6 de fevereiro de 2016

Crescem opções de lazer nos bairros de Goiânia


As opções de diversão na Capital aumentam no ano que acaba de começar. E para aqueles moradores de bairros mais distantes do Centro, já existem locais na hora de passear ou mesmo praticar um esporte. O diretor de áreas verdes e unidades de preservação e conservação ambiental, Wilmar Iris, aponta que já em Goiânia 36 parques disponíveis. Mas, adianta que mais quatro estão para sair do papel em 2016.

“Os novos parques que vêm por aí serão na Vila Romana, no Parque Oeste Industrial, Jardim Nova Esperança e Setor Jaó”, revela. Atualmente, entre os bairros mais afastados e que contam com opção de praça, parque ou bosque estão, o Parque Municipal Itatiaia, que fica no Conjunto Itatiaia, Região Norte da capital, Vale dos Sonhos, Residencial Itaipu e Parque Municipal Baliza, no Conjunto Baliza, Região Sudoeste de Goiânia. 

Na Região Leste, Iris destaca como opção de lazer o Parque Carmo Bernardes, localizado no Parque Ateneu. Já na Região Noroeste, o Parque Boa Vista e o Brisas da Mata, este está em revitalização. “Toda a parte de iluminação, infraestrurura passam por melhoria”, enfatiza. 

No caso das praças com opções de academias ao ar livre, temos Setor Goiânia 2, no Parque Leonidio Ramos Caiado, Campinha das Flores, Macambira Anicuns e o tradicional Lago das Rosas, localizado em região nobre da cidade .

“Todos os locais construídos áreas de lazer são escolhidos a partir de reclamações e pedidos de associações de moradores, vereadores e da comunidade em geral”, explica Iris.

Atrações

A Secretaria Municipal de Cultura (Secult) pontua como principais pontos de lazer o Parque de diversões Mutirama e o Zoologico. Porém afirmam que o atual “point” da juventude goiana mesmo sem querer é hoje o Centro Cultural Oscar Niemeyer (CCON). Palco de diversas atrações culturais, o Centro também é uma atração pela extensa área ao ar livre, muito utilizada para passeios de skates, patins, bicicleta e outras atividades de lazer.

Mas e nos locais mais afastados? Uma recente opção é hoje a Praça da Juventude do Setor Novo Horizonte. Com quadra de esportes e pista de skate a reportagem do O Hoje  conferiu grande número de visitantes que  passeam ou mesmo praticam esporte no local. Mas, o principal destaque é a pista de skate.

Frequentador assíduo, Pedro Henrique Quinta Costa, 15, comemora a nova pista. “Antes da construção desse parque tinha que ir até o setor Perim, Itatiaia ou Garavelo”, conta. Para isso, ele e os amigos gastavam tempo e dinheiro indo de ônibus. “Carona raramente conseguíamos. Apesar de termos a pista, ela precisa de melhorias”, diz o estudante Victor Pereira, 16. 

Segurança

Para Gabryel Wanuce, 15, o local é uma ótima opção de entretenimento para todos da região, mas a noite não é possível passear por lá, pois parte das lâmpadas estão queimadas. É o mesmo que reclamam Ramon dos Santos Alves e Leandro Junior, ambos com 13 anos, que adoram treinar na pista.

O aposentado Geminiano Santos, 62, e sua esposa Terezinha Santos, 62, contam que todos os dias passeiam pela praça.  Mas, confessam estarem chateado pelas pichações no local. “Alguns vêm só para denegrir o patrimônio”, relata. 

O subcomandante da Guarda Civil Metropolitana (GCM), Valdimir Passos, assegura que trabalham ao máximo para garantir a segurança nos parques da cidade. “Não temos como colocar um efetivo permanente,  por isso, intensificamos o patrulhamento e onde foi possível colocamos câmeras, como no Parque Vaca Brava”, exemplifica. “Fazemos abordagens em pessoas com atitudes suspeitas. É enorme o número de armas brancas recolhidas”, completa. Mas orienta que as pessoas que se sentirem constrangidas pelos usuários drogas ou se sentirem inseguras podem e devem acionar a guarda. 



Goiânia supera interior em festas de carnaval: samba ocupa Capital


Diversos eventos ocorrem na cidade, que pela primeira vez tem destaque no samba

Começou a festa. A avenida já tem sambista. E não falta animação. O repique anuncia:  tem festa até na quarta-feira de cinzas. E quem não acreditava, aconteceu: Goiânia tornou-se também capital do samba.  Se o  poeta Vinicius de Moraes um dia brincou que São Paulo era o túmulo do samba, não faltava gente para repetir a frase em Goiás. Mas se enganou.

Ontem a percussão já rolou solta com apresentação do Bloco Socialista na Praça Universitária. E as Marchinhas do Mercado da 74, que ocorreram na noite de sexta-feira.

Tem também o Encontro de Blocos no Grande Hotel. Anote a hora: a partir das 16h. O Desencuca está entre os vários blocos que se apresentarão. Trata-se de grupo independente de percussão formado por pessoas com transtorno mental que são atendidas pela Rede de Atenção Psicossocial da Prefeitura de Goiânia e seus familiares.

O bloco promete emocionar o público. Será a primeira apresentação deles. Por uma questão de cidadania e honra, e oxalá também musical, vale conferir a alegria.

O carnaval do Mercado da Vila Nova será também outro grande evento. De 6 a 9 de fevereiro, sempre a partir das 16h, grupos de samba e marchinhas de carnaval prometem fazer os corações baterem mais forte.

No dia dia 8, começo da tarde, será a vez do bloco Gato Pingado, que animará a tradicional festa no Setor Pedro Ludovico, no Grillu’s Bar. E para fechar a noite, ocorrerá o Desfile das Escolas de Samba de Goiânia na Estação Cultura, na Praça do Trabalhador.

No dia seguinte, acontece a segunda parte da programação do desfile das escolas de rua. E para deixar saudade e curtir as cinzas, a Prefeitura realiza no dia 9 – no Parque Vaca Brava, a partir das 13h – o desfile do tradicional Bloco Galo Goiano.

Os organizadores do Carnaval de Goiânia 2016 prometem uma festa inesquecível – talvez a maior da história da Capital.

 ROCK

Para quem não suporta o repique e a síncope do samba,  hoje será dia de rock também. No Centro Cultural Martim Cererê, ocorrerá o 10º Grito Rock Goiânia para os que gostam de guiatarras afiadas em vez do surdo forte e constante.

Anote aí o auge da festa: na segunda, 8, e na terça-feira, 9, tem o Desfile das Escolas de Samba na passarela da Estação Cultura, na Praça do Trabalhador, a partir das 20h.

O Parque Vaca Brava a partir das 13h do dia 9, o último da folia, recebe o Galo Goiano. Mas quem desejar outro ponto da cidade com samba, é bom anotar: no mesmo horário e dia, no Setor Pedro Ludovico, o Bloco Marrom abraça o batuque.

Programação de Carnaval 2016 

Dia 05/02 – Encontro de Blocos no Grande Hotel

Local: em frente ao Grande Hotel na Avenida Goiás

Horário: 19h


Dia 06 a 09/02 – Carnaval no Mercado da Vila Nova

Local: Mercado da Vila Nova – 5ª Avenida

Horário: 16h às 00h


Dia 06 a 07/02 – 10º Grito Rock Goiânia (apoio)

Local: Centro Cultural Martim Cererê

Horário: 17h


08/02 – Gato Pingado (apoio)

Local: Grillu’s Bar / Setor Pedro Ludovico – Avenida Circular

Horário: 13h às 20h


08 e 09/02 – Desfile das Escolas de Samba de Goiânia e Encerramento com show de banda local

Local: Estação Cultura (antiga estação ferroviária), Praça do Trabalhador

Horário: A partir das 20h


Dia 09/02 – Bloco Galo Goiano (apoio)

Local: Vaca Brava

A partir das 13h


Dia 09/02 – Bloco Marron (apoio)

Local: Setor Pedro Ludovico – Alameda Mario Caiado

Das 13h às 22h

Fonte: DM


Passagem de ônibus subiu por causa de dívida das empresas, diz sindicato


O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (SET), Décio Caetano, afirmou que o reajuste na tarifa de ônibus da capital acontece por conta de um déficit de R$ 100 milhões das empresas, em Goiânia. A passagem, que custava R$ 3,30, vai custar R$ 3,70, o que representa um reajuste de 12,1%. O novo preço começa a valer no sábado (6).

Segundo ele, apesar do aumento no valor da passagem, não há nenhum projeto para melhorar as linhas da Região Metropolitana da capital. “Esse reajuste, apesar de ser acima da inflação, ele não traz equilíbrio para o sistema. As empresas continuam operando com déficit. Não há nenhuma perspectiva no momento de poder fazer investimentos e melhoria no sistema“, afirmou o presidente.

O anúncio do aumento foi feito na quarta-feira (3) pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC).

Segundo o órgão, entre os fatores que motivaram a medida estão os índices inflacionários, o aumento do valor do óleo diesel, o preço de manutenção dos veículos e o salário dos motoristas.

Segundo Caetano, o transporte coletivo da capital perdeu, de 2014 para 2015, 9% dos passageiros. O presidente do SET acredita que a qualidade dos serviços prestados tenha interferido nessa perda.

“Eu acho que é o que a gente chama de um ciclo vicioso do transporte, a qualidade não é boa, os usuários deixam de usar o transporte e vão para os automóveis, para a motocicleta”, disse.

Ele pondera que é preciso reverter essa migração do ônibus para os meios de transporte individuais. “A gente sabe que esse modelo baseado no automóvel e na motocicleta é insustentável em um sistema viário para a cidade, afirmou.

A última vez que a passagem subiu foi há um ano, quando passou de R$ 2,80 para R$ 3,30, na segunda-feira de carnaval. Na ocasião, usuários protestaram contra a situação e chegaram a fechar alguns terminais da capital.

Apesar dos constantes reajustes, Caetano afirma que é necessário ter mais investimentos no sistema de transporte metropolitano. “O que o transporte precisa é ter recursos extra-tarifas como subsídios, fim das gratuidades, retomar as discussões onde o usuário tem de pagar pela gratuidade de outras pessoas. Isso não é justo para usuário, nem para o sistema”, reiterou.

Fonte: G1 Goiás

Em meio à queda de 28% dos usuários, tarifa é reajustada em R$ 3,70

Entre janeiro de 2014 e o mês passado, o transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia teve uma queda de 27,92% em seu número de passageiros. Neste mesmo período, o valor da passagem sofreu dois aumentos: um em abril de 2014 e outro em fevereiro do ano passado. Ontem, foi anunciado mais um reajuste tarifário, que está de acordo com o contrato de concessão firmado em 2008, com previsão de aumento anual. Com o reajuste, de mais de 12%, a tarifa passará a custar R$ 3,70 nas linhas comuns a partir de sábado e R$ 1,85 no Eixo Anhanguera. O aumento acumulado desde 2014 chega a 37,03%, com o preço saltando de R$ 2,70 para R$ 3,70.

Se somados apenas os reajustes conferidos nos períodos, a alta é de 33,65%, mas, como o valor da tarifa acaba sendo arredondado, esse número é modificado. Atualmente, a média mensal de passageiros carregados pelo transporte coletivo da região metropolitana é de 15 milhões de usuários por mês. Este número cai nos períodos de férias. Em janeiro último, por exemplo, foram 13 milhões de usuários por mês. Já em 2011, o número era de 18,5 milhões. A queda na quantidade de usuários é fundamental no cálculo da tarifa: quanto menos pessoas usam o serviço, mais caro ele vai ser.

Melhorias

O presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Murilo Guimarães Ulhôa, defende que há ganho de qualidade no transporte coletivo nos últimos meses, sobretudo com a implantação dos corredores preferenciais de ônibus. Neste semestre deve ser implantado o Corredor T-7, ligando o Terminal Bandeiras à Praça Cívica, e estão previstos outros três corredores novos (Independência, T-9 e 24 de Outubro), além do término de mais dois (85 e T-63).

Ulhôa afirma que as melhorias não servem para justificar o último aumento, feito com base no próprio contrato de concessão. “Seguimos as premissas, chegamos a esse valor e a Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) aprovou.” O presidente ainda afirma que os usuários do Eixo Anhanguera também vão obter ganho de qualidade com a inclusão da Metrobus no Consórcio da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC).

Nos próximos 20 dias o consórcio deve anunciar a reforma e a ampliação do Terminal Vera Cruz, na saída de Trindade. O terminal de Goianira será construído pela Metrobus também neste ano. Além dos corredores, Ulhôa lembra que a Prefeitura realiza a obra do BRT (Bus Rapid Transit, da sigla em inglês), entre as regiões Norte e Sul da capital.

Vice-presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de Goiânia (SET), Décio Caetano confirma que o reajuste anunciado ontem não virá acompanhado de investimentos no transporte coletivo. “Vai servir para o sistema respirar, as empresas continuam com dificuldade e em crise desde 2013 e agora com agravante, já que não conseguimos crédito nos bancos”, diz.

A posição dele é que a melhoria do transporte só virá se acompanhada de outras discussões mais amplas, como a perda de competitividade com outros meios, como carros e motos, o pagamento das gratuidades pelo poder público e mesmo o fim da tarifa única metropolitana. “Temos de discutir a questão do espraiamento urbano e do custo financeiro que só aumenta, como em relação aos terminais”, diz Caetano.

Para usuários, aumento no preço não representa melhoria no serviço

Após o anúncio do aumento no preço da tarifa do transporte coletivo em Goiânia, usuários questionaram a alteração no valor que, de acordo com eles, não significa melhoria do serviço. A diarista Joana da Silva, 60 anos, por exemplo, não vê a hora de se aposentar. “Quero parar de ter que pegar ônibus em horário de pico”, disse ela, ontem.

Joana utiliza oito ônibus por dia. Ela mora no bairro Colina Azul II, em Aparecida de Goiânia, e vai diariamente ao condomínio Jardins Paris. De acordo com ela, do ano passado para cá a qualidade do transporte piorou, frisando a dificuldade para entrar nos veículos por causa do tumulto. “E o tempo que eu fico esperando aumentou”, completou, explicando que demora de duas a três horas para chegar em casa ou no trabalho.

A estudante de jornalismo Larissa Cristina, de 19 anos, possui o passe livre estudantil, mas questionou o aumento que influencia a vida do usuário de transporte público. A jovem citou o caso do ônibus da linha 019 (que faz rota do Terminal Cruzeiro à Praça da Bíblia), que, de acordo com o site da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), deveria demorar de 7 a 21 minutos para passar no intervalo das 16 às 19 horas. Entretanto, a estudante garantiu que às vezes chega ao ponto de ônibus às 18h15 e o veículo passa às 19h30 – 1h15 de espera. “A população paga por um transporte que não tem”, frisou.

Demora

Funcionária de um comércio no Setor Marista e moradora do Parque das Laranjeiras, Eudes Leite de Andrade, de 35 anos, relembra os problemas sempre apontados por usuários – espera e veículos lotados. Para ir ao trabalho, ela pega o ônibus da linha 002, que sai do Parque Atheneu e vai até a Avenida Goiás. De acordo com Eudes, o problema maior é nos finais semana, quando, conforme a usuária, o ônibus vai até o Terminal Isidoria e para. “Ele não segue até o Centro. Aí a gente tem que ficar aqui e pegar outro ônibus.”

O presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros (Setransp), Décio Caetano, concordou com as queixas dos usuários. “Eles têm razão, o serviço não é dos melhores. Mas eles não estão reclamando do preço.” Conforme Décio, a área vive em crise, com falta de dinheiro para pagar a folha de pagamento. O presidente ainda falou que não faltam ônibus. O problema, de acordo com ele, é o trânsito, que impede que a frota faça todas as viagens necessárias.

Reunião em segredo e em cima da hora

A primeira reunião do ano da Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) foi realizada ontem no Paço Municipal, sem ter sido anunciada publicamente. Os membros começaram a receber os convites do encontro apenas na terça-feira, quando o prefeito Paulo Garcia (PT) decidiu que realizaria a reunião. Antes disso, a última reunião do grupo havia sido feita em fevereiro do ano passado, também para a aprovação da revisão tarifária.

Este ano, a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) calculou o reajuste da tarifa e não a revisão. Por isso, os cálculos foram com base em números de março de 2014, com a tarifa em R$ 2,95, e dezembro de 2015. Isso porque o cálculo tarifário de 2014 indicava R$ 2,95 como valor real da tarifa, que foi arredondada a R$ 2,80 pela promessa do governo estadual em arcar com as gratuidades do sistema de transporte, o que não foi cumprido.

Em um dos três cálculos feitos foi realizada a revisão tarifária, tal qual no ano passado, e chegou-se ao valor de R$ 3,76. O outro cálculo se deu com base nas premissas da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU). O resultado, neste caso, foi de R$ 3,86.

O valor de R$ 3,73 foi aprovado por unanimidade durante a reunião, que não contou com outros temas para discutir o transporte, apenas a promessa de realizar reuniões trimestrais.

Fonte: O Popular


Transporte Publico: Vai aumentar, mas não melhorar


Aumento do valor da passagem de ônibus não virá acompanhado de pacotes de melhorias, como em anos anteriores

A tarifa do transporte coletivo da região metropolitana de Goiânia vai aumentar de R$ 3,30 para R$ 3,70 amanhã, mas as próprias empresas admitiram que não haverá investimentos para melhorar a qualidade das viagens ou reduzir o tempo de espera. Este ano, o anúncio sequer veio acompanhado de promessas. As autoridades públicas e os empresários foram taxativos: não estão previstas mudanças. A alegação é de que o valor do reajuste não cobre o déficit atual das operações e por isso é insuficiente para investimentos.

Desde maio de 2014, a Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) só se reuniu duas vezes e, em ambas, para definir o reajuste tarifário. O colegiado formado por representantes da Prefeitura de Goiânia, governo de Goiás, Assembleia Legislativa, Câmara de Goiânia e prefeituras da região metropolitana não se encontrou para discutir qualquer outro tema, como propostas de melhorias. E assim o sistema vai perdendo passageiros, indignados com a falta de qualidade, ônibus lotados e atrasados.

Especialista em transportes, o professor do Instituto Federal de Goiás (IFG) Marcos Rothen afirma que isso é uma falha de planejamento das empresas concessionárias. “É possível melhorar independentemente da tarifa. Temos um sistema de péssima qualidade e mal operado”, afirma.

Segundo Rothen, os erros são básicos e chegam ao cúmulo de colocarem ônibus nos horários errados e viagens equivocadas, de modo que dois veículos de uma mesma linha cheguem juntos a um mesmo ponto, quase sempre um lotado e outro vazio. Nos horários de pico, passam até dois lotados. “As pessoas vão ficando transtornadas com isso, você passa nos pontos e isso é visível, elas chegam a andar mais para ir a um ponto anterior e conseguir pegar o ônibus, é um absurdo.”

Até por isso, o professor indica que a tarifa tem valor secundário na decisão dos usuários: “O problema é a qualidade”. Rothen considera uma falácia condicionar a melhoria da qualidade ao aumento da tarifa. “Tudo que colocam como problema está calculado na tarifa, o usuário é quem paga por tudo. Fala-se das gratuidades, da distância percorrida, mas tudo é colocado no cálculo para se chegar na tarifa. Não melhoram não é por culpa da tarifa”, diz.

O preço, então, é condicionante apenas para o usuário, mas não para o restante do sistema. Isso interfere apenas na continuidade do círculo vicioso, já que faz perder usuários e aumentar o valor. Esses usuários vão usar transporte privado, aumentar o tráfego, causar congestionamento, os ônibus vão se atrasar, outros usuários vão deixar o sistema e assim continuamente.

“A experiência do transporte coletivo extrapola o serviço de transporte coletivo. Por isso é tão difícil e complexa sua melhoria. Quando se fala que o transporte precisa ser prioridade da gestão pública para ter qualidade, não estamos falando só dos órgãos de transporte e trânsito”, sintetiza a arquiteta e urbanista e professora da Universidade Federal de Goiás (UFG), Erika Cristine Kneib. Ou seja, para ela, é preciso mais do que tarifa para se iniciar a melhoria, a começar por dar prioridade aos ônibus nas ruas.

Mesmo que o preço da passagem influencie a decisão de continuar ou deixar de ser usuário dos ônibus, Erika acredita que dois outros fatores são mais prejudiciais ao sistema, ao serviço e à mobilidade. Um deles é a segurança pública, o que inclui o tempo desde a saída da residência, a chegada e a espera no ponto de embarque e mesmo a dificuldade de acesso. O outro ponto é a ausência de políticas que desestimulem o uso dos veículos particulares. Atualmente, utilizar um carro próprio é uma opção sedutora e fácil.

O fato é que, sem esses cuidados, os usuários vão deixando os ônibus. Aqueles que ficam, por absoluta necessidade, alimentam o sonho constante de conquistar um carro ou uma motocicleta.

E a situação cria um círculo vicioso: com a perda de demanda, o serviço vai ficando cada vez mais caro e menos eficiente. E mesmo com menos pessoas, os veículos continuam lotados e sem pontualidade.

Para Erika Kneib, o rompimento do círculo ocorreria com a criação da infraestrutura prioritária para ônibus, o planejamento da cidade para facilitar o transporte coletivo e mesmo o financiamento deste por parte da sociedade e/ou do poder público.

PODERIA MELHORAR?

Diversos aspectos do sistema de transporte contribuem para queda na qualidade do serviço

- Tarifa: A passagem é considerada cara pelo serviço oferecido e faz com que os usuários busquem formas alternativas de transporte

SOLUÇÕES

Gratuidades são pagas pelos usuários, mas poderiam ser assumidas pelo poder público
Fraudes também encarecem a tarifa. As concessionárias deveriam investir na fiscalização e os usuários ajudarem
O poder público poderia diminuir a tarifa aos usuários pagando subsídios, como é feito no Eixo Anhanguera


- Confiabilidade: A dificuldade em ter a certeza de que o ônibus vai passar no horário definido e chegar na hora necessária ao destino prejudica o usuário do transporte coletivo

SOLUÇÕES

Aprimorar o planejamento das planilhas de horários, com pesquisas de origem e destino, de modo a não gerar atrasos e lotações
Fiscalizar o cumprimento das planilhas realizadas, pelos horários e quantidade de veículos
Concessionárias também devem fazer a operação seguindo as planilhas e fornecer dados para aperfeiçoamento

- Pontos e terminais: Um dos principais pontos de reclamação dos usuários são os locais de espera dos ônibus e a falta de segurança neles

SOLUÇÕES

Terminais são de responsabilidade das empresas e devem melhorar com relação à informação aos usuários
Já os pontos de rua são de responsabilidade da CMTC e muitos deles devem ser reformados e até construídos
Se há segurança privada nos terminais, falta segurança pública nas ruas; soma-se a isso a iluminação das vias e a roçagem de lotes baldios

- Planejamento urbano: Empresas culpam o trânsito pelo descumprimento de planilhas, mas falta de qualidade no transporte faz aumentar número de veículos

SOLUÇÕES

Transporte coletivo deve ser prioridade no trânsito, de modo que passe a ser mais confiável usá-lo do que o veículo privado
Prefeituras devem propor infraestrutura, como corredores preferenciais e regras priorizem os ônibus
O espraiamento da cidade faz com que se locomova por maiores distâncias, elevando custo do transporte, tempo de espera e lotação dos terminais

- Sistema metropolitano: A presença de 18 cidades torna o processo político de admissão das responsabilidades mais complicado

SOLUÇÕES

Há um problema de troca de responsabilidades entre Estado, Prefeitura de Goiânia e demais Prefeituras, que deveriam agir em conjunto
Sem responsáveis, há pouca discussão sobre o sistema metropolitano, tanto que há dois anos os gestores só se reúnem para reajustar a tarifa
A discussão está em torno de criar tarifas alternativas, dependendo da distância percorrida. Ajuda quem mora no Centro, mas prejudica moradores das periferias e de fora da capital



3 de fevereiro de 2016

Rodeio Show de Aparecida de Goiânia 2016


Data: 04 a 08 de Maio
Local: Aparecida de Goiânia

Shows:

04/05 - Anderson Freire + Luciano Barreto
05/05 - Jads e Jadson
06/05 - Zé Neto e Cristiano
07/05 - Maiara e Maraisa  + Marília Mendonça (Festa das Poderosas)
08/05 - Zezé de Camargo e Luciano + Felipe Araujo

Ingressos:

em breve

Pontos de Vendas:

em breve


Goiás prepara edital para pesquisa em recursos hídricos


A Fundação de Amparo à Pesquisa de Goiás (Fapeg) e a Secretaria de Meio Ambiente, Recursos Hídricos, Infraestrutura, Cidades e Assuntos Metropolitanos (Secima) preparam Chamada Pública conjunta, com recursos da Agência Nacional de Águas (ANA), para propostas de gerenciamento de recursos hídricos sob o domínio do Estado. Para discutir os termos da parceria, representantes das entidades envolvidas e de Instituições de Ensino Superior (IES) estiveram reunidos na Fapeg, em Goiânia.

De acordo a presidente da Fundação, Maria Zaira Turchi, este é um momento histórico para a Fapeg na interlocução entre governo, sociedade e universidades. “Esta aproximação representa um momento importante, pois reforça a compreensão do nosso papel junto às outras secretarias de trazer a nossa expertise em lidar com a pesquisa científica, tecnológica e de inovação para dar mais solidez e profundidade às ações do Estado”, avalia.

Em sua fala durante a reunião, o superintendente de Recursos Hídricos da Secima, Bento de Godoy Neto, ressaltou a importância do envolvimento das IES e da Fapeg para a consolidação da parceria. Ele também destacou o Programa de Consolidação do Pacto Nacional pela Gestão das Águas (Progestão) e as metas a serem alcançadas nesta parceria com a ANA.

Fonte: Goiás Agora


Até agora: Goiânia é a primeira cidade do Brasil onde Uber e táxi convivem pacificamente


Há quatro dias em funcionamento na capital, nova plataforma ainda não sofreu com a hostilidade de taxistas. Veja o porquê

Brasília, Goiânia, Campinas, Porto Alegre, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. As oito cidades têm um ponto em comum: todas contam com o serviço do Uber, empresa multinacional de transporte privado urbano. Da lista, no entanto, a capital goiana é uma exceção, já que é a única, ao menos até agora, onde Uber e táxi convivem pacificamente.

Quatro dias após o início das atividades do aplicativo em Goiânia, nenhuma ocorrência sequer envolvendo tensão entre motoristas do Uber e taxistas foi registrada. Em entrevista ao Jornal Opção, o diretor de Comunicação do Uber no Brasil, Fábio Sabba, confirmou a ausência de conflitos no trânsito da capital e deu uma explicação para o fato inédito. “Goiânia é uma cidade que abraça a tecnologia a fim da promoção da mobilidade urbana.”

A aticipicidade goiana também é fruto da atuação do próprio sindicato que representa os taxistas. À reportagem, o presidente do Sindicato dos Taxistas de Goiânia (Sinditáxi), Silone Antônio dos Santos, informou que a recomendação para evitar confrontos entre os profissionais partiu da própria entidade.

“Temos que agir com racionalidade e não deixar que nosso instinto animal faça que partamos para o confronto. Nossa orientação é no sentido de respeitar o usuário e, por respeito ao usuário, não estamos entrando em confronto”, pontuou.

Silone informou que taxistas chegaram a publicar em redes sociais e aplicativos de mensagem a intensão de depredar carros do Uber, mas o sindicato teria intervido de imediato para evitar possíveis tensões. “Quando o Uber surgiu em Califórnia, os taxistas fecharam aeroportos e a população acabou prejudicada. Resultado: o serviço de táxi caiu 60%. A gente não quer isso. Queremos mostrar para o usuário que ele está usando o transporte ilegal e clandestino”, explicou.

Ilegal ou não?

O Jornal Opção informou com exclusividade na última segunda-feira (1º) que a Prefeitura de Goiânia havia confirmado a ilegalidade do Uber e que, por isso, passaria a trabalhar na fiscalização, notificando, autuando e apreendendo os veículos que estiverem exercendo a atividade.

Representante da plataforma, Fábio Sabba discorda da prefeitura quanto à legalidade do Uber. Para ele, a ausência de uma regulamentação municipal não significa que o aplicativo seja ilegal. “Quando inventaram as redes sociais também não havia regulamentação, somente depois criaram o Marco Civil”, exemplificou.

Para atestar a legitimidade do Uber, Sabba recorre, ainda, à lei federal de 2012 que instituiu a Política Nacional de Mobilidade Urbana, permitindo o transporte motorizado de passageiros individual e privado, categoria usada pela plataforma.

Até a tarde desta terça-feira, a empresa não havia registrado nenhuma apreensão de veículo pela prefeitura. Um motorista do Uber informou à reportagem que a empresa poderia bancar as multas e apreensões feitas para que a atividade não fosse cessada, a exemplo que ocorreu em São Paulo. O diretor de comunicação, no entanto, não confirma a informação. “Caso aconteça algo do tipo, vamos discutir. Mas ainda não é o momento”, pontuou.



Goiânia é a capital mais desenvolvida do Centro-Oeste e a 6ª do Brasil


No ranking geral, a cidade é a 265ª colocada

De acordo com o Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal (IFDM) de 2015, Goiânia é a capital mais desenvolvida do Centro-Oeste e a 6ª do Brasil.  No ranking geral, a cidade goiana é a 265ª melhor cidade.O levantamento foi publicado no jornal o Estado de São Paulo neste final de semana.

A capital goiana foi classificada com IFDM consolidado de 0,8209 ficando à frente de Brasília (0,7624), Cuiabá (0,7984) e Campo Grande (0,8195). O índice varia de 0 a um ponto e acompanha o desenvolvimento socioeconômico dos mais de cinco mil municípios do país, avaliando as condições da educação, saúde, emprego e renda dos municípios. Esta versão do estudo considera dados oficiais de 2013.

O IFDM foi criado em 2008 e é feito com base em estatísticas públicas oficiais disponibilizadas pelos ministérios do Trabalho, Educação e Saúde. Desde 2014, a metodologia busca padrões de desenvolvimento encontrados em países desenvolvidos, utilizando-os como referência para os indicadores municipais.

Segundo o prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, obras como o BRT Norte-Sul e o Programa Urbano Ambiental Macambira Anicuns (Puama) contribuem para Goiânia ser a capital mais desenvolvida do Centro-Oeste. “Estamos constantemente movimentando a economia. Estamos aplicando de forma planejada o valor de R$ 1 bilhão em 60 obras de infraestrutura, meio ambiente, educação e saúde”, disse. 

“Neste ano de 2016, dos R$ 5,2 bilhões previstos como receita, mais de 23% serão aplicados em investimentos. Em cifra, isso representa mais de R$ 1,2 bilhão direcionados a projetos como melhoria na mobilidade urbana coletiva, ampliação de unidades escolares e obras habitacionais”, explicou Paulo Garcia.


Confira o ranking das capitais: 
1 - Curitiba (PR) - Com IFDM de 0,8618, a cidade paranaense é a 45ª no ranking nacional.

2 - São Paulo (SP) - Com IFDM de 0,8492, a capital paulista está na 98º posição no ranking nacional.

3 - Vitória (ES) - Com IFDM de 0,8421 a capital capixaba está no 135º lugar no ranking nacional.

4 - Florianópolis (SC) - A cidade catarinense tem 0,8339 e está na 170ª colocação geral.

5 - Rio de Janeiro (RJ) – Com 0,8281, a capital fluminense é o 210º melhor município no ranking geral.

6 - Goiânia (GO) - Com 0,8209, Goiânia é a capital mais desenvolvida do Centro-Oeste e a 6ª do Brasil; no ranking geral, a cidade goiana é a 265ª melhor cidade.

7 - Campo Grande (MS) - Com 0,8195 Campo Grande ocupa a 277º colocação no ranking geral.

8 - Belo Horizonte (MG) - Com 0,8135; a cidade mineira é a 318ª no ranking geral.

9 - Cuiabá (MT) - A capital mato-grossense com 0,7984 figura na 446ª posição no ranking geral. 

10 - Porto Alegre (RS) - Com 0,7928; a cidade gaúcha é a 500ª melhor colocada na lista de todos os municípios.

11 - Palmas (TO) – A cidade tem IFDM de 0,7876 e está na 562ª posição geral.

12 - Teresina (PI) -  Com 0,7813 Teresina é a 647ª melhor cidade no ranking geral. 

13 - Recife (PE) -  Com 0,7775; o município pernambucano é o 684º do País.

14 - Brasília (DF) - Brasília tem IFDM de 0,7624, o que a coloca na 889ª colocação entre todos os municípios brasileiros.

15 - São Luís (MA) - A capital do Maranhão está na 898ª posição, com 0,7618. 

16 - Natal (RN) - Com 0,7583, o município potiguar é o 959º no ranking nacional.

17 - Boa Vista (RR) - Com 0,7561, a cidade ocupa a 992ª posição ranking geral.

18 - João Pessoa (PB) - A cidade da Paraíba tem IFDM de 0,7525 e está em 1047º no ranking nacional.

19 - Fortaleza (CE) - Com 0,7410; Fortaleza é o 1238º município considerando todas as cidades brasileiras.

20 - Rio Branco (AC) - No ranking geral de municípios é o 1279º, com 0,7386.

21 - Aracaju (SE) -  Aracaju tem IFDM de 0,7264 e está na 1514º no ranking.

22 - Porto Velho (RO) - Com 0,7257; a capital de Rondônia é a 1533ª melhor colocada entre todos os municípios do País.

23 - Salvador (BA) - Com 0,7160, Salvador, na Bahia, é considerada a 5ª capital menos desenvolvida ou a 2ª pior do Nordeste; no geral, é a 1704ª melhor do Brasil. 

24 - Maceió (AL) - De acordo com o ranking da Firjan, Maceió é a capital nordestina menos desenvolvida, com 0,7065; a cidade alagoana aparece na 1886ª posição do País.

25 - Manaus (AM) - Outra da Região Norte entre as três piores é Manaus, no Amazonas, com 0,6985, na 2030ª colocação geral.

26 - Belém (PA) - A segunda menos desenvolvida é Belém; a capital do Pará é considerada a 2064ª cidade na lista completa, com 0,6967.

27 - Macapá (AP) - Com IFDM de 0,6860, Macapá, no Amapá, é a capital brasileira menos desenvolvida; no ranking geral, a cidade aparece na 2284ª posição.

Fonte: A Redação

A partir do próximo sábado: Confira o novo valor da tarifa de ônibus em Goiânia


Aumento passa a vigorar a partir do próximo sábado (6)

A Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC) definiu agora à tarde o novo valor da tarifa de ônibus da região metropolitana de Goiânia: R$ 3,70. O aumento de 12,1% passa a vigorar a partir do dia 6 (sábado). 

O último reajuste foi no dia 16 de fevereiro do ano passado, quando a tarifa passou de R$ 2,80 para R$ 3,30. 

Às 17h30, está prevista uma entrevista coletiva com o presidente da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Murilo Guimarães Ulhôa, na qual ele vai apresentar o que motivou os representantes da câmara a votar pelo aumento.



31 de janeiro de 2016

75% Concluído: governador anuncia retomada das obras do Centro de Convenções de Anápolis


Espaço deve ser entregue este ano

O governador Marconi Perillo esteve em Anápolis na manhã desta sexta-feira (29/1) para vistoriar os trabalhos de construção do Centro de Convenções. A visita marca a oficialização do reinício das obras no local. 

O Centro de Convenções deve abrigar eventos regionais, nacionais e até internacionais. “Será muito importante para Anápolis e para toda população e, sem dúvida, será referência para todo Centro-Oeste", afirmou o governador.

O prefeito de Anápolis, João Gomes (PT), disse que o governador Marconi Perillo é um homem de coragem e ousado. "É um homem público respeitado no Brasil inteiro", comentou. A vistoria do local também contou com a presença do vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico, José Eliton, e do presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop), Jayme Rincón.

Estrutura
As obras são executadas pela Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) e são custeadas com recursos do Fundo Produzir, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SED). Cerca de 75% das obras já estão executadas e deverão ser entregues, em definitivo, neste ano. No total, os investimentos são da ordem de R$ 157 milhões.

O Centro de Convenções de Anápolis conta com salas multiuso, dois auditórios com capacidade para, respectivamente, 2,3 mil e 700 lugares, áreas para administração, manutenção e primeiros socorros, salas e pavilhão para exposições e teatros. Terá também restaurante, salas de apoio, cozinha, estacionamento, camarotes, camarins, teatro de arena e outras dependências que permitirão a realização dos mais diferentes eventos.

A localização do Centro de Convenções é privilegiada: à BR-060, com a Avenida Brasil, quase em frente ao trevo do Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia). A expectativa é que o espaço abrigue eventos regionais, nacionais e até internacionais, uma vez que a cidade fica a apenas 55 quilômetros de Goiânia e a 154 quilômetros de Brasília. 

Fonte: A Redação