27 de janeiro de 2015

“Não houve nenhum prefeito em Goiânia que fez tanta obra quanto eu”, alega Paulo Garcia


O prefeito falou da existência de falhas em sua gestão, mas exaltou o que seria, de acordo com eles, os acertos. “Tivemos várias virtudes”, disse

Admitindo falhas em sua gestão, o prefeito de Goiânia Paulo Garcia (PT) destacou em entrevista ao Clube dos Repórteres Políticos de Goiás, nesta terça-feira (27/1), obras realizadas em seu mandato. “Existem dificuldades. A crise do lixo, por exemplo, é real, e conseguimos superar sem ajuda de ninguém. Mas tivemos várias virtudes, acertos. Posso dizer que não houve um prefeito em Goiânia que fez tanta obra quanto eu”, pontuou.

O prefeito foi questionado sobre os problemas de sua gestão: educação, saúde, e outras áreas que mostram falhas. Em sua resposta, no entanto, o gestor garantiu que houve grande investimento na educação. “Inauguramos 10 escolas em um dia há pouco tempo. Foi uma data histórica para Goiânia”, afirmou.

De acordo com o petista, pesquisas feitas pelo Paço apontaram que o primeiro item de satisfação em Goiânia é a educação. “Principalmente dos Cmeis”, completou. O gestor afirma que a prefeitura investiu em 20 novas unidades, dentre elas 12 Cmeis. “Isso significa mais 12 mil novas vagas. E ainda construímos 35 quadras poliesportivas”, disse.

Sobre a área da saúde, o petista sustentou que houve sim investimento, mas que o maior problema que se depara é quanto à falta de profissionais. “E não é por falta de investimento nem de remuneração. Fui eu que aprovei o plano de salários e de cargos na saúde”, disse.

Paulo Garcia ainda citou a área de pediatria, dizendo que falta médico até na iniciativa privada. “Isso é difícil de superar”, afirmou. O prefeito de Goiânia garantiu que inaugurou novas unidades em sua gestão.

Ainda sobre obras, Paulo Garcia citou o Macambira-Anicuns, que de acordo com ele está a todo vapor. “Acho engraçado falarem que está parada. Pode-se dizer que é o maior canteiro de obras nas cidades brasileiras nos últimos 30 dias”, sustentou, convidando os jornalistas a acompanharem uma visita à obra na próxima quinta-feira (29).

Durante a entrevista, o petista frisou em obras, falando de transtornos gerados, mas que os objetivos são alcançados. Nesse momento, o prefeito falou que dará ordem de trabalho em breve para outros três projetos: corredor da T-7, BRT e um centro de convivência na Praça Cívica.

A primeira delas, conforme explicou o gestor, é um corredor de ônibus que irá sair da antiga rua 26, atualmente rua Dona Gersina Borges, e irá até o Terminal Bandeiras. A previsão é 12 meses de obra. A segunda é o já conhecido BRT Norte-Sul, que irá cruzar a Praça Cívica, segundo o prefeito. “Essa vai demorar um pouco mais, cerca de 18 meses. Vou entregar no fim da minha gestão.”

Por último, Paulo Garcia falou de uma obra na Praça Cívica, que dará fim ao estacionamento no centro do local, e tornar em uma ambiente de convivência. “Vai causar transtorno; não vai ter mais estacionamento; mas vai virar um verdadeiro boulevard“, disse.

O gestor comentou ainda sobre as obras na Avenida 85, onde foram retiradas as palmeiras. “Houve críticas na questão do deslocamento das palmeiras, mas é questão de mobilidade urbana, e nós precisamos melhorar”, afirmou, garantindo que o corredor começará a funcionar no próximo dia 31, sábado.

“O que vivemos no presente e viveremos no futuro é sempre reflexo do passado”

Quando foi questionado sobre sua relação com Iris, e se os problemas que passa são frutos da gestão do peemedebista, Paulo Garcia disse que a relação com o ex-prefeito é “fraternal” e de “admiração”. Quanto à possibilidade de ter herdado problemas, o gestor disse: “O momento que vivemos no presente e viveremos no futuro é sempre reflexo do passado”

O petista chamou de “equívoco” falar de fatos que já aconteceram. “Sempre vão fazer parte da dessa história, e tudo sempre foi feito com a melhor das intenções.”  O gestor garantiu que Goiânia é fruto da história que possui. “O que Goiânia é hoje é reflexo de 82 anos de história.”

Paulo Garcia citou a Comurg, falando inclusive dos supersalários. “Tudo o que ocorre na Comurg é resultado de anos. Não é culpa de ninguém específico.”, disse.

Fonte: Jornal Opção


Marginal Botafogo: Prefeitura vai reiniciar obra


Licitação de R$ 23,9 milhões corresponde à parte do complexo até a Avenida 2ª Radial

O prolongamento da Marginal Botafogo deve sair do papel ainda este ano. A Prefeitura de Goiânia vai licitar parte do complexo viário do cruzamento da Marginal com a Avenida Jamel Cecílio e a continuidade da via até a Avenida 2ª Radial, no Setor Pedro Ludovico. As obras, no entanto, vão ocorrer de forma parcelada e, neste primeiro momento, compreendem apenas a via no sentido Norte-Sul, que já foi iniciada em 2010, mas que teve as obras paradas em 2011, por decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).

A licitação para as obras foi aberta no dia 24 de dezembro e as propostas serão recebidas no dia 2 de fevereiro. Para a construção da pista Norte-Sul, obras de galeria pluvial e de drenagem, a construção da ponte sobre a Rua 1.018 e as alças na Avenida 2ª Radial, a Prefeitura projeta um gasto de R$ 23,9 milhões, com entrega para um ano. O projeto total, que contempla a via no sentido Sul-Norte e o viaduto em três níveis no cruzamento da Marginal Botafogo com a Avenida Jamel Cecílio, está estimado em mais de R$ 60 milhões.

A prefeitura tem projeto para o local desde 1999, ainda sob a administração do ex-prefeito Nion Albernaz (PSDB), mas nunca conseguiu concluí-lo. O projeto atual é datado de 2010, já sob a gestão de Paulo Garcia (PT), feito pela então Agência Municipal de Obras (Amob) e contempla todo o complexo viário. À época, o trabalho foi orçado em cerca de R$ 35,4 milhões e a licitação foi vencida pela Construtora Central do Brasil (CCB). A Prefeitura chegou a realizar 15 aditivos contratuais e 378 medições da obra.

Em agosto de 2011, o orçamento chegou a R$ 45,9 milhões. Como o governo federal era quem financiava, o TCU suspendeu a obra com indícios de sobrepreço, até que a Prefeitura regularizasse a medição dos trabalhos e seu orçamento, o que não tinha ocorrido até então. A assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Obras (Semob) não informou de onde será o orçamento para a obra, já que a mesma poderia ser executada com verba do Tesouro Municipal, conforme a recomendação do TCU.

Pelo acórdão, a Prefeitura deveria ajustar os preços individuais constantes do contrato, especialmente em relação aos aditivos de acordo com os preços de mercado, que teria o sobrepreço de 75%. Além disso, deveria provar ter dinheiro suficiente em caixa para honrar a contrapartida do município em relação à verba federal. Essas medidas deveriam ser comprovadas junto ao TCU em um prazo de 90 dias. Foram suspensos todos os pagamentos dos serviços que já haviam sido realizados. A pista Norte-Sul tem cerca de 5 quilômetros pavimentados, mas já em fase de degradação.

PRÓXIMAS ETAPAS

Ainda segundo a assessoria de imprensa da Semob, todo o restante da obra será licitado futuramente, ainda em datas não definidas. Da forma como está o projeto, sem o viaduto sobre a Avenida Jamel Cecílio, o prolongamento da Marginal funcionará, a princípio, como uma segunda opção do motorista para ir ao Setor Pedro Ludovico. Atualmente, a única maneira é pela Avenida Leopoldo de Bulhões, que vai até a Avenida Circular, o que pode descongestionar a via. Outro problema é em relação à sinalização do cruzamento já citado, que foi modificado em outubro do ano passado.

Após a inauguração dos viadutos da Marginal Botafogo sobre as Avenidas 88, A e E, a Secretaria Municipal de Trânsito, Transporte e Mobilidade (SMT) proibiu que o acesso do motorista que estivesse na Marginal para a Avenida Jamel Cecílio no sentido Shopping Flamboyant. Com a obra de prolongamento, a única maneira de o motorista seguir até a 2ª Radial seria acessar a Jamel Cecílio pela Rua PL3 ou fazer o retorno na Leopoldo de Bulhões. O prolongamento só pode ser acessado pela Jamel Cecílio e, por isso, o cruzamento poderia ser reconfigurado à maneira anterior, criticada por técnicos em trânsito por aumentar um tempo semafórico.

Fonte: Jornal O Popular


Aparecida de Goiânia avança economicamente no âmbito internacional


Um exemplo de case de sucesso, a economia de Aparecida de Goiânia é um reflexo da pujança de sua classe empresarial. A qual se destaca desbravando bons negócios e superando as adversidades que se encontra no caminho.

Nossa força pode ser observada por todos os goianos que, ao passar pela BR-153, observam a riqueza de nossa economia exposta na diversidade e grandiosidade de nossas empresas.

Tamanho sucesso, que tanto orgulho o povo aparecidense, não surgiu pelo acaso, muito pelo contrário. Ela se dá por uma união em prol de objetivos comuns, que unem setores públicos e privados, fato que transformou radicalmente nosso cenário econômico, inserido nossa querida cidade no hall das principais potências brasileiras.

Aliás, é digno de nota que as conquistas de Aparecida de Goiânia e sua classe empresarial atraem os olhares de todo o mundo. Rotineiramente somos agraciados com a visita de comunitivas internacionais, que vislumbram investir em nosso município, buscando bons negócios oriundos de nossa localização privilegiada, das empresas que aqui se instalaram e da mão de obra cada dia mais qualificada.

Prova deste sucesso foi a visita realizada do diretor-presidente da Corporação Andina de Fomento (CAF)/Banco de Desenvolvimento da América Latina, Vitor Rico Frontaura, que veio acompanhar a segunda etapa do Programa de Reestruturação Viária da Bacia do Ribeirão Santo Antônio de Aparecida de Goiânia, obra que prevê a implantação de mais quatro eixos viários e ligações de bairros.

Investimentos que beiram os R$ 100 milhões. Todavia, esta presença teve um outro viés significativo. Durante a estadia em nossa cidade, o mandatário da CAF participou de um evento que reuniu mais de 100 empresários aparecidenses. Encontro esse que aconteceu no auditório da Transzilli, umas das maiores empresas de logística de nosso País.

Na oportunidade, além de apresentar os benefícios do Banco de Desenvolvimento da América Latina, juntamente com suas linhas de crédito e a intenção de investir em Aparecida, Vitor Rico Frontaura ficou boquiaberto com o crescimento de nossa economia e a força de nossas indústrias, comércio e prestadores de serviço. Demonstrando surpresa com o vigor de nossos negócios.

Diante desse fato nos enche de orgulho poder estar presente auxiliando nesse desenvolvimento. Ajudando a cidade a construir um cenário promissor, repleto de oportunidades, favorecendo não somente a classe empresarial, mas toda a sociedade aparecidense.

Acredito que estamos no caminho certo. Que 2015 será o ano do fortalecimento de Aparecida de Goiânia e também dos bons negócios para nossas empresas.


Fonte DM (Maione Padeiro, presidente da Aciag Jovem, Especial para Opinião Pública)


25 de janeiro de 2015

Primeiro Credeq será inaugurado em março


Centro de Recuperação para Dependentes Químicos, localizado em Aparecida de Goiânia, está pronto e começa a receber equipamentos e mobiliário; secretário de Saúde, Leonardo Vilela, realizou vistoria no local, que já estava equipado com mesas, cadeiras, camas, beliches e até aparelhos de musculação; quatro unidades estão em construção (Caldas Novas, Morrinhos, Goianésia e Quirinópolis) e serão entregues este ano; governador Marconi Perillo autorizou projeto para erguer mais cinco Credeq: Formosa, Luziânia, Anápolis, Mineiros e Catalão

O ambicioso projeto de construção de Centros de Recuperação para Dependentes Químicos (Credeq) em Goiás começa a sair do papel. Está quase tudo pronto para que a primeira unidade seja inaugurada em Aparecida de Goiânia no começo de março.

O complexo está pronto e começou a receber o mobiliário. No dia 21 de janeiro, data da última vistoria feita pelo secretário de Saúde, Leonardo Vilela, o local já estava equipado com mesas, cadeiras, camas, beliches e até aparelhos de musculação.

Na sequência, o Governo deve inaugurar outros quatro Credeqs que já estão sendo construídos. Em Quirinópolis, de acordo com dados atualizados da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), órgão responsável pela obra, 48% do prédio está pronto. Em Morrinhos, a execução do projeto atingiu os 30%. Em Goianésia e Caldas Novas, as obras avançaram algo em torno dos 25%.

Mas o plano do governador Marconi Perillo de consolidar uma rede de proteção aos dependentes químicos não termina por aí. Em meados de janeiro, ele determinou ao secretário Leonardo Vilela que elabore projetos executivos para construção de Credeqs em mais cinco cidades do Estado: Formosa, Luziânia, Anápolis, Mineiros e Catalão. A determinação dele é para que o planejamento das obras esteja concluído em dezembro de 2015, de modo que as paredes possam ser erguidas já no começo de 2016.

A administração dos Centros de Reabilitação vai seguir um modelo consagrado e que já rendeu bons frutos em Goiás, no qual a responsabilidade pela gestão é compartilhada com o terceiro setor. Quando chegaram no Estado, as Organizações Sociais despertaram a desconfiança de parte da população e reações iracundas de políticos da oposição, que se acostumaram a criticar quaisquer mudanças que o governador ouse promover na estrutura gerencial do Governo.

O tempo passou e a gestão dos hospitais e unidades de atendimento por OS redundou em um tremendo sucesso, sendo reconhedia até mesmo pela oposição. O sucesso de Marconi se mede pela ampla aprovação do povo à rede estadual de saúde, que chega a 90% segundo o instituto Serpes, e pelo fato de que quatro dos 13 centros médicos certificados pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) no Brasil estarem em Goiás: Crer, Hospital Geral de Goiânia (HGG), Hospital de Urgências da Capital (Hugo) e Hospital de Doenças Tropicais (HDT).

Projeto

Os Credeqs serão construídos dentro de uma moldagem pré-estabelecida. Eles serão divididos em três núcleos de atendimento separados por faixa etária (infantil, adolescente e adulto). Cada unidade vai contar com um centro de atenção psicossocial e casa de desintoxicação com sala de reanimação. Além disso, alguns pacientes poderão ficar em uma casa de acolhimento transitório, onde participarão de atividades ocupacionais como, por exemplo, o cultivo de hortas e hortaliças.

O projeto arquitetônico prevê também áreas verdes, esportivas (quadras e piscinas) e destinadas ao lazer e recreação, além de uma biblioteca, sala de computação e praças de convivência. O objetivo é fazer com que os internos sejam acolhidos em um ambiente confortável e arejado, e com condições para reinserção social.

O tratamento será baseado em 13 princípios - aceitos internacionalmente - que preveem o atendimento individualizado e a inclusão de terapias em grupo e com a família. “A proposta do governador Marconi Perillo é humanizar o tratamento dos dependentes químicos e oferecer totais condições para que ele seja reinserido na sociedade”, afirma o secretário Leonardo Vilela. “O apoio à família também é um dos pilares deste projeto”, completa.

Fonte: Goiás 247


Novo nicho de mercado surge em Goiânia, são os Food Trucks


Food trucks em alta

Tendência pós-crise econômica americana e europeia é hoje febre em vários países. No Brasil, os food trucks estão, ao poucos, ganhando mais espaço.

O desfecho para o negocio de Food trucks, se deu após a crise econômica de 2008 nos EUA e Europa promoveu uma tendência gastronômica mundial que, pelo visto, veio pra ficar.  Trata-se de caminhões estilizados transformados em restaurantes itinerantes. Modelo enxuto e que requer baixo investimento, logo se tornou opção ideal de negócio para aqueles que, na época, precisavam de novas alternativas para manter a renda, enquanto, do outro lado, os consumidores buscavam lugares mais baratos pra comer, já que na época a crise inflou os preços dos cardápios de restaurantes.

O conceito é de uma gastronomia variada, os food trucks servem desde lanches mais comuns até pratos de culinária internacional, com leve ‘toque’ gourmet e preços mais acessíveis (entre R$ 15 e R$ 20), como explica o empresário Reinaldo Zanon: “São pratos vendidos na rua, mas com qualidade e higiene, características que mudam a relação do público com a comida e com o espaço público,”. Cidades como São Paulo e Rio de Janeiro já têm realizado feiras de food trucks, sendo que a primeira regulamentou a alguns meses lei que favorece o comércio gastronômico de rua.
A empresa Bacaardi, tem o seu Drink Truck, suas ultimas ações aconteceram no estado de São Paulo (Capital e Interior). O veículo circulou nas mais badaladas feirinhas gastronômicas de são Paulo como a Butantan Food Park, na Panela de Rua, na Le Chef a Pé, Moema Food Trucks e na Feirinha Gastronômica do Jardim das Perdizes. A estimativa da Bacardi é de que 20 a 30 mil pessoas visualizaram a ação “Combine que Combina” no período e locais de ativação da campanha.

Nova atração para eventos

Em Goiânia, ainda ha poucos investidores que já atuam com seus Food Trucks. De acordo com a produtora de eventos Yara Godoy, não foi uma tarefa fácil encontra-los, em um evento realizado na capital, o Food Truck Park Gyn, durante tres dias deste mês, ela buscou por estes profissionais, mas maioria vieram de Brasília para atendê-la. “Conseguimos dez Food Trucks, dois deles daqui de Goiânia, e oito de Brasília. Vendemos quase seis mil ingressos para o evento, superando nossas expectativas de público”, ressalta.

Yara é da Lya Produções e Eventos, que tem planos de repetir a atração pelo menos uma vez por mês, após o sucesso da primeira edição. “Os ingressos custavam cinco reais, sendo que parte da arrecadação foi revertida para o CEVAN, durante os três dias, tivemos o revezamento de atrações como música ao vivo e Dj”, explica a produtora. Além disso, Yara lembra que também foi disponibilizado um espaço para as crianças durante todos os dias. O Food Truck Park Gyn aconteceu em dois locais, nos dias 15 e 16 de janeiro na Praça do Sol, no setor Oeste, e dia 17 no Centro Cultural Oscar Niemeyer

Bom investimento

Segundo o Ibope Inteligência, alimentação fora de casa movimentou R$ 140 bilhões este ano. O mercado em alta tem promovido o interesse de empresários do segmento de gastronomia. Reinaldo Zanon e seu sócio, Leonardo Cannizza, em outubro, adotaram formato de franquia food truck para o Los Cabrones e a Franquia da Pizza. O primeiro trata-se de um restaurante de comida mexicana. Já o segundo comercializa pizzas pré-assadas, no qual o cliente escolhe o recheio da pizza e leva para assar em casa. Dois meses depois, cinco franquias de cada uma já haviam sido comercializadas dentro e fora de São Paulo. “Nosso objetivo é atingir a marca de 30 até março de 2015,” comenta o empresário.

O investimento inicial dos food trucks do Los Cabrones e da Franquia da Pizza é de aproximadamente R$ 67 mil, valor que, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF), caracteriza as marcas como microfranquias. “O faturamento pode chegar a R$ 45 mil mensais, com lucro líquido de 20% a 35%”, comenta. “Custa menos do que manter um restaurante e ainda existe possibilidade de uma maior aproximação do dono do negócio com seus consumidores,” complementa.

Goiás já tem seus primeiros Food Trukcs

Apesar de ainda ser um nicho de mercado muito pequeno na capital goiana, os Food Truccks começam a surgir por aqui. Além da feira Food Truck Park Gyn, alguns proprietarios desse tipo de negocio já estão se organizando com o intuito de abrir o mercado e facilitar seu trabalho em Goiânia, no sentido burocratico e legal.

Daniel Martins Dias, também conhecido como Daniel San, vende yakisoba em um trailer. Ele começou o negócio a cerca de dois meses e afirmou já ter notado retorno financeiro consideravel. “Eu já trabalho com a venda de yakisoba na feira da lua há três anos, e muitos clientes reclamavam por eu estar ali só aos sábados, foi quando decidi abrir meu Food Truck. Tenho notado um lucro considerável até o momento, estou buscando algumas licenças da prefeitura e Vigilância Sanitária, para conseguir trabalhar mais tranquilamente”, ressalta o empresário.

Por enquanto as vendas só ocorrem em feiras e locais autorizados, mas a intenção de Daniel e outros proprietários de Food Trucks da capital é lutar para conseguirem autorização para poderem trabalhar com um pouco mais de liberdade em vários pontos. “Queremos fazer feiras mensais por exemplo em locais onde ha feiras livres, no entanto durante os dias em que elas não ocorrem”, explica.

Daniel conta que o Food Truck tem várias vantagens, sendo a principal sua praticidade. “Temos aqui uma cozinha industrial compacta, onde tenho tudo que preciso ao meu lado. Além disso, não levo horas montando barracas mesas e iluminação, por que tudo já está pronto. É então chegar no local e vender, bem mais fácil”, ressalta. Ele analisa que hoje, em Goiânia ainda há poucas pessoas trabalhando com Food Truck, cerca de cinco apenas, no entanto é um mercado que tende há atrair cada dia mais pessoas.

O casal Carla Maria Olivencia e Alyson Santos, residiram durante 13 anos nos EUA, durante essa estadia Alyson trabalhou por sete anos em uma empresa de sanduiches philly cheese steak. Após o retorno ao Brasil, e tentarem trabalhar em empresas convencionais como empregados, decidiram que queriam um estilo de vida que pudesse promover mais liberdade a eles, ou flexibilidade de dias e horários. A partir daí começaram a pesquisar sobre os Food Trucks. “Após cerca de oito meses de pesquisa, criação e patente da logo, nós começamos o negócio. Como já tínhamos experiência com os sanduiches philly cheese steak, optamos por ser esse nosso produto”, explica Carla.

Apesar de ter começado os trabalhos a menos de um mês o casal já vê retorno financeiro, e esperar reaver o investimento feito em média dois anos. “Nós compramos um lote na cidade de Pirenópolis, nos mudamos pra cá, pretendo trabalhar com o Food Truck vendendo para a população local, com folga as quartas-feiras”, explica à empresária. Ela lembra que outro ponto positivo da cidade são os eventos que ocorrem, mas ela também tem planos de viajar pelo país vendendo os sanduiches. “Acho que quem trabalha nesse segmento leva isso como um estilo de vida, todos com quem já conversei enxergam dessa maneira e é uma classe bem unida”, relata.

Fonte: DM (Da editoria de Economia Nayara Reis)


Projeto quer transformar cemitério em atração turística de Goiânia


Para consultor, local traz a história da cidade e de GO: 'Museu a céu aberto'. Estão enterrados no local personalidades, famosos e pioneiros da capital.

A Associação das Funerárias de Goiás (Aefego) quer transformar o Cemitério de Nossa Senhora de Santana, no Setor Campinas, em atração turística de Goiânia.  O órgão defende que a história do local, que completa 75 anos de fundação em novembro, integra a da capital e a do estado. “É um museu a céu aberto”, defende o consultor do projeto, Leandro Pires.

Com estilo Art Decó, o cemitério tem jazigos ricos em detalhes, imponentes e com esculturas em bronze. Estão enterradas ali pessoas que nasceram ainda no século XIX, pioneiros da capital e personalidades. “O intuito do projeto é valorizar aquelas pessoas que estão aqui sepultadas, as famílias dessas pessoas, e, por meio dessa valorização, contar a história da cidade, do estado”, diz o consultor.

Entre os corpos sepultados no local está o do fundador de Goiânia, Pedro Ludovico Teixeira. Também há o jazigo do Coronel Popota, que fez sucesso na década de 60 na TV Anhanguera, afiliada da Rede Globo.

O primeiro túmulo do Padre Pelágio Sauter, reconhecido como venerável pelo Papa Francisco, também foi instalado no cemitério. Atualmente, a ossada está na igreja construída em homenagem a ele, em Trindade, na Região Metropolitana.

Para o secretário geral da associação, Omar Layunta, mudar a forma como o cemitério é visto pode ajudar os goianos a aceitarem melhor a morte. “É desmistificar o funeral como sendo o fim, trazer a sociedade para mais perto de um acontecimento que é natural, que é a morte, no sentido de promover a cultura, a arte, a história, principalmente a história, que é o que está mais ligado a nós”, afirma Layunta.

O auxiliar de limpeza Silvano Almeida aprovou o projeto. Ele se diz um admirador do cemitério. “Vale a pena ser um espaço para visitação, acho que a pessoa tem que acabar com o medo de vir ao cemitério, olha que lugar bonito, aqui eu sinto paz”, diz.

O cemitério deve passar por reforma para receber visitantes. As obras precisam ser aprovadas pelo patrimônio histórico do município e serão realizadas com parcerias. A previsão é de que a restauração inicie até novembro, mês em que o local completa 75 anos de fundação.

Fonte: G1 Goiás


A renúncia de Paulo Garcia seria a solução para Goiânia



João Francisco do Nascimento, ,Especial para Opinião Pública

Sabemos que certas atividades que, por serem importantes e complexas, pela sua própria natureza, exigem mais daqueles que as praticam. E a administração pública está entre elas, principalmente a de chefe do Poder Executivo, nas três escalas, pois os serviços são prestados com o dinheiro público e quem recebe o resultado dos trabalhos do administrador é o próprio contribuinte. Daí porque não seria necessário ser experto no assunto para entender que quem assume um cargo desses, para ser bem-sucedido, deve possuir, no mínimo, três elementos, que são: vocação, preparo técnico-administrativo e honestidade. Faltando-lhe qualquer um destes elementos, dificilmente fará uma boa administração.

E o que a população goianiense reclama do prefeito Paulo Garcia é exatamente neste sentido, pois mesmo que ele tenha demonstrado ser um administrador sério e honesto, o descontentamento da comunidade com sua gestão é geral. Os reclamos que mais se ouve, principalmente daqueles que vivem aqui há vários anos, é o de que “Goiânia nunca esteve tão abandonada como na atual gestão”. E é também o que a imprensa tem divulgado no dia a dia.

Reclamam que as obras estão em ritmo lento, a cidade está suja, o asfalto danificado, o trânsito caótico, as praças e jardins estão abandonados. No Setor Campinas e no Centro, o comércio informal tomou conta das ruas e calçadas; a poluição sonora se tornou insuportável e não existe fiscalização em nenhuma das áreas. Com isso, a cada dia que passa, a impopularidade de Paulo Garcia perante a população de Goiânia e de todo o Estado de Goiás está aumentando, o que é desastroso para um político de carreira.

Diante de tais fatos desagradáveis, a renúncia do prefeito seria a melhor solução, tanto para a população da cidade quanto para ele próprio, na condição de político. A população ganhará por que, se o problema maior for de ordem financeira, como tem alegado, o seu sucessor, se tiver o mesmo dinamismo e habilidade administrativa que tem o prefeito de Aparecida, Maguito Vilela, que mesmo não sendo do partido da presidente Dilma, ele visita o Palácio do Planalto constantemente em busca de verba federal e o resultado tem sido positivo, pois, graças às verbas que ele tem conseguido alocar do Governo Federal e somadas às da arrecadação própria, o progresso de Aparecida de Goiânia continua em ritmo acelerado.

Assim, no meu despretensioso ponto de vista, e por pertencer, com muito orgulho, à comunidade goianiense, entendo que alguma providência tem que ser tomada e, neste momento, a mais recomendável é a renúncia de Paulo Garcia ao cargo de prefeito de Goiânia, pois poderá ser a solução para a cidade e, consequentemente, resgatar o desprestígio político que ele vem sofrendo, a cada dia que passa.

(João Francisco do Nascimento, advogado militante em Goiânia, OAB-GO 2544, e articulista do Diário da Manhã. E-mal:joaofrancisco.adv@hotmail.com)

Fonte: DM


Projeto de instalação de hidrelétricas na Chapada dos Veadeiros causa polêmica


Preocupados com os projetos de construção de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) em rios da região da Chapada dos Veadeiros, no Nordeste de Goiás, pesquisadores, ambientalistas e moradores do local estão promovendo uma campanha na internet contra a instalação das PCHs. A Centrais Elétricas Rio das Almas (Rialma S/A) pretende construir usinas em pelo menos seis pontos do Rio Tocantinzinho e uma no Rio das Almas. Apesar de estar fora das unidades de conservação, os manifestantes alegam que esses empreendimentos vão afetar um dos últimos refúgios do pato-mergulhão (Mergus octosetaceus), uma das espécies de ave aquática mais ameaçada das Américas.

O abaixo-assinado virtual pretende reunir 500 assinaturas. O objetivo do grupo é enviar a petição eletrônica à presidente Dilma Rousseff (PT), à ministra do Meio Ambient,e Izabela Teixeira, e ao governador de Goiás Marconi Perillo (PSDB).

A mobilização da sociedade local teve início no ano passado, quando Rialma S/A apresentou, em audiências públicas, um projeto para a contrução de 22 PCHs na bacia integrada do Rio Tocantinzinho, algumas delas em pontos que afetava diretamente o pato-mergulhão. A proposta foi contestada pelo MP-GO e teve um parecer desfavorável de um técnico da então Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh). O grupo empreendedor, então, realizou novos estudos e descartou 18 delas. Apenas seis restaram na nova proposta, que se encontra em fase de análise na atual Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura, Cidades e Região Metropolitana.

Apesar da redução, pesquisadores afirmam que as usinas são uma ameaça. Membro do Conselho de Conservação das Aves Aquáticas das Américas, a bióloga Gislaine Disconzi explica que o Mergus vive em rios de corredeiras, e o represamento da água afetaria de forma significativa o habitat do animal.

Equilíbrio da região é fundamental para pato

Pesquisadora do pato-mergulhão há dez anos, a bióloga Gislaine Disconzi diz que manter o equilíbrio na região é essencial para a sobrevivência do pato e do homem. “Dizer que esse projeto não afeta a Chapada dos Veadeiros é inverdade. Se essa PHC no Rio das Brancas acontecer, influência todo a bacia do Tocantinzinho e neste rio encontramos pelo menos 13 indivíduos do pato-mergulhão.

Segundo Gislaine, as PCHs vão alterar as características naturais dos rios, podendo deixar submerso locais que o Mergus usa para a reprodução, alimentação e descanso, além de limitar o sua área de vida. “O pato-mergulhão é territorialista, um casal pode ocupar até 15 quilômetros do curso d’água”, explica.

Para a organização World Wide Fund for Nature (WWF) no Brasil, a construção das usinas é “extremamente preocupante”. O coordenador de conservação do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil, Julio César Sampaio da Silva, recebeu representantes das sociedade, na última semana, e disse que vai acompanhar a situação. “Mesmo que a área alagada seja pequena, há uma diminuição do fluxo de água e, quando vai se somando ao longo do rio, gera um problema é maior.

Empresário defende melhoria da qualidade energética na região

Presidente da Centrais Elétricas Rio das Almas (Rialma S/A), Emival Caiado Filho afirma que a instalação de pequenas hidrelétricas são importantes para melhorar a qualidade energética na região. O empresário diz que a revisão do projeto no Rio Tocantinzinho, que reduziu de 22 para seis o 6 o número de PCHs, levou em consideração as questões ecológicas, entre elas a existência do pato-mergulhão. Ele destacou que esse tipo de empreendimento é considerado internacionalmente como uma energia limpa, renovável e de baixo impacto ambiental.

“A diferença das PCHs com as grandes hidrelétricas é que as PCHs não têm reservatório, tem lago de nivelamento para supertar as turbinas. As corredeiras vão continuar com um pouco menos de água, com trecho de vazão reduzida. Nada alí vai secar”, argumenta. O empreendedor diz que, se comparadas às termelétricas, que jogam gás carbônico na atmosfera, os benefícios são ainda maiores”, argumenta.

Com experiência na área de licenciamento ambiental, o analista ambiental Roberto Freire explica que, individualmente, o impacto de uma PCH é pequeno, mas há um impacto cumulativo quando se tem uma soma de empreendimentos na mesma região, chamado de efeito sinérgico. O técnico da Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura, Cidades e Região Metropolitana afirma que tanto o projeto para o Rio das Almas quanto as seis propostas para a bacia do Tocantinzinho se encontram em fase de análise e não há prazo para uma liberação dos empreendimentos.

“Não tem como afirmar nem se eles realmente serão liberados. O próprio estudo, feito por equipe técnica contratada pelo conjunto de empreendedores já descartou parte dessas PCHs. Agora o órgão vai verificar se, nesse cenário reapresentado, tem questões ambientais a serem atendidas.”

Fonte: Jornal O Popular (com informações de Gabriela Lima)


20 de janeiro de 2015

Cooperação entre Prefeitura de Aparecida e Dnit pretende resolver problemas no Anel Viário


A Prefeitura de Aparecida de Goiânia, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) vão assinar um termo de cooperação para solucionar o problema de manutenção e operação do Anel Viário. O trecho em Aparecida possui 13 quilômetros de extensão e atualmente se encontra sob a responsabilidade do Dnit porque liga as rodovias federais BR-153 e BR-060, mas o órgão federal quer compartilhar a operação da pista com a prefeitura.

O superintendente regional do Dnit em Goiás e DF, Flávio Murilo Prates de Oliveira, e o superintendente regional da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Goiás, Júlio César Gomes Ferreira, explicaram nesta quarta-feira, 7, ao prefeito Maguito Vilela as razões para que a parceria seja efetivada. “O Anel Viário é hoje uma via totalmente urbana e o Dnit não enxerga esse trânsito urbano dentro da legislação dele. A ideia, portanto, é inicialmente fazer uma simbiose entre a Prefeitura e o Dnit, de forma que o município opere a via como uma grande avenida”, explicou o superintendente do Dnit.

Como o próprio dirigente do Dnit reconhece a dificuldade estrutural e financeira do município para assumir de imediato a manutenção e operação total da avenida, que na prática é uma espécie de rodovia federal, o termo de cooperação que será assinado prevê uma parceria durante um período de transição. “O Dnit manteria o trabalho de tapa buracos, recuperação de meio-fio, recuperação e ampliação da sinalização, roçagem, e o município se encarrega da operação, fiscalização de posturas e trânsito, que hoje não é realizada nem pela Polícia Militar, nem pela PRF, pois está fora do plano de fiscalização que ela exerce”, esclareceu Flávio.

De acordo com o prefeito de Aparecida, a população da região cortada pelo Anel Viário e os condutores que trafegam pela pista clamam por uma solução rápida e urgente. “O município tem pressa em dar uma solução aos problemas do Anel Viário, que impactam diretamente na vida de uma parte significativa da nossa população. Por isso vamos tomar as providências objetiva e técnica”, prontificou-se o prefeito Maguito. O termo de cooperação deve ser assinado pelas partes nos próximos dias.

Na avaliação do superintendente de Trânsito de Aparecida, Valdemir Souto, a proposta do Dnit resolve parte da demanda da população que vive às margens da rodovia. “A SMTA faz uma fiscalização precária hoje no Anel Viário porque não temos legalidade para autuar no local por ser uma rodovia federal. Com o termo de cooperação, poderemos fazer um trabalho em parceria com a Polícia Militar, que já colabora conosco no registro de ocorrência de acidentes em toda a cidade”, contou.

O próximo passo para a concretização do Termo de Compromisso é reunir todas as secretarias municipais envolvidas – SMTA, Planejamento, Desenvolvimento Urbano, Infraestrutura e Governo – para avaliar os critérios do termo e propor os ajustes necessários. O prazo inicial de uma semana foi fixado para isso. “Vamos levantar o que está sendo projetado na cidade que impactua no Anel Viário, para trabalhar em cima dessa mudança proposta e ver o que o município tem condições de assumir em favor da população”, disse o superintendente de Trânsito de Aparecida.

Viadutos e passarelas - “O termo será nivelado entre as duas partes e já é um grande passo. Futuramente decidiremos sobre outras intervenções físicas como viadutos e passarelas”, ressaltou o prefeito Maguito Vilela.

O superintendente de Trânsito afirmou que hoje são necessários, no minímo, dois viadutos no Anel Viário. Um na altura da Avenida Guiralpia (Chuchuzal), no Bairro Cardoso e Setor Garavelo, e outro na Avenida V-5, no Bairro Vera Cruz 1, próximo ao futuro Hospital Municipal e da Feira Coberta.

“A construção de viadutos e passarelas, necessários hoje no Anel Viário, continuam sendo atribuição do DNIT, mas depende de verbas específicas alocadas. Portanto, será discutido fora do termo de cooperação. São ações específicas, mas que continuarão sendo avaliadas junto ao município”, frisou o superintendente do DNIT.

Conforme o secretário de Planejamento de Aparecida, Afonso Boaventura, a prefeitura tem projeto de intervenção para melhorar a mobilidade urbana na região do Setor Buriti Sereno, que é próximo ao Anel Viário. “Já apresentamos o projeto de financiamento do Banco Andino 2 com o objetivo de captar US$ 35 milhões para investir na construção de novos eixos viários”, detalhou o secretário. A solicitação do financiamento se encontra em curso e foi aprovado recentemente pela Comissão de Financiamento Externo (Cofiex). O contrato deve ser assinado no final deste ano e as obras iniciadas em 2016. A expectativa do prefeito é solucionar a situação do Anel Viário como ocorreu em relação a BR-153, onde foram implantado oito passarelas e construído um viaduto.

Participaram ainda da reunião a assessora do DNIT, Ana Karla Loyola; e os secretários Euler de Morais (Governo e Integração Institucional), Rodrigo Caldas (Desenvolvimento Urbano), Afonso Boaventura (Planejamento), Ozeias Laurentino Júnior (Comunicação).

Fonte: Prefeitura de Aparecida de Goiânia


Grito Rock em Goiânia é alternativa ao Carnaval convencional


Chega o Carnaval, e o que se ouve são marchinhas, samba, axé — e aqueles que gostam de um tipo de música diferente, ficam de fora da festa. Como alternativa, o festival Grito do Rock vem para fazer o Carnaval do cenário alternativo. Em Goiânia, o evento ocorre há nove anos. Este ano, 54 atrações, que perpassam por diversos estilos musicais, irão dividir palco no Centro Cultural Martim Cererê nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro.

O evento conta, em grande parte, com bandas goianas, mas o rock de outros Estados também marcam presença, como Far From Alaska, de Natal (RN), os mineiros Muñoz, ou os paulistas Lisabi e Corazones Muertos.

“FFA”, como é chamada por fãs, nasceu em 2012, e o primeiro disco, ModeHuman, foi lançado no ano passado. A banda do Nordeste brasileiro se apresentou no Planeta Terra, em São Paulo, ainda em 2012, após ganhar o concurso Som para Todos, organizado pelo Portal Terra, Banco do Brasil e Deck.

Fechando o primeiro dia do festival, ninguém menos que Boogarins, que depois de visibilidade internacional — com turnê nos EUA e na Europa –, vem ganhando cada vez mais espaço no cenário nacional. O grupo ganhou o Prêmio Multishow de banda revelação no ano passado, fizeram show no festival Popload — dividindo palco com artistas conhecidos, como Cat Power e Rodrigo Amarente –, em São Paulo, e este ano já prometem, com apresentação no festival Lollapalooza — no mesmo dia que Jack White, Robert Plant e Kasabian –, também em São Paulo.

O grupo Hellbenders está responsável pelo fechamento dos shows no segundo dia do Grito Rock. Já no terceiro e último dia, o show final ficou reservado para o Ceará, com o rapper Don L.

Em todo o mundo, o Grito Rock ocorre entre os meses de fevereiro e março. Em 2014, foram mais de 200 cidades, sendo 40 países, dentre eles 16 da América Latina.

Nos três dias, as portas do Martim irão abrir às 16h. Os ingressos estão sendo vendidos a R$ 15 no Ambiente Skate Shop, Hocus Pocus, Casulo Moda Coletiva, P de Pizza, Tio Bákinas e Hops.

Veja a lista completa das atrações:

Sábado (14/02)
01:15   Boogarins
00:30   Shotgun Wives
00:00   Rafael Castro (SP)
23:30   Carne Doce
23:00   Tagore (PE)
22:30   Dom Casamata e a Comunidade
22:00   Lisabi (SP)
21:30   Bruna Mendez
21:00   Caffeine Lullabies
20:30   Versário
20:00   Components
19:30   Chá de Gim
19:00   Feed My Kraken (Anápolis)
18:30   Guto Sansaloni
18:00   Two Wolves (Senador Canedo)
17:30   Projeto Supernova
17:00   Alfaiate Club
16:30   Meio Termo

Domingo (15/02)
01:15   Hellbenders
00:30   Overfuzz
00:00   Beavers
23:30   Corazones Muertos (SP)
23:00   Cherry Devil
22:30   Hell Oh! (RJ)
22:00   Dogman
21:30   Muñoz (MG)
21:00   Red Light House
20:30   Billy Brown (MT)
20:00   Veementes (R. Verde)
19:30   Erotori
19:00   Damm Stoned Birds
18:30   Marmelada de Cachorro
18:00   The Moltke’s Shells
17:30   Sheena Yê
17:00   Almost Down
16:30   Melodizzy

Segunda (16/02)
01:15   Don L (CE)
00:45   Far From Alaska (RN)
00:15   Faroeste
23:30   Aurora Rules
23:00   Rico Dalasan (SP)
22:30   Scalene (DF)
21:45   Gasper
21:30   Petit Mort (ARG)
21:00   Tati Ribeiro
20:30   Heretic
20:00   Ataque Beliz (DF)
19:30   Coerencia
19:00   Coletivo Sui Generis
18:30   Revengers
18:00   Procedê
17:30   Usmago
17:00   Clann
16:30   Pedrada

Fonte: Jornal O Popular