dentre as especificações estão: 24 guinchos leves com capacidade de plataforma para até uma pickup de cabine dupla. Outros dez guinchos pesados que movimentam caminhões de grande porte e ônibus. Os seis caminhões de combate a incêndio têm capacidade para 6 mil litros de água, com canhão para até 60m de jato d’água, além de mangueiras de reabastecimento e combate ao fogo localizado e barra irrigadora de combate à poeira.

Outros seis caminhões, de apreensão de animais, contam com guindaste para remoção de animais de grande porte que estejam nas vias e rampa traseira móvel para captura de animais vivos. A capacidade de cada caminhão é de até seis animais de grande porte.

Os recursos que estes veículos oferecem já foram testados pelas equipes em treinamentos práticos durante o período pré-operacional.

Fonte: Diário de Aparecida


Datafolha: Dilma e Marina estão empatadas com 34%; Aécio tem 15%


Pesquisa Datafolha divulgada hoje (29) mostra a candidata Dilma Rousseff (PT) e a candidata Marina Silva (PSB) empatadas no primeiro turno das eleições presidenciais. Cada uma aparece com 34% das intenções de voto. A seguir, Aécio Neves (PSDB) aparece com 15% das intenções.  A pesquisa foi encomendada pela Rede Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo.

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 18, Dilma tinha 36% das intenções de voto, Marina, 21%; e Aécio, 20%.

O candidato Pastor Everaldo (PSC) aparece com 2% das intenções na sondagem divulgada hoje. Os demais candidatos: Luciana Genro (PSOL), Eduardo Jorge (PV), Zé Maria (PSTU), Eymael (PSDC), Levy Fidelix (PRTB), Mauro Iasi (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm juntos 1%. Votos nulos ou brancos somam 7% e são também 7% os indecisos.

De acordo com a pesquisa, na simulação de um segundo turno entre Dilma e Marina, a candidata do PSB alcançaria 50%, contra 40% da atual presidenta. Na pesquisa anterior, Marina tinha 47% e Dilma 43%. Já em um confronto entre Dilma e Aécio, o tucano perderia por 48% a 40%. O Datafolha não realizou simulação de segundo turno entre Marina e Aécio.

Em pesquisa espontânea, quando se pergunta a intenção de voto do eleitor sem mostrar a lista com os nomes dos candidatos, Dilma tem 27% das intenções de voto, Marina chega a 22% e Aécio tem 10%. O número de eleitores indecisos chega a 32% e os que votariam branco ou nulo são 3%.

Dilma tem 35% de rejeição, Pastor Everaldo, 23%; Aécio, 22%; Zé Maria, 18%; Eymael, 17%; Levy Fidelix, 17%; Rui Costa Pimenta, 16%; Luciana Genro, 15%; Marina Silva, 15%; Eduardo Jorge, 14%; e Mauro Iasi, 14%.

A avaliação do governo Dilma foi considerada ótima ou boa por 35% dos entrevistados. Os que responderam regular somam 39%. Já os que consideram o governo ruim ou péssimo foram 26%. E 1% não souberam responder.

O nível de confiança da pesquisa é 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. Foram feitas 2.874 entrevistas, ontem (28) e hoje, em 178 municípios. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral com o número BR-00438/2014.

Editora: Carolina Pimentel
Fonte: EBC


Delegado Waldir diz que suposto serial killer não foi preso e sugere que as pessoas devem ficar alertas


O delegado Waldir Soares diz que o silêncio da Polícia Civil não permite que se tenha informações precisas sobre a caçada a um possível serial killer — ou possíveis serial killers — que matou várias mulheres em Goiânia. “Como não houve mais mortes, a imprensa silenciou-se. Procede que a polícia, no processo de investigação, precisa mesmo de certo sigilo, mas talvez seja o momento de admitir que algumas mortes foram mesmo cometidas por uma só pessoa. Há, por assim dizer, um procedimento padrão.”

A polícia prendeu pelo menos duas pessoas, porém, afirma o delegado Waldir, “ainda não deu uma resposta satisfatória à sociedade. Não acredito que o serial killer, se existe um, tenha sido preso. Aposto noutra interpretação: como foi flagrado por algumas câmeras, e começou a ser procurado com mais precisão pela polícia, provavelmente decidiu esconder-se. Portanto, alerto as pessoas para continuarem andando com cuidado pouco ou nada movimentadas. Não quero alarmar ninguém, mas é preciso ser realista”.

Uma coisa é positiva, diz o delegado Waldir: “A política está mais presente nas ruas e isto inibe o crime, e não apenas o de assassinato”.

Fonte: Jornal Opção


29 de agosto de 2014

Adiado: Centro de Excelência será entregue em novembro




Governador visitou na manhã desta sexta-feira as obras do complexo esportivo que envolve o Estádio Olímpico e o Centro de Excelência, na avenida Paranaíba, em Goiânia; construções estão em fase final e inauguração está prevista para novembro; o novo estádio terá capacidade para 12 mil torcedores, pista de atletismo de padrão internacional e cobertura; o Centro de Excelência do Esporte atuará como instrumento de inclusão social, incentivando e valorizando a formação de profissionais, promovendo o desenvolvimento de talentos e formando uma nova geração olímpica

Ao visitar nesta sexta-feira o canteiro de obras do novo Estádio Olímpico, que faz parte do complexo esportivo do Centro de Excelência do Esporte, o governador Marconi Perillo manifestou sua convicção de que “esta é uma obra de primeiro mundo, com muita qualidade”.

Previsto para ser entregue em novembro deste ano, o estádio contará com pista de atletismo importada da Alemanha, que já está no Porto de Santos para ser trazida a Goiânia nos próximos dias. Também em breve será iniciado o plantio da grama. Os estacionamentos na parte subterrânea já estão prontos.

No momento, as obras estão concentradas na instalação da cobertura de parte da arena, que terá capacidade para receber 12 mil pessoas. A cobertura, flexível e leve, é do mesmo padrão e mesma tecnologia usada nas arenas mais modernas do mundo. Na parte superior da arquibancada coberta serão instaladas 12 cabines para a imprensa.

Durante a visita, o governador anunciou que o Estádio Olímpico terá também um museu que contará a história do esporte no Estado, especialmente do futebol. “Já designei o jornalista Jayro Rodrigues da Silveira, que militou muito tempo na área do esporte, para ser o organizador deste museu. Ele liderará um grupo que ficará responsável por pesquisar e angariar o material que formará o museu”, informou Marconi.

A inauguração será marcada com a realização de um grande jogo de futebol. “Vamos trazer um grande clássico para esta data, que marcará também a inauguração do Centro de Excelência”, concluiu.

Segundo a Agetop, as obras de construção do Estádio Olímpico já estão 60% concluídas. Cerca de 100 homens trabalham no local. A Agetop constrói também o Laboratório de Capacitação e Pesquisa, integrante do Centro de Excelência do Esporte, que já está com 85% das obras concluídas, restando apenas os serviços de implantação de pisos e louças.

O Centro de Excelência do Esporte atuará como um poderoso instrumento de inclusão social, incentivando e valorizando a formação de profissionais, promovendo o desenvolvimento de novos talentos e formando uma nova geração olímpica.

Com capacidade para atuação em nível nacional e internacional, planejado e adaptado para atletas paraolímpicos, o complexo contará com os seguintes módulos: Ginásio de Esportes; Laboratório de Capacitação e Pesquisa; Parque Aquático e Estádio Olímpico.

Fonte: Goiás 247


Aparecida é a 19ª maior cidade do interior do Brasil


Aparecida de Goiânia, 28 de agosto de 2014 – O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quinta-feira, 28, a estimativa populacional de todos os 5.570 municípios brasileiros e Aparecida de Goiânia, com 511.323 mil habitantes, aparece em 19º lugar no ranking das 25 cidades mais populosas do país, exceto as capitais. Desde a última estimativa divulgada em 2013, quando ultrapassou a marca de 500 mil habitantes, o IBGE passou a considerar Aparecida como uma cidade de grande porte. “Desde que assumimos a Prefeitura, sabemos que Aparecida é a maior cidade do Centro-Oeste, exceto as capitais, e maior que sete capitais brasileiras. Agora, queremos não apenas ser de grande porte, mas também ser uma das melhores cidades do interior do país para se viver”, afirmou o prefeito Maguito Vilela (PMDB).

Conforme o prefeito, a administração municipal estabeleceu parcerias com os governos federal e estadual, com os poderes Judiciário e Legislativo e entidades da sociedade civil para melhorar a qualidade de vida da população local. “Estamos dotando a cidade de toda a infraestrutura necessária. Fizemos mais de 6,5 milhões de metros quadrados de asfalto. Beneficiamos mais de 100 bairros em apenas cinco anos. Em parceria com o governo federal, estamos construindo 43 creches, 32 unidades de saúde e vamos fazer um hospital municipal”, contou o prefeito. Segundo ele, os investimentos públicos acabam atraindo mais empresas e, consequentemente, a geração de mais emprego e renda.

Na avaliação do prefeito, o desenvolvimento econômico e social que ocorreu nos últimos anos mudou a configuração da cidade. “Aparecida, passou de cidade dormitório para cidade industrial e universitária. Saltamos de quase seis mil empresas, em 2008, para 20 mil empresas ativas e com a chegada da UFG, IFG e Faculdade de Medicina a cidade consolidou o seu polo universitário”, contou Maguito. O secretário de Planejamento de Aparecida de Goiânia, Afonso Boaventura, afirmou que o poder público conjuntamente com a sociedade civil está revisando o Plano Diretor do município. “Além disso, já fizemos um Master Plan que pensa a cidade para as próximas duas décadas”, frisou o secretário.

Segundo os dados do IBGE, estima-se que o Brasil tenha 202,7 milhões de habitantes e uma taxa de crescimento de 0,86% entre 2013 e 2014. Estas estimativas são fundamentais para cálculos de indicadores econômicos e sociodemográficos e servem de parâmetro para o Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Municípios (FPM).

Quando se excluem as capitais, os municípios mais populosos são Guarulhos (1,3 milhão), Campinas (1,2 milhão), São Gonçalo (1,0 milhão), Duque de Caxias (878,4 mil), São Bernardo do Campo (811,5 mil), Nova Iguaçu (806,2 mil), Santo André (707,6 mil), Osasco (693,3 mil) e São José dos Campos (681,0 mil). Os 25 municípios mais populosos com exceção das capitais somam 17,0 milhões de habitantes, representando 8,4% do total da população do Brasil em 2014. Nesta lista, Aparecida aparece em 19º lugar (511.323 mil habitantes) e como 38º maior município do país no ranking geral.

São Paulo continua sendo o município mais populoso (11,9 milhões de habitantes), seguido pelo Rio de Janeiro (6,5 milhões), Salvador (2,9 milhões) e Brasília (2,9 milhões). Os 25 maiores municípios somam 51 milhões de habitantes, ou 25,2% da população do Brasil. Serra da Saudade, no estado das Minas Gerais, é o município brasileiro de menor população, estimada em 822 habitantes em 2014, seguido de Borá, em São Paulo, com 835 habitantes. Atualmente, esses dois municípios são os únicos no país com menos de mil habitantes em 01/07/2014. A população dos 25 municípios menos populosos soma 32.946 habitantes, representando aproximadamente 0,02% da população total do Brasil.

Entre as regiões metropolitanas, a RM de São Paulo continua sendo a mais populosa, com 20,9 milhões de habitantes, seguido da RM do Rio de Janeiro (11,9 milhões de habitantes), da RM de Belo Horizonte (5,8 milhões de habitantes), da RM de Porto Alegre (4,2 milhões de habitantes) e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) do Distrito Federal e Entorno (4,1 milhões de habitantes). As 25 regiões metropolitanas mais populosas somam 87,0 milhões de habitantes, representando 42,9% da população total.

No ranking dos estados, os três mais populosos localizam-se na região Sudeste, enquanto os três estados menos populosos localizam-se na região Norte. O estado de São Paulo é o mais populoso, com 44,0 milhões de habitantes e 21,7% da população total do país, seguido de Minas Gerais, com 20,7 milhões de habitantes (10,2% da população total), e Rio de Janeiro, com 16,5 milhões de habitantes (8,1% da população total). O estado de Roraima é o menos populoso, com 496,9 mil habitantes (0,2% da população total), seguido do Amapá, com 750,9 mil habitantes (0,4% da população total), e Acre com 790,1 mil habitantes (0,4% da população total).

Municípios de médio porte são os que mais crescem no Brasil

As maiores taxas geométricas de crescimento da população verificadas entre 2013 e 2014 estão nos municípios de “médio porte”, que possuem entre 100 mil e 500 mil habitantes em 2014 (1,12%). Esses municípios, em geral, são importantes centros regionais em seus estados, ou integram as principais regiões metropolitanas do país, configurando-se como áreas de atratividade migratória.

O crescimento nos municípios com mais de 500 mil habitantes (0,84%), por outro lado, é menos acentuado, sendo menor que a média nacional (0,86%). Essa tendência é influenciada, sobretudo, pelo ritmo lento de crescimento de algumas das principais capitais e núcleos metropolitanos, como, por exemplo, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Belém, Recife e São Paulo. Atualmente, as taxas de crescimento dessas capitais se encontram abaixo da média nacional.

Os pequenos municípios brasileiros, em média, apresentam as menores taxas de crescimento populacional entre os anos de 2013 e 2014. O baixo crescimento, ou até decréscimo em muitos casos, pode ser explicado pelo componente migratório, influenciado por seu baixo dinamismo econômico. Para os municípios com população de até 100 mil habitantes, a taxa de crescimento estimada foi de 0,72%.

O município com maior taxa de crescimento entre 2013 e 2014 foi Nova Redenção (BA) com 10,87%, que passou de 8.527 para 9.453 habitantes. O de menor crescimento foi Satuba (AL) com taxa de -15,87%, passando de 15.737 para 13.241 pessoas. Já em relação às capitais, a que mais cresceu foi Palmas (2,91%), de 257.903 para 265.409, e a que menos cresceu foi Porto Alegre (0,32%), de 1.467.823 para 1.472.482 habitantes.

Metodologia usada pelo IBGE

Em 2013, o IBGE divulgou a projeção da população para as unidades da federação do país, por sexo e idade, pelo método das componentes demográficas, o que representou um aprimoramento metodológico. Dessa forma, as estimativas da população residente para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2014, foram elaboradas a partir dessa projeção para cada estado, incorporando os resultados dos parâmetros demográficos calculados com base nos resultados do Censo Demográfico 2010 e nas informações mais recentes dos registros de nascimentos e óbitos.

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia

Goiânia é o 12° município mais populoso no Brasil


Em contrapartida, Goiás possui três municípios na lista das cidades com o menor número de habitantes

Com 1.412.364 milhão de habitantes, Goiânia está em 12º no ranking dos 25 municípios mais populosos no Brasil. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado ontem. Estima-se que o País tenha 202,7 milhões de habitantes, o que representa uma taxa de crescimento de 0,86% de 2013 para 2014.

Na lista dos Estados com mais de cinco milhões de pessoas, Goiás está entre os seis primeiros. Hoje são 6,52 milhões de habitantes em território goiano, em 2010 eram pouco mais de seis milhões. Um crescimento de 8,65% na taxa de pessoas que moram no Estado do pequi.

Quando se excluem as capitais, Aparecida de Goiânia aparece em 19º no ranking das 25 cidades mais populosas. Estes municípios com exceção das capitais somam 17,0 milhões de habitantes, representando 8,4% do total da população do Brasil em 2014. Nos últimos quatro anos, Aparecida de Goiânia teve um aumento de 12% no número de residentes, passando de 455.657 pessoas para 511.323.

Em contrapartida, Anhanguera, cidade situada na região sul de Goiás, localizada a 264 quilômetros da Capital, é o quinto município de menor população no Brasil. Com 1.093 moradores, Anhanguera também tem a companhia de mais duas cidades goianas na lista das menores em densidade demográfica. Lagoa Santa e Cachoeira de Goiás, no 13° e 17º lugar, respectivamente.

Lagoa Santa, conhecida nacionalmente por possuir uma lagoa natural de águas termais com temperatura acima de 29 graus, tem hoje 1.406 moradores, 154 a mais do que em 2010. Já a cidade de Cachoeira de Goiás, sua população em 2014 é de 1.430 pessoas. Em 2010, era de 1.417.

As estimativas populacionais são fundamentais para o cálculo de indicadores econômicos e sociodemográficos, da mesma forma são utilizados nos parâmetros do Tribunal de Contas da União na distribuição do Fundo de Participação de Estados e Municípios.

Metodologia

Em 2013, o IBGE divulgou a projeção da população para as unidades da Federação, por sexo e idade, pelo método dos componentes demográficos, o que representou um aprimoramento metodológico. Dessa forma, as estimativas da população residente para os municípios brasileiros, com data de referência em 1º de julho de 2014, foram elaboradas a partir dessa projeção para cada Estado, incorporando os resultados dos parâmetros demográficos calculados com base nos resultados do Censo Demográfico 2010 e nas informações mais recentes dos registros de nascimentos e óbitos.

Fonte: DM


Marginal Cascavel: Licitação será finalizada hoje


Edital não estipula preço final para construir 4,4 km de via e canalizar 2,9 km do córrego

Três empresas que estão habilitadas no processo licitatório para a construção de 4,4 quilômetros da Marginal Cascavel e canalização de 2,9 quilômetros do córrego de mesmo nome vão ter abertas suas propostas hoje. A abertura dos envelopes faz caminhar um projeto da Prefeitura de Goiânia datado de 1992, quando foram iniciados os primeiros estudos para a construção da Marginal Cascavel. A obra ainda não possui nenhum trecho completo. A última interrupção das obras ocorreu em 2011, quando o Paço decidiu romper contratos com a Delta Construção, empresa que mantinha ligação com Carlos Augusto de Almeida Ramos, o Carlinhos Cachoeira.

O processo licitatório é sob o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) e se refere ao último trecho do projeto, que vai da Avenida Castelo Branco até a Avenida Leste-Oeste, passando pelas Avenidas Anhanguera, 24 de Outubro, Padre Wendel e Santo Afonso. Este trecho é o mesmo que terá o córrego canalizado, sob o pretexto de melhorar o escoamento da água, especialmente nas épocas de fortes chuvas. Atualmente, o único trecho da pista da Marginal Cascavel utilizado pela população começa no Jardim América e vai até a Avenida Castelo Branco, no Setor Rodoviário.

No entanto, a via é completa apenas neste sentido, já que na direção oposta ainda não foi finalizado o trecho após a Avenida T-2. O primeiro trecho se iniciaria próximo à nascente do Córrego Cascavel, perto da Avenida Rio Verde e chegaria ao Jardim América. A Marginal Cascavel, pelo projeto, ligaria Aparecida de Goiânia até a Avenida Leste-Oeste, se estivesse finalizada. A Prefeitura ainda não tem informações sobre licitações para os demais trechos.

Para a licitação cujas propostas serão abertas hoje, não há um preço base, sendo que será contratada a empresa que apresentar o menor preço global. O processo é chamado de reurbanização do Córrego Cascavel no referido trecho, em que foi confirmado pela Prefeitura se tratar das obras viárias e ambientais. Apenas após a abertura das propostas e a homologação do processo é que o Paço deve divulgar uma estimativa para o início das obras, que deverá ser executada em 20 meses a contar a primeira ordem de serviço, segundo o edital da licitação.

Três empresas participam do processo licitatório da obra

Concorrem à execução do terceiro trecho da Marginal Cascavel e canalização do córrego a Sobrado Construção, mesma empresa que participa de consórcio para a construção de três setores do Parquem Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama), cuja ordem de serviço foi assinada nesta semana, e que possui estreita ligação com a Tecpav, que aluga veículos para a Prefeitura e a GAE Engenharia, que também está no Consórcio Construtor Puama, e constrói os viadutos da Marginal Botafogo. As outras empresas que disputam a licitação são a CCB e a Emsa – esta havia sido a vencedora da licitação para a construção do Puama, mas abandonou o processo após ter realizado apenas 2% da obra e ter negado pedido de aditivo no contrato.

PROJETO

O projeto a ser executado foi feito pela empresa paulista Acardis Logos, que entregou o relatório final e o projeto executivo em novembro de 2013. A empresa paulista adquiriu, em 2001, a Enerconsult, que fora a responsável pelo projeto da Marginal Cascavel e canalização do córrego em 1991, e que foi entregue em 1992 para à Prefeitura. Os mesmos serviços feitos naquela época foram refeitos desta vez, tendo ocorrido uma atualização dos dados e das condições do córrego e do tráfego viário, além da drenagem e escoamento da água pluvial.

Em todo o trabalho percebe-se uma preocupação com as enchentes costumeiras na Marginal Cascavel. Até por isso, o projeto prevê a construção de um tanque de 8 mil metros cúbicos que receberá o excesso de água através de uma parede vertedora de dois metros em um talvegue (linha mais profunda no leito) do córrego próximo à Avenida Leste-Oeste. A canalização de 2,9 quilômetros do Cascavel será feita em três trechos, sendo que o primeiro, a partir da Avenida Castelo Branco será em concreto armado e nos outros dois serão usados gabiões, mas com fundos diferentes.
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Trecho do córrego que receberá benefício é alvo de ação judicial

O trecho final do Córrego Cascavel é alvo de ação civil pública movida pelo promotor de Justiça Marcelo Fernandes, da 81ª Promotoria. A Justiça deferiu o pedido de obrigação de realização de obras no bueiro da Avenida Anhanguera em primeira instância no início do ano, mas a Prefeitura recorreu e a decisão está com a Corte Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJ-GO). O pedido do promotor é por melhoria na drenagem para evitar as erosões que ocorrem entre as Avenidas Castelo Branco e Anhanguera.

Pelo pedido do promotor, a Prefeitura deveria realizar estudo ambiental na área, dragagem dos sedimentos, remoção dos aterros, construção de galerias para águas pluviais, retaludamento e recuperação das áreas com cercamento. Fernandes afirma que o maior problema na região é que a população joga lixo residencial e entulho nas margens do córrego sem fiscalização e proteção da Prefeitura. “Essas obras podem ser feitas independentes da obra viária, são necessidades diferentes, em que o ambiental engloba a questão urbana.”

Segundo o projeto executivo incluído no processo licitatório para as obras no terço final da Marginal Cascavel, entre as Avenidas Castelo Branco e Anhanguera o bueiro existente é pequeno para o volume de água. A solução dada é a de ampliar o bueiro, enquanto o que está sob a Avenida Padre Wendel será substituído. O projeto ainda inclui um bueiro na ligação com o Córrego Açude. Fernandes afirma desconhecer o projeto e a licitação e preferiu não comentá-lo. Segundo o promotor, há uma expectativa pela decisão final da Corte Especial do Tribunal de Justiça de Goiás e o fim do processo declaratório para que possa iniciar a luta pela execução das melhorias.

Fonte: Jornal O Popular
Foto: Arolldo Costa


Cores se espalham pelas ruas da capital e cidades do interior


Ipês floridos na Avenida Pedro Ludovico, no Parque Oeste Industrial, Região Sudoeste de Goiânia

Clima seco e quente é favorável à florada dos ipês, que embelezam a capital e cidades do interior

A população goiana está sendo brindada nesta época do ano com cenas de rara beleza. Ruas e avenidas de diferentes bairros da capital e de cidades do interior ostentam ipês exuberantes, com flores nas cores amarela, rosa, branca e rôxa. O colorido proporcionado pelas árvores, muitas vezes plantadas em fileiras nos canteiros centrais e passeios públicos, chama a atenção de crianças, jovens, adultos e idosos. Não raro, pessoas de todas as idades registram em foto o encanto proporcionado pelos ipês.

Como uma espécie de magia, os ipês florescem na maior parte do País entre os meses de junho e setembro, mais precisamente quando o clima atinge o ápice do calor, da baixa umidade do ar e da falta de chuvas. O diretor de Áreas Verdes da Agência Municipal do Meio Ambiente (Amma), Antônio Esteves, destaca que o ipê se reproduz na adversidade. “Quanto mais rigorosa for a seca, mais o ipê se floresce e se fortalece”, sublinha. A professora da Universidade Estadual de Goiás (UEG), Sabrina do Couto de Miranda, mestre em Botânica e doutora em Ecologia, acrescenta que a floração intensa dos ipês constitui uma estratégia reprodutiva que visa atrair o maior número de polenizadores e, assim, otimizar a reprodução.

Antônio Esteves assinala que existem catalogadas pelos botânicos mais de 200 espécies de ipês. As que têm flores amarelas, brancas e rôxas são nativas. Já os ipês com flores na cor rosa são originários da América Central e caracterizados na literatura científica como espécies exóticas. O ipê amarelo, de acordo com o ambientalista, é o que apresenta maior diversidade de espécies no País. Exatamente por isso, é apontado como a árvore que simboliza o Brasil.

O diretor de Áreas Verdes da Amma acentua que o ipê, possivelmente por sua exuberância e diversidade, é a espécie arbórea mais plantada no País. O fato de atingir portes diferenciados - do pequeno ao grande - também atrai o interesse da população. “O ipê pode ser plantado em diferentes locais, em quintais, jardins, praças, passeios públicos e chácaras. As espécies de pequeno porte, observa o ambientalista, permitem que a árvore sobreviva sob equipamentos públicos, como a fiação elétrica, sem riscos para a população.

Na maioria das vezes, entretanto, os ipês nascem naturalmente, nos mais inusitados lugares. Sabrina Miranda observa que na magia do processo reprodutivo, depois da polenização, os frutos dos ipês se abrem e as sementes são levadas pelo vento para os mais diversos locais. As chuvas que ocorrem em seguida favorecem o êxito da germinação. “As sementes são levadas pelo vento para longe da mãe, o que garante a sobrevivência dos seus descendentes”, pontua a professora da UEG.

Fonte: Jornal O Popular (Maria José Silva)
Foto: Sebastião Nogueira



Energia elétrica ficará 28,3% mais cara em Goiás


Com finalização do acordo entre Eletrobras e Celg, estatal goiana fica liberada para reajustes represados

Apenas um dia depois da assinatura do compromisso de compra e venda de 51% das ações da Companhia Energética de Goiás (Celg) a Centrais Elétricas Brasileiras (Eletrobrás), a estatal goiana solicitou o reajuste das tarifas de energia aplicadas no Estado para a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O reajuste pleiteado ficou em 28,30% em Goiás e já deve entrar em vigor a partir do dia 12 de setembro.

Segundo informações da assessoria de imprensa da companhia goiana, do valor peilteado, 19,12% correspondem a reajuste econômico pleiteado, sendo que 17,9% referem-se aos custos não gerenciáveis de geração, transmissão e encargos setoriais, influenciados, principalmente, pelo aumento dos custos da energia existente e nova, em função do acionamento das térmicas, o que ocasionou uma elevação dos preços no mercado de curto prazo.

Apenas 1,22% do impacto da elevação de tarifas referem-se à margem de distribuição, recursos com os quais a Celg D provêm suas despesas próprias de operação.

Com a medida, a Celg D está pleiteando um ressarcimento de cerca de R$ 293,7 milhões, que se referem a despesas não previstas pagas nos últimos 12 meses sem a devida cobertura tarifária. “Nós estimamos esse reajuste com base no aumento médio nacional de 30% das tarifas e, em alguns lugares, de até 50%. Mas quem vai deliberar sobre isso realmente é o governo federal e a própria Aneel”, diz o vice-presidente e diretor de regulação da Celg, Elie Chidiac.

Abaixo da média

O índice de 28,30% pleiteado pela Celg D ficou bem próximo da proposta inicial da Aneel, de 27,71% e bem abaixo dos índices de algumas distribuidoras que apresentaram recentemente reajustes superiores a 30%, tais como o da região oeste de São Paulo (35,77%), do Paraná (35,05%) e do Pará (34,41%). O aumento se dá pelo ciclo de repasses para as tarifas dos consumidores finais, das elevações dos custos de energia, devido à hidrologia desfavorável, afirma a estatal goiana.

A partir de setembro, a tarifa da energia elétrica no Estado deve aumentar. Nos últimos anos, a Celg ficou incapacitada de aumentar o valor cobrado pela inadimplência e porque não eram feitos investimentos. Com o acordo feito na venda das ações, os preços devem sofrer alteração já no próximo mês.

Fonte: Jornal O Hoje