28 de março de 2015

Goiânia ganha mais 8 km de trecho cicloviário


Além de faixa exclusiva para o transporte coletivo, as obras do Corredor da T-7 estão implantando ciclovias na região.

O trecho cicloviário será composto por quatro quilômetros de ciclovia (construção do pavimento), 900 metros de ciclofaixa (segregação da faixa para bicicletas por meio de taxões) e 3,2 quilômetros de ciclorrota (compartilhamento do mesmo espaço onde circulam veículos dotando-o de sinalização). As obras foram iniciadas na Avenida dos Alpes, no setor Sudoeste, com implantação de 1,5 quilômetro de ciclovia. Desde o início das intervenções, no final de fevereiro, foram construídos 380 metros nos dois sentidos. Sávio explica que o período chuvoso deixa o processo mais lento, mas que as ações estão de acordo com o cronograma. “A previsão é de que a obra toda seja concluída em 12 meses”, afirma o coordenador dos corredores preferenciais da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), Domingos Sávio Afonso.

Partindo da Rua Dona Gercina Gomes Teixeira, no Centro, o trecho 1 será composto por 2,5 quilômetros de ciclovia, seguindo pela Alameda dos Buritis e Assis Chateubriand até a Praça do Cigano, no setor Coimbra. O trecho 2 seguirá com ciclofaixa pela Avenida T-6 até a Rua C-32, também no Coimbra, emendando com ciclorrota que segue pela Rua C-22, avenidas C-6, C-12 e C-7, ruas C-46, C-62, C-13, C-63, C-50 e Flemington, no setor Sudoeste. O quarto e último trecho continua no bairro pela Avenida dos Alpes, com ciclovia até o Terminal das Bandeiras, totalizando os quatro quilômetros de ciclovia.

No total, serão investidos R$ 32,427 milhões na construção do projeto, oriundos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) Mobilidade do Governo Federal. A obra está sendo executada pela empresa Jofege Pavimentação e Construção.

Fonte: Jornal O Popular


Goiânia está entre as 173 brasileiras confirmadas para a Hora do Planeta


Luzes devem ser apagadas durante 60 minutos

Às 20h30 deste sábado (28/3), pelo menos 173 cidades brasileiras participarão da Hora do Planeta 2015, incentivando a população a apagar as luzes por 60 minutos, em ato simbólico contra as mudanças climáticas. A expectativa é de que mais de sete mil localidades de 160 países participem do movimento mundial em favor do desenvolvimento sustentável.

Quinquagésima oitava cidade brasileira a aderir ao movimento, Goiânia apagará as luzes de dois marcos da Capital, os monumentos do viaduto João Alves de Queiroz, Setor Bueno, e dos Três Marcos, instalado no viaduto Latiff Sebba, Setor Oeste.

O sistema de iluminação desses locais será desativado entre as 20h30 e 21h30 como parte de um ato simbólico mundial em favor do desenvolvimento urbano com responsabilidade socioambiental, tema que, aliás, rendeu à Capital o prêmio Cidades Sustentáveis, que é concedido às localidades que apresentam boas práticas nessa área.  

A iniciativa, promovida pela organização ambientalista WWF em cidades de todo o mundo, teve adesão das 27 capitais. A mobilização no Brasil deverá ser maior que nas seis edições anteriores do ato. Em 2014, 144 municípios se cadastraram.

O objetivo da ação, segundo a WWF, é incentivar a comunidade global interconectada a compartilhar as oportunidades e os desafios da criação de um mundo sustentável. Mais de 300 empresas e diversas escolas e instituições também aderiram à iniciativa. Alguns dos principais monumentos e prédios públicos do Brasil terão as luzes apagadas às 20h30.

Em São Paulo, a Prefeitura apagará alguns dos principais símbolos da cidade, como a ponte do Parque do Ibirapuera, o Monumento às Bandeiras, o Teatro Municipal, o prédio da Fiesp e a Ponte Octavio Frias de Oliveira. Em Brasília, a sede do Ministério do Meio Ambiente terá as luzes desligadas e vários monumentos ficarão às escuras, incluindo o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana e o Palácio do Planalto, onde funciona a Presidência da República.  (Com informações da Agência Estado)

Fonte: Jornal Opção


Aeroporto de Cargas de Anápolis terá terminal de passageiros


O projeto de criação de um terminal de passageiros no Aeroporto de Cargas de Anápolis, em fase de construção, foi apresentado ontem por técnicos da Agência Goiana de Obras e Transportes (Agetop), durante uma audiência pública realizada no auditório da Associação Comercial e Industrial da cidade (Acia).

O aeroporto, que hoje funciona basicamente com a aviação comercial, será incorporado a um projeto maior, com a construção de um terminal de passageiros para receber cerca de 66 mil pessoas por mês, de 50 hangares para a aviação executiva, seis para oficinas de apoio, pátio de aeronaves de carga e pátio de aeronaves de passageiros, entre outras instalações.

Ao expor o projeto, o diretor de obras rodoviárias da Agetop, José Marcos Musse, informou que o edital de licitação para as novas instalações deverá ser publicado em maio e a previsão para o início das obras é para o mês de julho. De acordo com ele, as obras devem ser concluídas até o final deste ano.

Apesar de não ter um levantamento sobre a demanda de passageiros em Anápolis e região, a Agetop quer que as empresas Azul Linhas Aéreas e Sete Transportes Aéreos, que manifestaram interesse em estabelecer linhas regulares que passem por Anápolis, comecem a operar em agosto, antes de as obras serem concluídas.

Marcos Musse informou que os 24 hangares instalados hoje no aeroporto terão de ser transferidos para uma área ao lado. Já sinalizando com um possível entrave, um representante dos proprietários de hangares quis saber sobre a proposta do governo em indenizá-los, já que as instalações existentes terão que ser demolidas. O diretor da Agetop não respondeu de forma detalhada, disse apenas que será formada uma comissão para estudar os casos e ver como a questão será resolvida. Mas essa não parece ser a disposição dos proprietários de hangares.

Fonte: Jornal O Popular


26 de março de 2015

Hugo 2: Inauguração marcada



O governo marcou para 22 de abril a inauguração do Hugo 2. A Agetop entregará a obra, realizada em 20 meses, dia 31 para a Secretaria da Saúde, que iniciou a montagem dos equipamentos no maior hospital da rede estadual de Goiânia.

Fotos: 










IBGE: Goiânia é a 10ª maior concentração urbana do Brasil


Estudo divulgado na manhã desta quarta-feira (25/3) revela ainda que fluxo de pessoas se deslocando para trabalho e estudo entre Goiânia e Brasília é o sexto maior do país

Em estudo divulgado na manhã desta quarta-feira (25/3), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que, em 2010 (ano em que foi realizada a pesquisa) mais da metade da população brasileira vivia em 294 arranjos populacionais — agrupamentos de dois ou mais municípios com forte integração populacional devido a deslocamentos para trabalho e estudo ou à contiguidade urbana.

Em Goiás não foi diferente, 55,8% da população do estado residia em municípios que formavam arranjos populacionais, o que correspondia a mais de 3 mil pessoas em 14 arranjos formados por 45 municípios. Apesar disso, o Centro-Oeste teve destaque como a região com menor número de arranjos populacionais, com apenas 24. O Sudeste fica em primeiro, com 112 arranjos, seguido pelo Sul, com 85, e pelo Nordeste, com 56. No Centro-Oeste, os arranjos estão ligados principalmente aos grandes núcleos urbanos (Goiânia e Brasília).

O arranjo de Goiânia, considerado a única “Grande Concentração Urbana” de Goiás, é formado pelos municípios de Goianira, Guapó, Abadia de Goiás, Aparecida de Goiânia, Aragoiânia, Bonfinópolis, Caldazinha, Hidrolândia, Santo Antônio de Goiás, Senador Canedo e Trindade (GO), além da capital. O Produto Interno Bruto (PIB) do arranjo somava, em 2010, mais de R$ 34 bilhões, sendo 67,8% desse valor proveniente do setor de serviços.

A população total desse arranjo correspondia a mais de 2 milhões de pessoas, com 98,6% em situação urbana, ocupando a décima posição no ranking de maiores concentrações urbanas — grandes concentrações urbanas são municípios isolados e arranjos populacionais com mais de 750 mil habitantes do Brasil –, sendo que mais de 190 mil dessas pessoas se deslocava entre os municípios do arranjo para trabalhar ou estudar.



O IBGE identificou onze concentrações urbanas com população acima de 1 milhão a 2,5 milhões de habitantes, sendo Goiânia uma delas e a única do Centro-Oeste. Nessa faixa populacional, a capital goiana representa a concentração urbana formada pela maior quantidade de municípios, com 12 municípios; possui o segundo maior volume de pessoas se deslocando entre municípios para trabalhar ou estudar, com 191 mil pessoas; e corresponde ao maior fluxo entre municípios com a vizinha Aparecida de Goiânia, por onde se deslocam 122,9 mil pessoas.

Goiás possui ainda três “Médias Concentrações Urbanas”: Anápolis, Formosa e Rio Verde, todos municípios isolados (que não formam arranjos populacionais). A população de Anápolis, que era de mais de 334 mil pessoas, equivale a mais que o triplo da de Formosa e quase o dobro da de Rio Verde. O PIB de Anápolis era de mais de R$ 10 bilhões, com destaque para os setores de serviços e indústria, que representavam, respectivamente, 35,2% e 33,2% desse valor. Já o PIB de Rio Verde correspondia a R$ 4 bilhões e o de Formosa, R$ 911 milhões, também com destaque em ambos para o setor de serviços.

Goiânia-Brasília

Em 2010, a ligação entre Goiânia e Brasília apresentava um fluxo de 8,8 mil pessoas se deslocando para trabalho e estudo, correspondendo ao sexto maior do Brasil. No meio do caminho, existe Anápolis. Entre a capital goiana e Anápolis, o fluxo era de 6 mil pessoas; entre Anápolis e Brasília, era de 2,4 mil. O estudo analisou que essa dinâmica pode ser decisiva na formação de uma nova unidade urbana que poderá unir os arranjos de Goiânia e de Brasília.



O arranjo de Brasília, que é formado pela capital federal e pelos municípios goianos de Luziânia, Águas Lindas de Goiás, Cidade Ocidental, Cocalzinho de Goiás, Mimoso de Goiás, Novo Gama, Padre Bernardo, Planaltina, Santo Antônio do Descoberto e Valparaíso de Goiás, possui uma população total de mais de 3 milhões pessoas, sendo 95,5% em situação urbana. O número de pessoas que se deslocam para trabalhar ou estudar é de mais de 199 mil pessoas. O PIB somavam, no ano do estudo, R$ 155,270 milhões, também com destaque para o setor de seviços, que adicionava 82,2% (sendo 47,6% da administração pública e 34,6% dos demais serviços) a essa soma.

Fonte: Jornal opção
Foto: Wesley Costa  (Jornal O Hoje)


23 de março de 2015

Área de lazer do autódromo será entregue em até 80 dias


O governador Marconi Perillo anunciou na noite de quarta-feira, dia 18, que a nova área de lazer do Autódromo Internacional de Goiânia será inaugurada em até 80 dias, completando assim a reconstrução do espaço esportivo. A declaração foi feita durante solenidade de lançamento do livro Esportes a Motor em Goiás – 60 anos de histórias, escrito pelo jornalista Fernando Campos. “Daqui a 80 dias vamos entregar a nova área de lazer completamente concluída e teremos, então, a praça multiuso sendo utilizada por toda a população goiana”, disse o governador em discurso, destacando que a reforma do autódromo só foi efetivada após diálogo com o setor de automobilismo e motociclismo do Estado.

Marconi afirmou ainda que, com a inauguração plena do autódromo revitalizado, pretende entregar aos amantes do esporte um dos melhores e mais seguros espaços de lazer esportivo do País. Na solenidade, Fernando Campos entregou o primeiro exemplar autografado do livro ao governador e ressaltou que uma de suas maiores realizações profissionais foi ter acompanhado duas reinaugurações do autódromo de Goiânia, em 1974 e 2014. “Reinaugurar significa refazer tudo de novo e melhor. Ter assistido a essas reinaugurações, separadas por 40 anos, é uma felicidade, uma emoção”, disse. O livro lançado possui 190 páginas com textos, personagens e fotos históricas sobre os esportes a motor em Goiás. A pesquisa e o desenvolvimento do livro duraram cerca de 15 anos de trabalho e englobam testemunhos e material resgatado ao longo dos anos.

“A pior coisa que existe é uma obra que não termina nunca. A obra tem que ser bonita, mas também bem feita e ter uma solução rápida. Foi isso que fizemos com a reconstrução do Autódromo. Todos aqui estamos orgulhosos com o seu cuidado em escrever sobre os 60 anos de história do automobilismo”, agradeceu o governador. Marconi ressaltou a importância e o cuidado do jornalista em valorizar cada um dos que construíram história de vida coletiva dos amantes da arte automobilística em Goiás. “Essa nova praça aqui tem esse objetivo, de reintegrar num ambiente familiar aqueles que há alguns anos se juntavam aqui para viver momentos de alegria proporcionados pelo esporte. Aos campeões em níveis nacional e internacional, deixo meu reconhecimento ao talento, dedicação e trabalho”, finalizou Marconi.

Confira o projeto no final do Vídeo


Fonte: Goiás Agora


Dilma promete concluir o Aeroporto de Goiânia em novembro


A presidente Dilma Rousseff garantiu, em Goiânia, que promoverá todos os esforços necessários para que o novo Aeroporto Santa Genoveva entre em operação no próximo mês de novembro. A promessa foi feita nesta quinta-feira, dia 19, ao governador Marconi Perillo durante cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a construção do BRT de Goiânia. Praticamente 90% das obras do novo terminal de passageiros do aeroporto da capital estão concluídas.

Muito embora as obras estejam no prazo, R$ 200 milhões para a finalização de intervenções na infraestrutura no entorno do novo terminal, o acabamento nas pistas nas pontes de embarque estão contingenciados pelas medidas de ajuste fiscal do governo federal.

Compromisso

Dilma determinou publicamente, em seu discurso, que o ministro-chefe da Secretaria Nacional da Aviação Civil, Eliseu Padilha, presente ao evento, envidasse esforços para disponibilizar os recursos que faltam. Dilma disse que o novo aeroporto é “obra muito esperada”, que teve “muitos problemas”, referindo-se a restrições impostas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ao longo dos 10 anos em que a construção se arrasta.

A presidente disse que não poderia deixar passar a oportunidade de assumir o compromisso de que todas as obras do aeroporto estarão concluídas, até o fim do ano. “Vocês vão cobrar de mim, mas eu garanto que vou cobrar dele”, disse a presidente, referindo-se ao ministro Padilha.

“As obras do pátio e da pista, que foram interrompidas lá atrás, vão começar agora, na primeira semana de abril. Precisamente no dia 6 de abril. Quero aqui assumir um compromisso junto com o senhor ministro Padilha de que todas essas obras estarão concluídas em novembro deste ano. Vocês vão cobrar de mim”, disse Dilma, dirigindo-se aos goianos. “Nós vamos fazer de tudo para que goianos tenham um aeroporto condizente com o dinamismo deste Estado.”

Fonte: Goiás Agora


Vida noturna no Marista em crise


Trânsito parado, dificuldade para estacionar e bares lotados, com pessoas na fila de espera. Este cenário não é mais encontrado no Quadrilátero Gourmet do Marista, na região da Rua 146. Nas imediações várias fachadas de bares, restaurantes e até mesmo lojas estão se descaracterizando, e o que se encontra são placas de aluguel e construções demolidas.

Atualmente, 30% dos 42 bares e restaurantes que havia no local estão de portas fechadas, de acordo com um levantamento da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel Goiás). Estabelecimentos como Ad’oro, Café de La Musique, Esquina Jatobá, Território Brasileiro, Osake Restaurante Oriental, Pireneus, Califórnios, Baobá, City Lounge, Azteca, dentre outros, já não funcionam mais no local (veja quadro).

Os fatores que influenciaram a saída destes estabelecimentos são inúmeros. Vão desde a falta de segurança, dificuldade de estacionamento e o valor alto do aluguel. Este é o caso da Esquina Jatobá, um dos bares mais tradicionais do Setor Marista. Diante da queda de movimento e do aluguel mensal de R$ 11.200, Tamalo Rocha, proprietário do estabelecimento, decidiu que era hora de procurar novos caminhos e local. Em novembro do ano passado, ele abriu o novo Esquina Jatobá na T-63 no Bairro Anhanguera, próximo ao Jardim América, pagando aluguel de R$ 3.500.

“Antes, tínhamos no Marista um público que consumia bastante. Por último, o público mudou. São jovens que se sentam à mesa e não consome. Foram vários fatores que influenciaram na decisão. Aqui, onde estamos instalados, é uma região que tem crescido bastante e isso favorece o movimento. Portanto, mesmo que repentina, a migração foi positiva. Esta decisão deveria ter sido tomada há dois anos”, afirma.

O presidente da Abrasel, Rafael Campos, explica que o alto custo do aluguel foi determinante não só para Tamalo Rocha transferir o bar para o Bairro Anhanguera, mas para vários empresários que tinham estabelecimentos na região, pois os valores encontrados chegam até R$ 25 mil. Além disso, a falta de investimento no Quadrilátero pode ter desestabilizado o comércio.

“Havia um projeto para fazer no local a Rua do Lazer, mas nada foi feito. Não tivemos estacionamento, iluminação adequada, recolhimento do lixo, nem incentivo e investimento tanto do Estado quanto do município. Além disso, o aluguel é alto para a realidade da situação econômica que estamos vivendo”, diz.

Sobrevivente

Há 22 anos instalado no Quadrilátero Gourmet, o Piquiras é pioneiro e tem resistido às dificuldades. Para o proprietário Marcelo Batista, não há segredo para conseguir se manter em meio à crise. Porém, tem feito milagre para sobreviver. “A concorrência está muito grande e o aluguel muito caro. Por mais que estamos vendendo bem não sobra dinheiro para o investidor”.

Ele diz que a segurança é um dos fatores que mais tem contribuído para a queda de público. “A mistura de bares com clientes de perfis diferentes atrapalha. Além disso, têm muitos vendedores autônomos comercializando bebidas baratas, espetinhos e outros aperitivos em frente aos bares. E os famosos flanelinhas que também deixam as pessoas com receio de frequentar o local”, frisa.

Com o fechamento de alguns estabelecimentos, Marcelo tem a esperança de dias melhores. Mas, até agora o movimento de clientes no Piquiras não melhorou. “Estamos estudando e adotando várias estratégias para não fechar as portas e sobreviver. Elaboramos, por exemplo, almoço executivo para atrair o público”, afirmou.

O restaurante do Café de La Musique está fechado e o estabelecimento funciona agora como espaço para eventos. Já o Tróia Restaurante está em reforma. A reportagem entrou em contato com o proprietário do Ad’oro, mas o mesmo optou por não se pronunciar. Mas O POPULAR apurou que a venda da marca está sendo negociada.



Fonte: Jornal O Popular


21 de março de 2015

BR-153: Rodovia mais uma vez no escuro


O trecho urbano da BR-153 que corta Goiânia e Aparecida está, mais uma vez, no escuro. Depois de muitas tentativas de solução para o problema, que se arrastou por anos, a Agência Goiana de Transportes e Obras (Agetop) entregou em maio do ano passado a obra de iluminação de 28 quilômetros da via. Sem dinheiro para continuar pagando a conta de energia, o Governo do Estado encaminhou ofícios para as prefeituras das duas cidades e para a concessionária que administra a via, a Triunfo Concebra, para que arquem com a despesa mensal de R$ 70 mil. Mas por enquanto o problema segue em discussão e quem passa pelo local só conta com a luz do farol dos carros.

A responsabilidade de iluminação pública em trecho urbano de rodovia federal é atribuição do município por onde passa a estrada, segundo a Advocacia-Geral da União. Com esse entendimento, o Ministério Público Federal (MPF) solicitou diversas vezes aos gestores de Goiânia e Aparecida, assim como à direção do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit), que resolvessem a questão. Em novembro de 2011, o MPF foi mais contundente. Mesmo assim o pedido não foi atendido. O processo foi encaminhado no ano seguinte à Justiça, mas a liminar que determinava a execução do serviço foi derrubada.

Em 2013, a Agetop assumiu a responsabilidade pela iluminação. A obra foi entregue em maio do ano passado. Mas de lá para cá, a agência tenta transferir a responsabilidade pelo pagamento para os dois municípios. Segundo nota encaminhada pela Agetop, há sete meses alternativas são buscadas para impedir a interrupção no fornecimento de energia, mas que não houve acordo e o fornecimento foi suspenso. O custo da iluminação do trecho é de R$ 70 mil mensais. O custo da obra foi de R$ 4,9 milhões.

Diante do corte, no dia 2 desse mês, a Agetop enviou ofício à Agência Nacional de Transportes Terrestres (AN TT) informando que não tem condições de arcar com a manutenção e ainda solicitou o reembolso do valor gasto com a obra. Em novembro, a agência informou a Consórcio Triunfo Concebra de que não possui condições legais de continuar arcando com custos da manutenção.

A Triunfo Concebra, por sua vez, diz que apesar de ser interesse da empresa manter a via iluminada, não pode assumir uma dívida que não está prevista no contrato de concessão. A nota enviada pela empresa diz que “mesmo sabendo da importância que a iluminação viária tem para o aumento da segurança do tráfego noturno, a Triunfo Concebra destaca que se trata de iluminação urbana pública - que por questões legais deveria ser paga pelo município. O usuário da rodovia já paga a taxa de iluminação pública na sua conta de luz, portanto haverá uma bitributação se o pagamento da iluminação for colocada na tarifa do pedágio”.

A nota enviada ainda diz que a Triunfo Concebra e a ANTT estão estudando uma solução legal para reestabelecer o fornecimento da energia. Destacando que pelo Plano de exploração da Rodovia (PER) acordado com a ANTT- a Concessionária Triunfo Concebra é responsável pela manutenção - substituição de lâmpadas queimadas, postes caídos, fiação com defeito. O pagamento da energia dependerá de novo acordo e da autorização da ANTT, que não se posicionou sobre o assunto. A assessoria da agência disse apenas que o assunto está sendo discutido. A Companhia Energética de Goiás Distribuição (Celg-D) informou que apenas obedeceu ao pedido da Agetop de suspender o fornecimento de energia.

Fonte: Jornal O Popular


Obras do BRT Goiânia (GO) devem iniciar em 30 dias


Corredor terá 21,8 quilômetros de malha e receberá investimento de R$ 340 milhões

Até a primeira quinzena de abril devem ter início duas frentes de trabalho para a construção do BRT (Bus Rapid Transit), em Goiânia (GO). A obra receberá R$ 340 milhões.

O corredor terá 21,8 quilômetros Norte-Sul e atenderá, de forma direta, 148 bairros da cidade com capacidade para transportar 120 mil pessoas por dia. A projeção é que o BRT fique pronto em dois anos e a meta é que, quando concluída, a nova alternativa de transporte reduza o tempo de viagem e as emissões de gases poluentes, além de retirar parte dos veículos que circulam diariamente pelas ruas da cidade.

Conforme dados apresentados pela prefeitura, somente entre janeiro e julho do ano passado, mais 20 mil veículos foram incorporados à frota de Goiânia, que já conta com mais de 1,1 milhão de unidades. Em média, são 257 novos carros ou motos transitando pelas ruas da cidade todos os dias.

O custeio é proveniente de do Pacto pela Mobilidade, lançado pelo governo federal em 2013, com contrapartida do município. No orçamento total, estão incluídas 65 desapropriações de imóveis que serão necessárias à implantação da via exclusiva para ônibus, investimentos em Tecnologia da Informação, supervisão da obra do BRT e reestruturação da sinalização viária adjacente.

De acordo com a NTU (Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos), existem 61 projetos de BRT em implantação no Brasil.

Natália Pianegonda
Fonte: Agência CNT de Notícias